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15.11.12

O projeto do Autódromo de Deodoro, na cidade do Rio de Janeiro


Por fim consegui... imagens do projeto do novo Autódromo do Rio, que a prefeitura da cidade do Rio de Janeiro pretende construir na região de Deodoro.

A área escolhida pertence ao Exército e fica próxima ao Complexo Esportivo de Deodoro, que foi usado durante o Pan-2007 e no Rio 2016 a área vizinha ao futuro autódromo será o Parque Radical dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016.
O Autódromo de Deodoro, deverá ser capaz de receber competições internacionais. E o objetivo é que não receba apenas competição automobilísticas mas também outras atividades e eventos.

A princípio, a intenção é que seja erguido um espaço poliesportivo dentro do autódromo, como quadras descobertas e um complexo aquático, o que viria beneficiar moradores das comunidades carentes vizinhas ao novo autódromo em mais de 10 bairros. O esboço do projeto conta com uma pista de 4.715,7 metros em seu maior traçado, com 19 curvas, além de um circuito oval. Pela extensão, torna-se uma pista padrão A na classificação da FIA, isto é, teoricamente poderia receber a F1. A área também conta com um kartódromo de 1.344 m que o Rio carece...

A área de Boxes será ampla, com dois andares, sendo um em Mezanino.

O estudo conceitual foi feito pela Federação de Automobilismo do Rio de Janeiro (Faerj) junto com o arquiteto paulista Artur Katchborian, sócio na Biselli + Katchborian Arquitetos. O presidente da entidade fluminense, Djalma Neves, afirma  que o esboço começou a ser montado "logo que a desativação do autódromo de Jacarepaguá foi confirmada, no ano passado". 



A pista parece boa será como a de Suzuka , com  passagem de nível para os carros. Larga e com vários pontos de ultrapassagem promete ser palco de boas disputas. 


O novo autódromo terá à sua disposição um estacionamento com  capacidade para pelo menos 10 mil veículos, podendo ser espandido para ate 70 mil veículos.  A estrutura também contará com áreas destinadas para cursos profissionalizantes, bares e restaurantes. 

Se tudo der certo a ideia é trazer para o Rio de Janeiro uma das etapas da Formula 1, e assim, quem sabe o   Brasil passaria a ser cede de duas etapas da categoria assim como a Espanha foi durante muitos anos.

Uma coisa legal desse projeto é que ele busca integrar o autódromo no contesto da região  tanto a nível da comunidade ao seu entorno, criando escolas de esportes, assim como também com o meio ambiente. Essa é a diferença de um Autódromo parque como esse. A unica questão será como ocorrerá a integração com os meios de trasporte publico que ate agora não foi muito discutida. Alem de que caso queiram realmente receber a F1, terá de ser construído locais de moradia temporária como Hoteis e Flat de auto padrão na região, ou uma via de fácil acesso aos já existentes. 

No entanto, a data de início das obras depende da conclusão dos estudos realizados pelo Ministério do Esporte e outros órgãos do governo. 

Vale apena esperar, rezar e aguardar....




11.11.12

Autodromo de Deodoro Rio de Janeiro, o


O Ministério do Esporte e o Governo do Estado do Rio de Janeiro apresentaram nesta sexta-feira o projeto do futuro autódromo de Deodoro, que substituirá o de Jacarepaguá, que está sendo demolido para dar lugar ao Parque Olímpico para a Olimpíada de 2016. O complexo automobilístico não deve ficar pronto antes de janeiro de 2015, mas o prefeito Eduardo Paes já prometeu começar negociação para retornar a a etapa da Fórmula 1 para a cidade, que aconteceu em Jacarepaguá de 1981 à 1989, e desde então acontece em São Paulo cujo o contrato vai possivelmente ate 2020 e rede alguns milhares de milhoes de dolares para a cidade de São Paulo todos os anos.

"Uma cidade que quer ser palco de grandes eventos precisa ter um autódromo. O Rio vai ter o mais moderno do Brasil em pouco tempo. Mais adiante pretendo começar uma negociação para trazer a Fórmula 1 para cá", declarou o prefeito.

O governo estadual construirá a pista em terreno cedido nesta sexta pelo exército, enquanto o Ministério Público apresentava o projeto. O autódromo de Deodoro, na zona oeste do Rio, ocupará uma área de mais de 2 milhões de metros quadrados, com uma estrutura melhor que o de Interlagos, alvo de críticas das equipes de Fórmula 1. A área do paddock, principal motivo de reclamação em São Paulo, será ampla e vai dispor de pé direito duplo, com espaço no mezanino para os escritórios das equipes.

"Será uma estrutura que vai atender todas as exigências da Federação Internacional de Automobilismo (FIA). O Rio de Janeiro vai poder receber todo e qualquer grande evento internacional não apenas de automobilismo como de motociclista também", garantiu o secretário de alto rendimento do Ministério do Esporte, Ricardo Leyser.

O Rio apresenta seu futuro autódromo depois do prazo prometido para a Confederação Brasileira de Automobilismo (CBA). O governo estadual e a prefeitura haviam garantido que só começariam a demolição do circuito de Jacarepaguá quando o novo já tivesse sido entregue. Mas o processo demorou e a remoção da antiga pista já está sendo feita desde julho. No próximo ano, as competições de automobilismo do estado serão realizadas em Minas Gerais.

"Isto é uma resposta para os descrentes. Disse desde o início que era uma situação complexa. Todo mundo guarda boas lembranças de Jacarepaguá e a gente não cumpriu com as exigências no seu devido tempo. Agora estamos cumprindo com a nossa obrigação", afirmou Paes.

Até julho do próximo ano o Ministério do Esporte e o governo estadual pretendem finalizar o processo de licitação para contratar os construtores da obra. A pista só deve ficar pronta na metade de 2014, mas a utilização completa com os prédios anexos está prevista para o início de 2015. O valor exato da obra não foi divulgado e só será conhecido após a finalização do projeto executivo, em fevereiro. O ministério reservou R$ 500 milhões para obras em todo o complexo de Deodoro - que inclui a estrutura de hipismo, tiro e o parque radical da Olimpíada de 2016 - no próximo ano.

O terreno era uma antiga área de treinamento para o Exército, porém o mesmo, que cedeu a área de mais de 2 milhões de metros quadrados, ainda não terminou o processo de varrição do solo do local, que ainda pode conter explosivos enterrados. 

O exército importou um dos melhores equipamentos de verificação de solo que vão ajudar a terminar a varrição do terreno dentro do cronograma, que esta quase terminando.

"O exército jamais entregaria um terreno sem totais condições de segurança. É claro que estamos falando de um terreno muito vasto, onde a vegetação já cresceu e dificulta muito. Mas vamos continuar trabalhando".disse o coronel João Ricardo Evangelho, comandante da 1ª Região Militar.

Agora é só esperar... e rezar!!

obs: em breve post mais detalhes sobre o projeto