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11.1.14

Felipe Massa corre com os amigos no Desafio das Estrelas de Kart

Esse final de semana será dos amigos de Felipe Massa. Desafio das estrelas, no Beto Carreiro World em Penha, Santa Cantarina. E será a base de forte calor.

Após dilúvio na madrugada, Penha vive sábado de calor escaldante. Os termômetros superam os 30ºC na tarde deste sábado (11), horas antes da pré-final da edição de 2014 da prova organizada por Felipe Massa. Há, contudo, previsão de chuva, de acordo com informações do site ‘Climatempo’ para hoje novamente a noite.

em com isso a primeira bateria do Desafio das Estrelas está marcada para 21h45 e define posições de largada para final de domingo corre o risco de ser embaixo de agua. O que pode significar a interrupção do evento. Já que refrescar nem o vento, quente, ajuda.

A programação do Desafio das Estrelas tem início às 16h, com a realização do segundo treino livre, cuja duração é de 40 minutos. A classificação está marcada para as 18h, ao passo que a bateria pré-final terá largada às 21h45.
 
Ao contrário do que acontecia nos últimos anos, a primeira corrida do fim de semana não contará pontos para a definição do campeão. Seu resultado somente determinará as posições de largada para a bateria final, como acontece em alguns dos mais importantes campeonatos de kart. O campeão será o piloto que vencer a prova de domingo, 11h.
 
Estarão presentes vários pilotos brasileiros com passagem pela F1, como Rubens Barrichello, Bruno Senna, Sébastien Buemi, Felipe Massa. Jules Bianchi havia confirmado a participação mais quinta-feira desmarcou alegando motivos pessoais. Ayrton Senna será homenageado no evento, em virtude da comemoração pelos 20 anos do acidente fatal de Imola.
 
E Internado em estado grave desde o dia 29 de dezembro, Michael Schumacher será também homenageado. Muitos dos pilotos correm com um adesivo escrito 'Schumi'.
 
Uma outra coisa que chamava atenção hoje era um jovem suíço, que fuçava e até passava a impressão de estar bastante acostumado com a atividade o carro de Sébastien Buemi. Quem bate o olho percebe a semelhança. Não se trata de nenhuma coincidência: o suíço está contando com a ajuda do irmão mais novo, Laurent, que faz um ‘bico’ enquanto fugido do rigoroso inverno europeu no calor do verão brasileiro e dando graças a Deus por estar no infernal calor.
 
Irmão mais novo do ex-piloto de F1, Laurent, 22, praticamente não parou de trabalhar na tarde de sexta-feira. Junto de um mecânico da organização e do próprio irmão, apertava e soltava parafusos, testava algo aqui e ali, prendia o lastro nas estruturas do chassi e ajudava o primogênito da família a se acomodar no banco do kart 117. E como ocorre em várias famílias de pilotos: um corre, outro conserta.

19.2.13

Entrevista Bruno Senna

Essa é das antigas.....

Seu tio Ayrton Senna morreu na Fórmula 1, em 1994. Como sua família está encarando sua estreia na categoria?
Ninguém queria que eu corresse. Mas há muito tempo decidi que era isso que eu queria da minha vida. Levou tempo, nossas relações ficaram difíceis, mas eles aceitaram. Hoje estão felizes.
Com quantos anos você começou a correr?
Foi o meu avô Milton quem me colocou num kart pela primeira vez. Dos 5 aos 10 anos de idade, eu corria de kart todos os fins de semana. Quando o Ayrton faleceu, o apoio da minha família sumiu. Eu tinha 10 anos e não podia brigar pelo que queria. Não tinha como bater de frente. O clima da minha família em relação ao automobilismo ficou muito ruim. Ninguém mais assistia a corridas de Fórmula 1. Meu avô nunca mais viu um Grande Prêmio. Tive de deixar a poeira baixar.

Quando você voltou às pistas?
Nunca parei de pensar nisso. Quando tinha 18 anos, disse para a minha mãe que eu queria voltar a correr. Apesar de surpresa, ela achou que era fogo de palha e aceitou. Comecei com um kart antigo que estava na fazenda. No desespero de voltar a correr, logo no primeiro dia, dei 140 voltas sem parar. Como eu não estava preparado para toda a trepidação, quebrei uma costela de tanto que fiquei no kart. Em um ano e meio, quebrei cinco costelas. Toda vez que eu quebrava uma, ficava um mês de molho e voltava a correr. Foi aí que a minha mãe percebeu que eu não estava de brincadeira.


Seu tio Ayrton Senna é o seu grande ídolo?
Vai parecer clichê, mas eu não tenho ídolos. O Ayrton é apenas uma referência. Idealizar alguém é uma péssima forma de iniciar uma carreira. Ao idealizar, você quer ser igual a essa outra pessoa. Meu objetivo não é esse.


Você vê as corridas antigas dele?
Eu tenho todas as corridas gravadas, desde 1989, no meu computador.


Qual é a sua preferida?
A corrida de 1991, aqui no Brasil, quando o Ayrton ganhou com apenas três marchas no carro: a segunda, a terceira e a sexta. Incrível. Foi a primeira vitória dele no Brasil. Ele tinha perdido em 1990 por causa de uma batida no Nakajima, que não foi exatamente a ultrapassagem mais inteligente que já vi... Mas, naquele ano, ele estava supermotivado. No grid, antes da largada, ouviu a torcida gritar "Olê, olê, olê, olá... Senna, Senna...". Ele teve de ir para os boxes para enxugar as lágrimas. Retribuiu o carinho do público com uma vitória. Aquela corrida em Donington Park, na Inglaterra, em 1993, quando ele ultrapassou todo mundo na chuva também é muito legal.


Qual é a maior dificuldade para um piloto chegar à Fórmula 1?A dificuldade é basicamente a seguinte: as equipes pedem muito dinheiro para fechar contrato com um piloto estreante. Conversei com todas neste ano, menos com a Ferrari. Queriam pelo menos 5 milhões de euros para assinar comigo. Piloto em início de carreira só entra se arranjar patrocinadores dispostos a pagar esse valor.


Quem vai bancar a sua parte?Ninguém. Vou entrar com zero. Fechei com a equipe espanhola Campos Meta porque eles toparam me contratar sem que eu precisasse levar dinheiro. Foi a primeira proposta que consegui obter sem ter de levar patrocínio nenhum. Serei o único estreante que não vai pagar para correr.


Quanto você vai ganhar?
Da equipe, nada. Nem um centavo. Mas vou poder ter meus patrocinadores pessoais e me sustentar com isso.


O seu sobrenome ajudou na negociação?
Claro que sim. Eles apostam no meu sobrenome famoso para atrair patrocinadores para a equipe. Por isso me liberaram do pagamento. O sobrenome Senna vai chamar atenção nas corridas e dar visibilidade às marcas que nos apoiarem. O Adrián Campos, dono da equipe, achou uma boa ideia unir o meu potencial como piloto ao potencial de marketing.


Só o sobrenome não será suficiente para vencer corridas...Sei disso, mas estou muito seguro a respeito das minhas possibilidades. Sempre que tenho um bom carro, entrego bons resultados. Mostrei isso na Fórmula 3 e na GP2, as categorias de acesso à Fórmula 1.


O que você espera do carro da Campos Meta?Nem eu nem a equipe sabemos do que o carro será capaz. Há muitas variáveis, todos os sistemas são novos, tudo tem de ser averiguado e provado. Seria ótimo se o carro fosse uma grande boa surpresa logo de cara, mas isso é improvável. A temporada do ano que vem será de aprendizado para mim e para a equipe.


Como foi a negociação?
Levamos dias e dias para fechar o contrato, porque eles falavam em espanhol e eu e minha irmã, Bianca, que é minha empresária, somos fluentes em inglês. No fim, nós nos entendemos. O contrato tem umas sessenta páginas, e diz tudo o que eu posso e não posso fazer. Quase tudo é confidencial, mas, só para ilustrar, fiquei proibido de esquiar e de praticar windsurf. De modo geral, todos os esportes radicais estão vetados. Boxe eu posso praticar, mas só como preparação física.

Quantas vezes você pilotou um Fórmula 1?Até hoje, só uma vez, quando fiz testes para a Honda, que se transformou na Brawn. No total, foram dois dias.


Como você se saiu?Eu estranhei. Não encaixava direito no banco e, como sou muito magro, o cinto sobrava no ombro. Nas curvas, ficava solto dentro do carro. Andei o tempo todo com a cabeça colada no encosto, para me firmar. É terrível. A cabeça fica batendo, você sente vibração o tempo todo. Saí com dor de cabeça. Ainda assim, fiquei só 0,2 segundo atrás do Jenson Button, que foi o campeão deste ano.


O que o pessoal da Brawn achou?
Quase fiquei com uma vaga na equipe, mas, como eles tiveram poucos dias para treinar antes de o campeonato começar, acharam temeroso colocar um estreante. Fecharam com o Rubinho Barrichello, que é muito mais experiente. Mas eu quase fiquei com o lugar dele.


Você ficaria chateado se tivesse tirado a vaga de outro brasileiro?Nessa hora não tem amigo. Você está fazendo a sua carreira, disputando com outro piloto. Se é o Rubinho ou outra pessoa, não importa.


Seu tio adorava correr na chuva. E você?
Quando você corre debaixo de chuva, a condição muda a cada volta. Você precisa ter confiança. Eu arrisco bastante, porque sei que vou conseguir segurar o carro. Sempre que o carro está meio ruim e começa a chover, meu rendimento melhora muito. Adoro pilotar na chuva.

Como você vai reagir se o chefe da sua equipe mandar você dar passagem ao seu companheiro?
Se eu estivesse na frente na pontuação do campeonato, lutando com o outro piloto, não aceitaria a ordem. Digamos que seria o caso de uma longa negociação pelo rádio. Mas, se o outro piloto estivesse numa posição muito melhor no campeonato, eu poderia ceder.


Isso é lícito?
A equipe tem o direito de ajudar o piloto que está em melhor posição. Se você está na frente no campeonato, com chance de ganhar, e o outro piloto da equipe está atrapalhando, acho natural que ele ceda. Quem não quer ficar nessa posição não se coloque nela. Se você está tomando pau, vai ficar para trás e a equipe vai priorizar o outro. É assim que funciona: quem tem melhor desempenho tem prioridade. Esporte é assim, é uma coisa predatória. O mundo é assim.


Você bateria o carro se o chefe de equipe mandasse?
Não. Uma coisa é seguir a estratégia da equipe e outra é arriscar a própria vida e a dos demais.


Nelsinho Piquet, que bateu de propósito e confessou, tem chance de voltar a pilotar na Fórmula 1?
Acho que tem muita gente que não quer chamar o Nelsinho por receio de que, depois, ele torne públicos assuntos internos da equipe, como fez na Renault. Houve uma quebra de confiança. Não estou julgando se é certo ou errado o que ele fez, mas a sensação que as pessoas têm é essa. O cara tem um contrato de confidencialidade, mas deu publicidade a algo que não deveria sair do âmbito da equipe. O Nelsinho pode ser bem rápido, mas vai ser difícil ele arranjar emprego.


Você é amigo de algum piloto brasileiro de Fórmula 1?
Não.


Algum piloto ligou para dar parabéns por você ter entrado na categoria?O Felipe Massa.

Como um piloto se prepara fisicamente para correr na Fórmula 1?
Hoje em dia, é preciso fazer muito exercício físico. Se você começa a se cansar no carro, perde a concentração e fica mais lento, coisa de dois ou três décimos de segundo por volta. Isso não parece nada, mas, se você multiplicar três décimos de segundo por volta, em quarenta voltas dá uma diferença grande. Você tem de estar sempre muito bem preparado fisicamente, sempre sobrando.


Você está em forma?
Tenho 1,80 metro, 68 quilos e 7% de taxa de gordura corporal. Ando de bicicleta e pratico natação. Pedalo, no mínimo, uns 240 quilômetros por semana. Costumo nadar uns 2 quilômetros por dia. Mas não é bom exagerar na natação, porque os ombros podem crescer muito e isso atrapalha dentro do cockpit do carro. Mas eu posso pedalar à vontade porque os músculos das minhas pernas não aumentam muito.


Há algum exercício específico para pilotos?Faço exercícios para o pescoço. É preciso ter o pescoço forte para aguentar a pressão nas curvas de alta velocidade. Eu tenho um aparelho específico, igual aos de algumas academias. Você se senta em um banco, amarra-se com um cinto, põe um capacete que fica ligado a umas polias, presas a pesos. Depois movimenta o pescoço para os lados e puxa os pesos. Eu consigo levantar mais peso com o pescoço do que com os braços. Com o pescoço, levanto até 25 quilos.


Você usa óculos?
Não. Eu tenho 0,25 grau de hipermetropia nos dois olhos, mas isso não me atrapalha. De longe, enxergo bem.


Tem namorada?
Não.


Além dos carros de corrida, você gosta de carros de passeio?
Adoro. Entendo de mecânica. Aqui no Brasil, não tenho carro. Pego aquele que estiver sobrando na garagem. Na Inglaterra, onde moro, tenho uma BMW 335i. Ela está ligeiramente modificada, com umas coisinhas eletrônicas... Está com 400 cavalos de potência. O próximo dono do carro vai se espantar com ele.


Quanto você ganhou desde que começou a correr?
De patrocínio, deve ter dado uns 3 milhões de euros, desde 2005. O problema é que você sempre gasta mais do que o planejado. O automobilismo é realmente um esporte caro.

7.1.13

Desafio Internacional das Estrelas 2013


A edição 2013 do Desafio Internacional das Estrelas fará jus ao nome e reunirá grandes pilotos do automobilismo mundial e nacional no kartódromo do parque Beto Carrero World, em Penha, Santa Catarina, de 11 a 13 de janeiro. 

Nesta segunda-feira foi divulgado o grid completo recheado de astros para a competição organizada por Felipe Massa. Dos 27 presentes, 14 correm ou já correram na Fórmula 1. Os últimos a garantir participação foram o brasileiro Bruno Senna (ex-Williams) e o suíço Sebastien Buemi, que defendeu a STR na F-1 de 2009 a 2011 e foi piloto de testes da RBR no ano passado. Eles se juntam a nomes como o bicampeão Fernando Alonso (Ferrari), Jules Bianchi (reserva da Force India), Kamui Kobayashi (ex-F-1), Jaime Alguersuari (ex-F-1), Vitantonio Liuzzi (ex-F-1 / campeão mundial de kart), dentre outros. Em negociações com a Caterham e a Force India para seguir na F-1, Bruno esperou até a data limite para confirmar presença no torneio. 

Disputado desde 2005, o Desafio das Estrelas já passou pela Toca da Raposa, em Bauru, e no Kartódromo dos Ingleses, e na Arena Sapiens, ambos em Florianópolis. Criador da competição, Massa já foi campeão da edição de 2006. Michael Schumacher (2007 e 2009), Rubens Barrichello (2008), Lucas di Grassi (2010) e Daniel Serra (2005) também já levantaram a taça. O atual vencedor é o espanhol Jaime Alguersuari, piloto de testes da Pirelli, fornecedora de pneus da Fórmula 1. Tradicionalmente realizado em dezembro, esta edição do torneio foi transferida para o início de janeiro de 2013 para evitar conflitos com as agendas dos pilotos, que possuem muitos eventos promocionais no fim do ano.


Confira o grid completo da edição de 2013:
Felipe Massa (BRA) - Fórmula 1
Fernando Alonso (ESP) - Fórmula 1
Bruno Senna (BRA) - ex-Fórmula 1
Jaime Alguersuari (ESP) ex-Fórmula 1
Vitantonio Liuzzi (ITA) - ex-Fórmula 1
Kamui Kobayashi (JAP) - ex-Fórmula 1
Sebastien Buemi (SUI) - ex-Fórmula 1
Jules Bianchi (FRA) - piloto de testes da Fórmula 1
Lucas Di Grassi (BRA) - Mundial de Endurance / ex-Fórmula 1
Luiz Razia (BRA) – ex-GP2
Felipe Nasr (BRA) - GP2
Bia Figueiredo (BRA) -  Fórmula Indy
Augusto Farfus (BRA) - DTM
Nelsinho Piquet (BRA) - Nascar / ex-Fórmula 1
Pietro Fittipaldi (BRA) -  Nascar
Luciano Burti (BRA) - Stock Car / ex-Fórmula 1
Antonio Pizzonia (BRA) -  Stock Car / ex-Fórmula 1
Ricardo Zonta (BRA) -  Stock Car / ex-Fórmula 1
Enrique Bernoldi (BRA) - Stock Car / ex-Fórmula 1
Cacá Bueno (BRA) -  Stock Car
Thiago Camilo (BRA) -  Stock Car
Allam Khodair (BRA) - Stock Car
Valdeno Brito (BRA) - Stock Car
Vitor Meira (BRA) -  Stock Car / ex-Fórmula Indy
João Paulo de Oliveira (BRA) -  Super GT / Fórmula Nippon
Beto Monteiro, (BRA) -  Fórmula Truck
Leonardo Nienkotter (BRA) -  Copa Fiat

3.12.12

B. Senna testa DTM

A revista inglesa ‘Autosport’ afirmou nesta segunda-feira (3) que Bruno Senna testou com um carro do DTM pela Mercedes na semana passada no circuito do Estoril, em Portugal. O brasileiro perdeu seu posto na Williams para Valtteri Bottas e segue sem uma vaga na temporada de 2013.

14.5.12

Começa a especulação: Senna sendo substituído


O ex-piloto finlandês Mika Salo iniciou uma polêmica referente ao segundo carro da equipe Williams. O comentarista da MTV3, emissora de seu país natal, afirmou que seu compatriota e reserva da escuderia de Grove, Valtteri Bottas, pode assumir o posto de titular ainda na temporada de 2012. Salo fez duras críticas ao desempenho do brasileiro Bruno Senna e falou que Bottas é bastante respeitado dentro do time.

“Quando eu conversei com Frank Williams, ele exaltou demais o trabalho de Valtteri, e disse não vai demorar muito para que ele dispute corridas”, revelou Salo, que disse crer, pelo o que leu nas entrelinhas, que o dirigente “quis dizer ainda nesta temporada”. Pelo contrato, Bottas completará, ao longo da temporada de 2012, quinze sessões de treinos livres, sempre no lugar de Senna.

Senna e Maldonado participaram da festa de aniversário de 70 anos de Frank Williams (Foto: Williams/LAT)
“Apesar de ser um cara legal, Senna não está apto a pilotar no nível que precisa”, disparou o finlandês, que competiu na F1 entre 1994 e 2002, sendo que em 2001 ele esteve fora do grid, trabalhando como piloto de testes da Toyota, equipe pela qual se despediria da categoria.

Os números, no entanto, não servem para justificar as críticas de Salo. Se hoje a tabela de classificação aponta 29 a 14 para Maldonado, antes do GP da Espanha, Senna tinha dez pontos de vantagem sobre o companheiro de equipe.

As melhores apresentações do brasileiro foram nos GPs da Malásia e da China, onde ele respectivamente alcançou o sexto e o sétimo lugares. Na Espanha, Senna abandonou na 12ª volta, após ser atingido por Michael Schumacher, em disputa que valia o oitavo posto. Já Maldonado terminou em oitavo na China, venceu na Espanha e ainda andou bem na Austrália, onde chegaria em sexto, não fosse o acidente sofrido na volta final. A única disparidade grande entre os dois está no rendimento em classificações, com o placar de 4 a 1 favorável ao venezuelano.

Salo ainda disse que o fator financeiro vai pesar, mas que confia no lado “esportivo” de Frank Williams. “A situação é complicada, pois ambos os pilotos levam dinheiro. Mas o lado bom é que Frank Williams não começou como empresário, e sim como um piloto de corridas. Ele pensa apenas em como fazer o time dele alcançar o sucesso”, encerrou.
fonte: grande premio

22.4.12

Vettel vence e assume liderança do campeonato


Quatro corridas. Quatro vencedores diferentes, de quatro equipes diferentes. A última vez que um início de temporada da Fórmula 1 viu um início de ano tão equilibrado foi em 1983, com vitórias de Nelson Piquet (Brabham), John Watson (McLaren), Alain Prost (Renault) e Patrick Tambay (Ferrari).

29 anos depois, vitórias de Button (Australia), Alonso (Malásia), Rosberg (China) e, no GP do Barein, Sebastian Vettel, Igualam a marca.  Kimi Raikkonen até esboçou lutar pela vitória, mas terminou com segundo lugar. Lotus colocou os dois pilotos no pódio, com Grosjean em terceiro, sendo assim o carro da corrida.


Se no GP da China os quatro primeiros eram equipados pelos motores Mercedes, no Bahrein foi a Renault que dominou os quatro postos iniciais.


Na Ferrari, sentimentos opostos em um mar negro. Alonso foi apenas o sétimo colocado, mas para Felipe Massa, um certo alívio com o nono lugar e seus primeiros dois pontos da temporada depois de ter mostrado um bom ritmo, apesar das limitações da F2012


Na McLaren, uma corrida para ser esquecida. Hamilton, que largou em segundo, terminou apenas em oitavo depois de dois pit stops desastrosos da equipe, quando houve problemas com a fixação da porca da roda traseira esquerda. Jenson Button, na parte final da corrida teve de fazer uma parada extra em virtude de um pneu furado, mas duas voltas depois recolheu as boxes para abandonar.

Bruno Senna, da Williams, abandonou a prova a três voltas do final com problemas mecânicos.

O campeonato agora fica embolado. Vettel ressurge e assume a liderança da tabela com 53 pontos. Hamilton cai para segundo com 49, um ponto à frente de Mark Webber e seis de vantagem para Button. Alonso é o quinto colocado com 43.

A Fórmula 1 inicia a fase europeia com o GP da Espanha, em Barcelona, no dia 13 de maio. Antes, porém, a categoria se reúne no circuito de Mugello, na Itália, para dois dias de testes coletivos nos dias 1-3 de maio.

confira o resultado do GP do Bahrein:

1) Sebastian Vettel (ALE/Red Bull-Renault), 57 voltas em 1h35min10s990
2) Kimi Raikkonen (FIN/Lotus-Renault), a 3s300
3) Romain Grosjean (FRA/Lotus-Renault), a 10s100
4) Mark Webber (AUS/Red Bull-Renault), a 38s700
5) Nico Rosberg (ALE/Mercedes), a 55s400
6) Paul di Resta (GBR/F orce India-Mercedes), a 57s500
7) Fernando Alonso (ESP/Ferrari), a 57s800
8) Lewis Hamilton (GBR/McLaren-Mercedes), a 58s900
9) Felipe Massa (BRA/Ferrari), a 1min04s900
10) Michael Schumacher (ALE/Mercedes), a 1min11s400
11) Sergio Pérez (MEX/Sauber-Ferrari), a 1min12s700
12) Nico Hulkenberg (ALE/Force India-Mercedes), a 1min16s500
13) Jean-Éric Vergne (FRA/Toro Rosso-Ferrari), a 1min30s300
14) Kamui Kobayashi (JAP/Sauber-Ferrari), a 1min33s700
15) Daniel Ricciardo (AUS/Toro Rosso-Ferrari), a 1 volta 
16) Vitaly Petrov (RUS/Caterham-Renault), a 1 volta
17) Heikki Kovalainen (FIN/Caterham-Renault), a 1 volta
18) Jenson Button (GBR/McLaren-Mercedes), a 1 volta*
19) Timo Glock (ALE/Marussia-Cosworth), a 2 voltas
20) Pedro de la Rosa (ESP/Hispania-Cosworth), a 2 voltas
21) Narain Karthikeyan (IND/Hispania-Cosworth), a 2 voltas
22) Bruno Senna (BRA/Williams-Renault), a 3 voltas*

*Não completaram/número de voltas
Pastor Maldonado (VEN/Williams-Renault), 26 voltas
Charles Pic (FRA/Marussia-Cosworth), 25 voltas


23.2.12

Um pouco de Brasil: B. Senna


19 – Bruno Senna

Nome:
Bruno

Sobrenome:
Senna Lalli

Nacionalidade:
Brasil(Brasileira)

Naturalidade:
São Paulo

Nascimento:
15/09/1983

Estado civil:
Solteiro

Altura:
1,77m

Peso:
62kg

Tipo Sanguineo
B+

Hobbies
Música, tênis e ciclismo

GPs:
26

Vitórias
0

Pontos:
2

Poles:
0

Pódios:
0

Voltas mais rápidas:
0

Média de postos/GPs:
0,01

Ano de Estréia na f1
Bahrain, 2010

Escuderia atual
Willians

Campeonatos ganhos
0

Salário estimado:
1,0 milhão de dolares

Site Oficial:
http://www.bsenna.com.br/

Curiosidades:

*Foi piloto de teste da equipe Redbull durante a temporada de 2008, alem de ser em 2005 vice-campeão BMW Adac; vice-campeão F3 Euroseries em 2007 e vice-campeão GP2 Ásia em 2008.

*O moço é sobrinho de um certo Ayrton Senna e filho de Viviane Senna, irmã mais velha de Ayrton e diretora do Instituto Ayrton Senna.

*Bruno reside em Mônaco

*Perguntado sem a sua semelhança física com seu tio já havia lhe causado situações pitorescas Bruno contou: “E m 2005, fui guiar uma McLaren que havia sido do Ayrton. Quando cheguei no caminhão da equipe, um dos mecânicos da época dele me viu, se assustou e saiu correndo. Depois de um tempo, vieram me contar que ele achou que tinha visto uma assombração. Também percebo pessoas que ficam olhando para a minha cara, analisando quanto me pareço com ele. E muita gente já se emocionou só de apertar a minha mão. Mas a situação mais estranha foi com um jornalista. Ele teve a coragem de perguntar se o fato de eu me parecer fisicamente com o Ayrton era uma estratégia de marketing. Pô, não tem cabimento eu fazer plástica para lutar contra a minha genética!”

*Um ano após a morte do tio Bruno perdeu outra figura masculina o seu pai Pedro Lalli. Foi criado pela mãe e pelos avós. O “seu Miltao” pai de Ayrton emplacou outro pilto e corridas...

13.2.12

B. Senna :“Meu avô ficou chateado comigo”


Uma das melhores entrevista que li. Essa entrevista foi feita com B. Senna ano passado pela revista Isto é. Vale apena conferir. Reproduzi ela abaixo:


Foi em 7 de novembro de 1993 que Ayrton Senna pontuou pela última vez na Fórmula 1. Marcou dez pontos ao cruzar em primeiro a linha de chegada no Grande Prêmio da Austrália. Meses depois, no ano seguinte, perdeu a vida numa curva do GP de Ímola, na Itália. Quis o destino que um circuito italiano, o de Monza, fosse palco da ressurreição da dinastia Senna.

Bruno, 27 anos, sobrinho do tricampeão Ayrton, fechou a corrida, no domingo 11, na nona colocação a bordo da Lotus Renault. Anotava, assim, os primeiros dois pontos de sua carreira e escrevia novamente, depois de quase 18 anos, o nome Senna na estatística do automobilismo mundial. Tratava-se da sua segunda corrida na F-1 neste ano, em substituição ao alemão Nick Heid¬feld – um feito respeitável para um piloto que estreou em 2010, mas apenas passeou pelas pistas de tão fraca que era a Hispania, equipe que defendia naquela temporada. Morando sozinho no principado de Mônaco e recém-contratado pela Lotus até o final desta temporada, Bruno fala à ISTOÉ sobre o déficit que possui como piloto por ter sido proibido de correr após a morte do tio, o assédio feminino e os prós e contras do sobrenome que é sinônimo de vitória, superação e, agora, ressurreição.

"O Ayrton, às vezes, passava dos limites, era muito agressivo.
Eu sou mais suave que ele (no estilo de guiar o carro)"

"Nelsinho (Piquet) é um cara de talento,
tinha chance de ser bem-sucedido na F-1, mas
perdeu a chance porque tomou decisões erradas"

ISTOÉ -
Qual a primeira coisa que pensou quando recebeu a bandeirada final, em Monza, e marcou seus primeiros dois pontos na F-1?
BRUNO SENNA -
Que não queria que a corrida acabasse. Queria ter mais duas voltas para ir atrás do (piloto escocês) Paul di Resta (que terminou na frente do brasileiro). Tirei cinco segundos dele em três voltas e estava próximo de ultrapassá-lo. Eu estava me divertindo! Comemorei pelo telefone com a minha mãe e meus familiares.
ISTOÉ -
Está preparado para ser um herói nacional?
BRUNO SENNA -
(risos) Ser esportista no Brasil não é fácil. A expectativa é muito alta. Aqui as pessoas torcem para quem ganha e não para quem está competindo. Eu corro porque gosto e não para ser herói, satisfazer as pessoas. É a minha paixão. Se meus resultados forem bons para eu ser admirado, vou ficar contente. Mas preciso focar no que estou fazendo dentro da pista e não no heroísmo da situação. Ainda não sei se estou preparado para viver o que meu tio viveu. É muita responsabilidade.

ISTOÉ -
Além do sobrenome, você tem traços físicos semelhantes aos de Ayrton. Já passou por situações pitorescas por conta disso?
BRUNO SENNA -
Em 2005, fui guiar uma MacLaren que havia sido do Ayrton. Quando cheguei no caminhão da equipe, um dos mecânicos da época dele me viu, se assustou e saiu correndo. Depois de um tempo, vieram me contar que ele achou que tinha visto uma assombração. Também percebo pessoas que ficam olhando para a minha cara, analisando quanto me pareço com ele. E muita gente já se emocionou só de apertar a minha mão. Mas a situação mais estranha foi com um jornalista. Ele teve a coragem de perguntar se o fato de eu me parecer fisicamente com o Ayrton era uma estratégia de marketing. Pô, não tem cabimento eu fazer plástica para lutar contra a minha genética!
ISTOÉ -
Como o fato de perder duas referências masculinas muito cedo (o pai e o tio) influenciou na sua trajetória?
BRUNO SENNA -
A perda do Ayrton teve impacto mais direto na minha carreira, porque foi no ano em que eu iria começar a correr de kart profissionalmente. E a perda do meu pai teve influência na minha formação psicológica. Ele era extremamente organizado, inteligente, tinha um jeito metódico, sério. Honestamente, minha mãe e meus avós fizeram um ótimo trabalho de criar três crianças de pouca idade. É muito interessante (pausa) ver que as grandes dificuldades criam novas oportunidades.
ISTOÉ -
Recebe salário ou está pagando para correr na F-1?
BRUNO SENNA -
Tenho salário do grupo Lotus, que faz os carros de rua, separado do da equipe. E recebo comissão sobre os patrocínios (Gillette, Embratel e OGX) que levo para a equipe. A negociação que fiz com a Lotus era para entrar na equipe e não ganhar dinheiro, que é secundário para mim neste momento. Cláusulas no contrato me impedem de falar de cifras – algumas delas, também, me impedem de praticar esporte de risco, como mountain bike e esqui na neve. Tenho uma vida confortável, a Lotus me deu um carro para andar em Mônaco e, no final do ano, já pensam em trocá-lo por um mais especial. Não preciso de grandes coisas (materiais) para estar tranquilo.
ISTOÉ -
Quais os prós e os contras de ser um Senna?
BRUNO SENNA -
Consegui financiar a carreira com patrocinadores, fazer bons relacionamentos com pessoas por causa do Ayrton e do Instituto (Ayrton Senna). E teve a pressão, que me fez aprender mais. Mas o que pega no sobrenome é o seguinte: no automobilismo, eu tenho de provar muito mais do que os outros que têm histórico semelhante ao meu. Em quatro anos de corridas, eu fui capaz de ser vice-campeão na GP2, ter a chance de fazer um teste de F-1 (na extinta equipe Honda, em 2008), mas não foi suficiente. Tenho que provar duas vezes mais que os outros para me darem crédito. E isso é difícil. Tenho muito orgulho de ter esse sobrenome, mas não é fácil ser um Senna. Pensei em adotar o sobrenome do meu pai (Lalli), no começo da carreira, em 2004. Mas iria demorar cinco minutos para descobrirem e desisti.
ISTOÉ -
Depois da morte de Ayrton, você foi proibido de competir. Parou aos 10 anos de idade e só retornou oito anos depois. É uma desvantagem em relação aos seus adversários?
BRUNO SENNA -
Sei que tenho essa desvantagem em relação aos outros pilotos. Mas, ao mesmo tempo, sempre aprendi muito rápido no automobilismo, porque não tinha outra chance. Para quem está pulando etapas como eu, estou bem competitivo. O que falta para mim é não ter ganho um campeonato, como uma GP2, uma Fórmula 3.
ISTOÉ -
Como reagiu à proibição da sua família de guiar carro de corrida?

BRUNO SENNA -
Não deixei de gostar de corrida nem fiquei com medo (depois da morte do tio). Foi difícil ficar sem correr. Quanto mais o tempo passava e via a molecada correr eu ficava mais chateado. Fiquei quieto um tempão. Aos 18 anos, falei para a minha mãe que queria correr de kart – e ela achou que fosse diversão de moleque. Passei um ano e meio quebrando costelas e foi aí que ela descobriu que era sério. Meu avô (Milton, pai de Viviane e Ayrton) ficou chateado comigo. Imagina como deve ter sido duro para ele quando o Ayrton faleceu. Ele não queria arriscar tudo novamente, não queria que a história da família se repetisse. Foram necessários alguns anos para que ele amolecesse. No começo, minha família foi contra. Hoje, depois de um tempo não admitindo que estava gostando (de vê-lo correr), meu avô demonstra estar mais contente.
ISTOÉ -
Como soube da morte de Ayrton?
BRUNO SENNA -
A gente estava em casa, quando aconteceu o acidente. Começou um bafafá porque ninguém sabia ao certo. Fui para a casa de um amigo. O plantão da Globo entrava no ar a todo momento e a música da vinheta não deixava ninguém feliz. Hoje, não sinto nenhuma falta dessa vinheta.
ISTOÉ -
O que achou do documentário sobre Ayrton, que está sendo cotado para concorrer ao Oscar?
BRUNO SENNA -
É um grande tributo ao Ayrton. Conseguiu mostrá-lo como pessoa. Ninguém é perfeito. E não adianta endeusar o Ayrton. Ele fazia as coisas da maneira que ele acreditava. Às vezes, era muito agressivo.
ISTOÉ -
Qual a imperfeição de Ayrton?

BRUNO SENNA -
(risos) Defeito do Ayrton? Acho que ele tinha tanta vontade de vencer que, às vezes, como muitos campeões, passava dos limites. Ele acreditava muito nas coisas e ficava muito afetado por aquilo que ele achava injusto.
ISTOÉ -
Enxerga características de Ayrton em algum piloto da atualidade?
BRUNO SENNA -
Cada piloto é um pouquinho do Ayrton. O Lewis (Hamilton, inglês) tem o arrojo e a agressividade. O (alemão Sebastian) Vettel, a performance em treinos de classificação. Ter tudo dele já é mais complicado. Eu sou mais suave que o Ayrton (no estilo de tocar o carro).
ISTOÉ -
Ayrton não entregava posição para companheiro de equipe sob ordens do chefe, como assistimos a Rubens Barrichello e Felipe Massa fazer. Qual seria a sua conduta?
BRUNO SENNA -
Depende. Se tiver de fazer isso para salvar a minha pele, o que vou fazer? Penso em nunca estar numa situação como essa. Mas não existe quem jogue fora a chance de ser piloto de F-1 por não ceder a uma ultrapassagem. Meu tio nunca precisou fazer isso porque sempre era o mais rápido.
ISTOÉ -
Qual o seu sentimento como torcedor ao ver um brasileiro entregar uma posição, como ocorreu com Rubinho?
BRUNO SENNA -
De injustiça. Porque ele fez uma corrida boa (no GP da Áustria, em 2002) e a equipe o fez entregar para o (alemão Michael) Schumacher. Criou uma situação desconfortável. Mas ele teve de fazer isso porque a situação política dele na Ferrari era complicada. Rubinho não tinha chance. Muitos o crucificam, mas deveriam crucificar a equipe. Entendo o olhar do torcedor, mas o esporte não é só uma atividade de prazer para o esportista; é o trabalho dele. Em relação ao Massa ter passado pela mesma situação (no GP da Alemanha, em 2010), volto a dizer que quem toma a decisão é a equipe e não o piloto. Já o Nelsinho (Piquet) viveu um episódio absurdo (por ordem da equipe, jogou de propósito seu F-1 contra a mureta no GP de Cingapura, em 2008, para beneficiar o espanhol Fernando Alonso, seu companheiro de equipe na época). Colocou em risco a vida dele e a de outras pessoas. Nelsinho é um cara de talento, tinha grande chance de ser bem-sucedido na F-1, mas perdeu a chance dele porque tomou decisões erradas.
ISTOÉ -
Por que Rubens Barrichello não foi campeão do mundo?
BRUNO SENNA -
Simples: porque teve o piloto mais bem-sucedido na história da F-1 como companheiro na Ferrari (Mi¬chael Schumacher) e esse cara estava na posição de número 1 da equipe.
ISTOÉ -
Aos 27 anos, como se diverte fora do cockpit, morando em Mônaco?
BRUNO SENNA -
Gosto de pedalar bastante. Tenho amigos com quem saio para jantar e beber. No começo do ano, ainda como terceiro piloto e sem correr, saía muito mais. Minha bebida preferida é uísque puro, porque não dá ressaca no dia seguinte. Agora, com oportunidade de voltar a correr na F-1, esqueci completamente de sair, beber e dormir tarde.
ISTOÉ -
Você namora a atriz húngara Kiss Ramóna?
BRUNO SENNA -
Terminei com a Gaelle Gros¬jean (irmã do piloto francês Romain Grosjean) em novembro do ano passado. Conheci a húngara em um Grande Prêmio e a gente se deu bem, mas não estou namorando. Não tem como namorar alguém que mora tão longe.
ISTOÉ -
Recebe cantadas pitorescas?
BRUNO SENNA -
Não dou muita abertura para isso. Às vezes, pedem para autografar na região do peito. Mas é fato que na F-1 as coisas são mais fáceis, tem aquelas mulheres mais atiradas. Como tive uma criação pautada por mulheres, já que perdi meu pai e meu tio cedo, aprendi a respeitar mais a mulherada do que os homens em geral. Mas, ó, eu gosto de uma loira.

9.2.12

Hoje é dia das ferras

A F1 terá um conjunto de pilotos completamente novo em relação aos dois primeiros dias durante a execução da terceira sessão de treinos livres da pré-temporada, nesta quinta-feira (9) em Jerez. Com exceção de Nico Rosberg, Jules Bianchi e Sergio Pérez, oito competidores farão suas respectivas estreias no comando dos carros destinados à disputa do Mundial de 2012, incluindo Bruno Senna, que fará sua estreia com o carro da Williams, o FW34 equipado com motor Renault.

O dia vai marcar o retorno de Sebastian Vettel. Ao longo dos dois primeiros dias de treinos, o australiano mostrou bom ritmo e foi o mais rápido dentre os pilotos que guiaram carros novos — o melhor tempo da semana até o momento é de Michael Schumacher, estabelecido com o antigo Mercedes W02.

Outros dois campeões mundiais também farão suas respectivas estreias nesta quinta-feira no circuito andaluz. Lewis Hamilton assume o cockpit do McLaren MP4-27, ocupado nos dois primeiros dias pelo também campeão, Jenson Button, e vai seguir o trabalho de avaliação do novo modelo e também dos novos compostos disponibilizados pela Pirelli.

Fernando Alonso, por sua vez, vai guiar a Ferrari F2012 diante dos seus fãs em Jerez de la Frontera. O espanhol terá a chance de pilotar o novo carro da equipe de Maranello, ocupado por Felipe Massa durante a primeira metade da pré-temporada. Sem se preocupar com a performance em voltas rápidas, a Ferrari concentra seus trabalhos na avaliação aerodinâmica da F2012, sobretudo da parte traseira.

Rosberg encerra a semana de testes para a Mercedes ainda nesta quinta. A escuderia prateada optou por um cronograma mais simples e focado apenas no estudo dos novos pneus Pirelli. Dessa forma, o time visa acumular informações para colocar em prática nas simulações finais do novo W03, que será lançado no próximo dia 21, antes do início dos testes de Barcelona.

Romain Grosjean vai guiar pela primeira vez o Lotus E20. O francês, que volta à F1 depois de dar a volta por cima na carreira ao ter vencido os títulos da AutoGP, em 2010, e da GP2, no ano passado, vai completar o cronograma de testes pela escuderia britânica até sexta-feira. Bianchi, por sua vez, completará um dia de treinos nesta quinta ao participar novamente da tomada de tempos na parte da manhã pela Force India. Após a pausa para o almoço, será a vez de Nico Hülkenberg pilotar o VJM05 pela primeira vez.

Twitter/Williams
Bruno Senna fará sua estreia pela Williams nesta quinta-feira no circuito andaluz


Pérez participade seu último dia de treinos em Jerez antes de entregar o comando do Sauber C31 de volta a Kamui Kobayashi, que guiou o novo modelo do time suíço na terça-feira. Quem também faz sua estreia nesta quinta é Jean-Éric Vergne, novo titular da Toro Rosso, que vai substituir Daniel Ricciardo na sequência dos trabalhos no circuito andaluz. Giedo van der Garde, novo test-driver da Caterham, ganhou um dia inteiro de testes e terá a chance de guiar o CT01 antes de Jarno Trulli, que o fará na sexta.

A HRT, por sua vez, não deve participar da sessão de treinos desta quinta-feira. As atividades de pista em Jerez terão duração de oito horas, com início previsto para 9h (horário da Espanha) ou 6h (horário de Brasília).

fonte:grande premio

esse dia promete

17.1.12

Agora é oficial: Senna na Willians

A Williams confirmou nesta terça-feira (17) que Bruno Senna será titular nesta temporada após divulgar o perfil do piloto, já com o uniforme da escuderia, ostentando em destaque o patrocínio da Embratel

A Williams oficializou na manhã desta terça-feira (17) que Bruno Senna será titular no Mundial de 2012. A escuderia de Grove deixou vazar o perfil do brasileiro em seu site oficial, com Senna devidamente uniformizado, ostentando em destaque o logotipo da Embratel logo abaixo da PDVSA, patrocinadora de Pastor Maldonado. Minutos depois, a página saiu do ar, provavelmente pelo número de acessos.

Bruno ocupará o lugar que foi nos últimos dois anos de Rubens Barrichello, conforme informou, ainda em dezembro de 2011, o jornalista Ricardo Boechat, do Grupo Bandeirantes, endossado pelo Grande Prêmio na última segunda-feira. O recordista de largadas na F1 fica assim praticamente sem chances de dar sequência à sua carreira na categoria.

Em sua página no Twitter, Barrichello escreveu antes da oficialização de Senna na Williams: "Pois é, não estarei guiando o carro da Williams este ano. Desejo ao meu amigo Bruno Senna muita sorte", comentou o veterano, não sem antes avisar: "O futuro está em aberto."

Em seu comunicado oficial, a Williams confirmou que Bruno vai guiar um carro da equipe pela primeira vez no início dos testes da pré-temporada em Jerez de la Frontera, na Espanha, no próximo dia 9 de fevereiro. O brasileiro recebeu elogios de seu novo patrão, Frank Williams, o último chefe de equipe de seu tio, Ayrton Senna. O dirigente britânico destacou a carreira curta de seu mais novo contratado e revelou que o paulista foi submetido a uma avaliação técnica antes de ter sido finalmente oficializado nesta terça-feira.

“Bruno apenas começou a correr quando ele tinha 20 anos, mas rapidamente provou seu talento na F3 e na GP2. Em uma temporada muito disputada, Bruno terminou em segundo no campeonato com vitórias notáveis em Mônaco e Silverstone, esta última na chuva. As circunstâncias das duas temporadas de Bruno na F1 não deram a ele a oportunidade de corresponder de maneira consistente, por isso foi essencial que gastássemos muito tempo com ele para entendê-lo e avalia-lo como piloto”, comentou Williams.

“Temos feito isso tanto na pista quanto no nosso simulador e ele provou que é rápido, tecnicamente perspicaz e principalmente capaz de aprender e pôr em prática seus conhecimentos de maneira rápida e consistente. Agora estamos ansiosos para ver seu talento em nosso carro de corrida”

Depois de se arrastar no fundo do grid com a fraca HRT em sua estreia, em 2010, e após completar oito GPs pela Renault no ano passado, quando conquistou seus primeiros pontos na F1, em Monza, Senna integra uma das mais tradicionais equipes da categoria, ainda que esta esteja em baixa, sobretudo depois de um Mundial ruim na última temporada. Bruno destacou o passado glorioso da Williams e acredita que pode fazer o time a dar a volta por cima em 2012.

“Eu me sinto muito privilegiado pelo fato de a Williams ter me escolhido como um dos seus pilotos. A equipe tem uma grande herança, e espero que eu possa ajudar a escrever um grande capítulo em sua história. O processo de avaliação tem sido intenso e metódico, mas o tempo que eu passei na fábrica demonstrou que a equipe tem grandes pessoas e todos os recursos necessários para alcançar melhores coisas nesta temporada”, falou o novo piloto da Williams.

O nome Senna voltará a ser estampado no cockpit da Williams 18 anos depois. Bruno disse que deverá trabalhar com alguns integrantes da equipe que chegaram a trabalhar com o tio tricampeão mundial em 1994. “Vai ser muito interessante pilotar para a equipe que meu tio guiou, particularmente porque algumas pessoas aqui trabalharam com Ayrton. Espero que nós possamos trazer de volta alguns momentos e criar alguns grandes outros.”

Por fim, Bruno, exultante por ter sido confirmado na equipe de Grove, agradeceu ao apoio e à torcida dos fãs brasileiros. “Eu também quero conquistar alguns bons resultados para retribuir o apoio que meu país me deu para chegar a esta posição hoje. Estou muito orgulhoso de ser brasileiro e mais motivado do que nunca para demonstrar o que eu posso fazer. Desde a primeira vez que eu sentei no kart, jamais quis fazer outra coisa”, concluiu Senna.

16.1.12

um Senna na Williams

VICTOR MARTINS [@vitonez]
de São Paulo

Só falta a oficialização. Bruno Senna será titular da Williams na temporada 2012. O brasileiro negociava sua ida para Grove desde 2011, ano em que disputou oito corridas pela Renault (atual Lotus), mas foi dispensado por Eric Boullier no fim da temporada. Senna ocupará o lugar que era de Rubens Barrichello até o ano passado.

Restava o contrato — na linha prática e legal, tudo —, e Senna era o que mais tinha pressa em negar a assinatura tão logo os rumores e confirmações extraoficiais surgiam com força — a última, a de Eike Batista no Twitter. Agora já não há mais o que desmentir.

Bruno assinou o contrato com a Williams na manhã desta segunda-feira (16) na Inglaterra. A quantia que vai levar aos cofres meio esvaziados de Grove foi fundamental — e era razoavelmente maior que a de Sutil, que se vê ameaçado de, além de ficar fora da F1, ser preso, e muito superior que a de Barrichello.

A base é o dinheiro da OGX de Eike. Embratel e Gillette/P&G também contribuem com o patrocínio para o piloto. O negócio beira algo em torno de R$ 29 ou 30 milhões, segundo os rumores da mídia europeia.

Assim, 18 anos depois da morte de Ayrton, a Williams vai voltar a ter um Senna em seus carros. Bruno, 28, de sobrenome Lalli, uma temporada pela Hispania e oito corridas pela Lotus Renault no ano passado, vai repetir o tio e guiará a Williams Renault em 2012. A escuderia de Grove também contará com os serviços de Pastor Maldonado, piloto bancado pela PDVSA, petrolífera estatal venezuelana.

Em teoria, restaria apenas uma vaga para Barrichello dar sequência à sua carreira na F1, na HRT. Entretanto, a cúpula da equipe espanhola, que já tem o experiente Pedro de la Rosa como titular para 2012, já deixou claro que gostaria de contar com um piloto mais jovem no seu segundo cockpit. Dessa maneira, assim como o recordista de largadas na F1, Vitantonio Liuzzi também está descartado. Assim, Rubens não tem chances de continuar como titular na F1 depois de completar 19 temporadas na categoria.
(fonte: Grande Prêmio)

16.12.11

Bruno Senna afirmou que cogita participar da Nascar

Bruno Senna afirmou que cogita participar da Nascar ou da GP2 caso acabe sem vaga na F1. O piloto, no entanto, disse que ainda tem esperanças de arrumar o posto de titular em algum time para 2012.

“Se tudo der errado na F1, talvez seja hora de ir para os Estados Unidos e fazer alguma coisa diferente. É muito difícil que eu vá para a Indy porque não estou em busca da combinação circuitos ovais e monopostos e não tenho certeza se minha família iria permitir, então seria a Nascar”.

“É importante não ir direto para a divisão principal, porque seria um erro muito grande. Então eu teria que começar subindo como se fosse da F3 para a F1 novamente”.

“Você precisa estar na equipe certa para vencer, então se não estiver no lugar certo e na hora certa, não conta. GP2 é só uma opção se todo o resto falhar”.

“Há algumas equipes que estão no ar por conta de contratos, então nem tudo está perdido. A competição é forte e eu espero ser um dos vencedores dessa dança das cadeiras”,

26.11.11

E os Brasucas em Interlagos

Os brasileiros tiveram um sábado positivo na medida do possivel em Interlagos.

Felipe Massa (7º): “Eu esperava mais da última classificação no ano e definitivamente não posso ficar feliz com a 7ª posição. Infelizmente, não encontramos o acerto ideal do carro durante o final de semana. Foi um dia complicado, tivemos de usar dois jogos de pneus macios no Q2 e paguei por isso no Q3, já que só pude completar uma tentativa. As condições podem mudar para a corrida se chover, mas é difícil prever qualquer coisa. O importante é estar preparado para todas as situações. Farei o máximo para terminar bem o final de semana e finalmente conseguir um pódio no fim de uma temporada tão complicada”.

Bruno Senna (9º): “Eu não esperava passar para o Q3 quando o final de semana começou. Sabíamos que tínhamos um bom potencial, mas não estávamos certos em realação aos outros times. O R31 se comportou muito bem. No Q2, a equipe fez um ótimo trabalho. Tivemos pneus usados para a última fase do treino, o que foi uma pena, porque o resultado poderia ser ainda melhor. De qualquer maneira, largar entre os dez primeiros já foi uma vitória”.

Rubens Barrichello (12º): “Me sinto ótimo. Fico muito feliz por ter conseguido uma volta tão boa, pela equipe, pelos fãs e pela minha família que está me acompanhando nesse final de semana. Tenho de fazer mais 71 voltas como essa na corrida, mas temos uma boa chance de conquistar um resultado competitivo”.


Amanha é dia de casa cheia e com previsão de chuva, autodromo cheio... imagine se tivessemos um piloto em condições de lutar por algum resultado espressivo.

2.10.11

B.Senna ressalta o seu aprendizado, mas ainda não está satisfeito

Após três corridas como piloto da Renault, Bruno Senna entende que ainda tem muito o que aprender e ressaltou a maior experiência dos outros pilotos do grid, sobretudo no trato com os pneus

Em entrevista concedida ao site da Renault em prévia visando o GP do Japão, Bruno, quando questionado se já se considera no mesmo nível dos outros pilotos da F1, negou. “Não ainda, sem dúvidas, eles ainda têm vantagem porque eles completaram mais corridas do que eu. Até agora, eu guiei em três circuitos bem diferentes e em condições muito diferentes. Suzuka também será outra corrida tradicional onde tenho experiência limitada”.

“Estou me envolvendo e aprendendo com os outros pilotos do grid, mas eles têm considerável experiência a mais do que eu e muito conhecimento sobre os pneus, também”,
“Sim, estou convencido de que será o caso. A característica de baixa velocidade de Cingapura fez de lá o pior circuito para nós em termos de rendimento”.

“Isso nos entristeceu um pouco, mas com as atualizações que temos planejado para Suzuka, devemos ser fortes lá, e espero que possamos conseguir colocar os dois carros nos pontos novamente, que é o lugar onde pertencemos”

“Se pudermos acrescentar algo no carro aqui e ali, isso vai nos ajudar. Precisamos permanecer à frente das equipes atrás de nós, em particular, a Force India. Se nós pudermos reduzir a diferença para a Mercedes na quarta posição, seria um grande impulso para a equipe, mas prioridade é manter a quinta posição e manter os adversários longe”.

23.9.11

Que um avô esteja feliz


É por pequenas coisas que se gosta mais deste ou daquele piloto, pode não ser o melhor do mundo, mas tem algo que não sei como, cai de forma diferente nos nossos gostos.
Levante a mão que não começou a ver o Bruno pelo fato do moleque ser o sobrinho de um certo Ayrton Senna. Um nome que abre e fecha portas com uma velocidade impressionante. A primeira vista abre e gera responsabilidade, mas a maior responsabilidade é ser filho de Viviane e neto de Miltão, Pai de Ayrton
"O meu grande sonho é ganhar uma corrida na F1 para o Miltão ver..." quem diz isso, sabe de antemão que tem que vencer muitas adversidades, mas enquanto tiver capacidade de ser rápido e tiver forças, vai lutar por isso, é uma questão de fé, de criação, de amor, de paixão por algo que não começou no tio, mas sim com Vovô.
Ayrton foi o primeiro expoente dessa paixão. Bruno perdeu o pai ainda jovem e a figura masculina em casa passou a ser o avô e o outro tio, Leonardo, e sabe de antemão a alegria que trará ao avô ver ele vencer corridas na F1, alegria essa perdida pelo desaparecimento de Ayrton.

Bom, espero que o vovô tenha muito motivo para ser orgulhar, pois o rapaz parece merecer esse longo caminho.

15.9.11

Bruno Senna e o francês Romain Grosjean podem ser companheiros em 2012


A equipe Lotus Renault, que começou a atual temporada da Fórmula 1 com a dupla formada pelo alemão Nick Heidfeld e o russo Vitaly Petrov, pode contar com outros dois pilotos no ano que vem: o brasileiro Bruno Senna e o francês Romain Grosjean. As informações são da revista alemã Auto Motor und Sport.

Quem também está na briga por uma vaga na equipe é Robert Kubica, que sofreu grave acidente em rali na Itália, em fevereiro. O piloto tem se recuperado bem e deve pilotar um carro da World Series ou da GP2 no mês que vem. No entanto, ele não tem contrato firmado com a escuderia

Heidfeld, que substituiu o polonês durante boa parte do ano, foi desligado do time para a entrada do brasileiro Bruno Senna, que correu as duas últimas etapas do calendário, em Spa-Francorchamps e em Monza. Após substituir o alemão, o sobrinho de Ayrton pode tirar Petrov da equipe, mesmo com o fato do russo já ter contrato para o ano que vem. De acordo com o periódico alemão, Senna tem mais potencial para coletar patrocinadores no Brasil (ele já é patrocinado pela Gillette, OGX e Embratel) do que Petrov na Rússia.

Grosjean, por sua vez, tem se destacado na GP2, onde foi campeão nesta temporada, e é tido como uma das grandes promessas no automobilismo. Ainda segundo a publicação, se o jovem francês for confirmado na escuderia em 2012, é bastante provável que os motores continuem sendo da Renault, mesma fornecedora da campeã Red Bull - o chefe de equipe, Eric Boullier, admitiu que tem um "plano B", a Cosworth, caso não seja firmado um acordo com a atual montadora.

30.8.11

Bruno estaria negociando com Eike Batista

Como já se sabe, Bruno Senna será titular na Lotus Renault nas etapas da Bélgica e da Itália. O que não se sabe é se o brasileiro continua ou não até o fim da temporada. Romain Grosjean, também reserva da equipe francesa e atualmente com uma mão na taça na GP2, pode figurar como um duro adversário para as pretensões de Bruno no restante da temporada, especialmente porque conta também com a simpatia do chefe Eric Boullier. Mas o que parece certo mesmo é que Nick Heidfeld não volta mais. Sacado sem dó do time, o alemão já tratou de buscar seus direitos na justiça.

E diante de uma eventual disputa pela vaga de titular, Senna poderia contar com o forte apoio do empresário Eike Batista. Nesta quinta-feira (25), surgiu a notícia de que Batista será um dos patrocinadores do piloto na Renault na F1. A informação foi dada pelo colunista de ‘O Globo’ Ancelmo Gois, sem dizer, entretanto, que empresas poderiam apoiar o brasileiro, visto a gama de opções pertencentes ao bilionário mineiro.

O BloGP, porém, apurou que não há nada ainda neste sentido e que não há também um comprometimento por parte de Senna em termos de patrocínio com a Renault neste momento. Mas o sobrinho de Ayrton Senna estaria disposto, desde que diante de um contrato duradouro, ajudar a equipe francesa no contato com as empresas brasileiras, na tentativa de assegurar um lugar em 2012.

fonte:blog gp e grande premio