É alguém vai precisar de mais verba para novos chassis... ou melhor para o conjunto todo. Adoro esse pessoal que faz piada da própria desgraça. Após anunciar ( o que todos já sabiam) que o piloto venezuelano Pastor Maldonado vai fazer par com o franco suíço Romain Grosjean na próxima temporada da formula - 1 postaram a foto acima. É os petrodólares do Sr. Maduro devem cobrir as perdas....
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Formula 1 Countdown
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30.11.13
22.9.13
Kimi com forte dor nas costas quase nao corre
Mesmo sofrendo de fortes dores nas costas, Kimi Raikkonen está determinado a participar do GP de Cingapura, neste domingo. Começou nos treinos livres da sexta-feira, e se agravou durante este sábado.
O finlandês correu o risco de não participar do classificatório, mas após avaliação, foi liberado. Na tomada de tempos, então, ele fechou em 13º. Ao comentar sobre sua condição, o piloto afirmou que irá disputar a prova, pois não é a primeira vez que sente o desconforto.
“Irei correr amanhã, e então veremos o que acontece. Essa não é a primeira vez que sinto essas dores nas costas, e com certeza não será a última também”, afirmou.
“Essa manhã foi muito ruim. Foi muito bom que participamos do classificatório no final, mas não foi o mais ideal”.
“Durante o último treino não consegui pilotar muito bem, então não fiz o que estava planejado. Mas infelizmente é assim, e no domingo veremos o que podemos fazer”, encerrou o finlandês
O finlandês correu o risco de não participar do classificatório, mas após avaliação, foi liberado. Na tomada de tempos, então, ele fechou em 13º. Ao comentar sobre sua condição, o piloto afirmou que irá disputar a prova, pois não é a primeira vez que sente o desconforto.
“Irei correr amanhã, e então veremos o que acontece. Essa não é a primeira vez que sinto essas dores nas costas, e com certeza não será a última também”, afirmou.
“Essa manhã foi muito ruim. Foi muito bom que participamos do classificatório no final, mas não foi o mais ideal”.
“Durante o último treino não consegui pilotar muito bem, então não fiz o que estava planejado. Mas infelizmente é assim, e no domingo veremos o que podemos fazer”, encerrou o finlandês
Vettel mais uma vez sobra
Com ritmo muito superior ao de todos os rivais, Sebastian Vettel confirmou o favoritismo dos treinos livres e conquistou, neste sábado, a pole position para o GP de Cingapura, 13ª etapa da temporada 2013 da F1. Será a quinta presença do tricampeão na posição de honra do grid em 2013, empatando com Lewis Hamilton nas estatísticas do ano.
Massa, que havia perdido para Alonso em todas as sessões desde sexta-feira, encaixou um bom giro em 1min43s890, terminando à frente do bicampeão asturiano por 48 milésimos. O GP de Cingapura será disputado neste domingo, a partir das 9h, horário de Brasília, com transmissão ao vivo pela Rede Globo. O Tazio faz o relato da prova em tempo real pelo Twitter.
Grid de largada – Marina Bay:
1º. Sebastian Vettel (ALE/Red Bull-Renault) 1min42s841
2º. Nico Rosberg (ALE/Mercedes) 1min42s932
3º. Romain Grosjean (FRA/Lotus-Renault) 1min43s058
4º. Mark Webber (AUS/Red Bull-Renault) 1min43s152
5º. Lewis Hamilton (ING/Mercedes) 1min43s254
6º. Felipe Massa (BRA/Ferrari) 1min43s890
7º. Fernando Alonso (ESP/Ferrari) 1min43s938
8º. Jenson Button (ING/McLaren-Mercedes) 1min44s282
9º. Daniel Ricciardo (AUS/Toro Rosso-Ferrari) 1min44s439
10º. Esteban Gutiérrez (MEX/Sauber-Ferrari) sem tempo
11º. Nico Hulkenberg (ALE/Sauber-Ferrari) 1min44s555
12º. Jean-Éric Vergne (FRA/Toro Rosso-Ferrari) 1min44s588
13º. Kimi Raikkonen (FIN/Lotus-Renault) 1min44s658
14º. Sergio Pérez (MEX/McLaren-Mercedes) 1min44s752
15º. Adrian Sutil (ALE/Force India-Mercedes) 1min45s185
16º. Valtteri Bottas (FIN/Williams-Renault) 1min45s388
17º. Paul di Resta (ESC/Force India-Mercedes) 1min46s121
18º. Pastor Maldonado (VEN/Williams-Renault) 1min46s619
19º. Charles Pic (FRA/Caterham-Renault) 1min48s111
20º. Giedo van der Garde (HOL/Caterham-Renault) 1min48s320
21º. Jules Bianchi (FRA/Marussia-Cosworth) 1min48s830
22º. Max Chilton (ING/Marussia-Cosworth) 1min48s930
Massa, que havia perdido para Alonso em todas as sessões desde sexta-feira, encaixou um bom giro em 1min43s890, terminando à frente do bicampeão asturiano por 48 milésimos. O GP de Cingapura será disputado neste domingo, a partir das 9h, horário de Brasília, com transmissão ao vivo pela Rede Globo. O Tazio faz o relato da prova em tempo real pelo Twitter.
Grid de largada – Marina Bay:
1º. Sebastian Vettel (ALE/Red Bull-Renault) 1min42s841
2º. Nico Rosberg (ALE/Mercedes) 1min42s932
3º. Romain Grosjean (FRA/Lotus-Renault) 1min43s058
4º. Mark Webber (AUS/Red Bull-Renault) 1min43s152
5º. Lewis Hamilton (ING/Mercedes) 1min43s254
6º. Felipe Massa (BRA/Ferrari) 1min43s890
7º. Fernando Alonso (ESP/Ferrari) 1min43s938
8º. Jenson Button (ING/McLaren-Mercedes) 1min44s282
9º. Daniel Ricciardo (AUS/Toro Rosso-Ferrari) 1min44s439
10º. Esteban Gutiérrez (MEX/Sauber-Ferrari) sem tempo
11º. Nico Hulkenberg (ALE/Sauber-Ferrari) 1min44s555
12º. Jean-Éric Vergne (FRA/Toro Rosso-Ferrari) 1min44s588
13º. Kimi Raikkonen (FIN/Lotus-Renault) 1min44s658
14º. Sergio Pérez (MEX/McLaren-Mercedes) 1min44s752
15º. Adrian Sutil (ALE/Force India-Mercedes) 1min45s185
16º. Valtteri Bottas (FIN/Williams-Renault) 1min45s388
17º. Paul di Resta (ESC/Force India-Mercedes) 1min46s121
18º. Pastor Maldonado (VEN/Williams-Renault) 1min46s619
19º. Charles Pic (FRA/Caterham-Renault) 1min48s111
20º. Giedo van der Garde (HOL/Caterham-Renault) 1min48s320
21º. Jules Bianchi (FRA/Marussia-Cosworth) 1min48s830
22º. Max Chilton (ING/Marussia-Cosworth) 1min48s930
5.2.12
Lotus E20
O retorno de Haikkonen parce que vai ter um degrau pelo menos a frente. O Lotus E20 foi apresentado na tarde deste domingo (5) em Enstone, na Inglaterra. O modelo que será guiado por Kimi Raikkonen e Romain Grosjean(os dois retornando a categoria(???) também terá o degrau no bico, tendencia entre quase todos os carros apresentados. Será que o unico degrau?



Fotos de Jerez
29.1.12
25.10.11
Karun Chandhok fora do GP da India
A Lotus confirmou na manhã desta terça-feira (25) que Karun Chandhok pilotará o T128 apenas no primeiro treino livre do GP da Índia. O piloto, que nutria a expectativa de disputar a primeira corrida de F1 da história de seu país, se mostrou decepcionado com a decisão do time.
19.8.11
Razia pode correr no GP do Brasil
Luiz Razia vem correndo fora das pistas no mesmo ritmo em que acelera seu carro na GP2. Único representante brasileiro na categoria de acesso à Fórmula 1, o baiano veio ao país nos últimos dias para negociar com patrocinadores e tentar apoio para disputar o GP do Brasil, que encerra o Mundial deste ano.
Já é certo que Razia participará dos primeiros treinos livres de sexta-feira em Interlagos e em outra etapa a ser definida. No entanto, se as conversas derem resultado, o baiano poderá ter uma chance de estrear na principal categoria do automobilismo correndo em casa, ou seja, pagar para correr.
"A possibilidade realmente existe. Mas tudo vai depender de como estará a nossa negociação com a equipe no momento da prova. Será a última etapa do campeonato, então espero que a gente consiga", disse Razia.
Na GP2, o baiano compete pela equipe júnior da Lotus, a TeamAir Asia, e os últimos bons resultados (dois pódios nas rodadas de Valência e Hungaroring) e uma pole deixaram o brasileiro animado. E como a Lotus não tem um orçamento dos maiores, uma boa injeção de dinheiro seria decisiva. É na junção desses fatores que Razia aposta.
"A gente está conversando com três empresas, que estão interessadas depois que viram a possibilidade de estampar suas marcas no carro. A equipe também está aberta para conversar. Tivemos uma reunião em Budapeste e alguns integrantes da equipe virão ao Brasil para concretizar as negociações", disse o piloto.
As conversas de Razia com seus patrocinadores também visam a uma vaga permanente na próxima temporada, já que o veterano Jarno Trulli provavelmente irá se aposentar e apenas Heikki Kovalainen deverá ser mantido pelo time. O que pode significar que o italiano não venha correr no Brasil.
O rival do baiano é o endinheirado, mas fraco, Karun Chandhok, que teve uma chance na Alemanha e foi mal. Só que, além da grana, o indiano tem outro aliado: seu agente é Bernie Ecclestone, dono dos direitos comerciais da F1. Resta saber quem terá mais apoio financeiro nessa negociação. Se depender do talento e da relação com o time, Razia lidera essa corrida.
2.8.11
Kova feliz com a volta de Trulli
Heikki Kovalainen comemorou o retorno de Jarno Trulli ao cockpit da Lotus e disse que melhora do italiano faz com que ele também tenha que se desenvolver
“O fato de o novo sistema de direção ser melhor para ele é positivo para todo o time e para mim também. Quando você está sozinho, você não sabe se está fazendo um bom trabalho ou não. Você precisa de uma boa comparação”.
“Karun teve uma performance respeitável, mas Jarno tem muito mais experiência e é exatamente isso que precisamos no time neste momento”, avaliou Kovalainen. “Posso dizer que quanto mais forte for o meu parceiro e quanto melhor ele se sentir no carro, melhor para mim, porque guiarei muito mais no limite”.
“O fato de o novo sistema de direção ser melhor para ele é positivo para todo o time e para mim também. Quando você está sozinho, você não sabe se está fazendo um bom trabalho ou não. Você precisa de uma boa comparação”.
“Karun teve uma performance respeitável, mas Jarno tem muito mais experiência e é exatamente isso que precisamos no time neste momento”, avaliou Kovalainen. “Posso dizer que quanto mais forte for o meu parceiro e quanto melhor ele se sentir no carro, melhor para mim, porque guiarei muito mais no limite”.
18.6.11
Luiz Razia e suas expectativas
O grande premio fez essa entrevista com o piloto de testes da Lotus , bem legal fala das expectativa desse jovem brasileiro
P: Um piloto sem patrocínio, mesmo que talentoso, tem espaço na Fórmula 1 hoje em dia?
Razia: Não. Não tem espaço nenhum, em nenhuma equipe. Até o Alonso levou o Santander para a Ferrari. O talento conta muito, porque para chegar nas categorias superiores ou para conseguir bons resultados, você precisa treinar e se empenhar ao máximo, mas hoje em dia o dinheiro na Fórmula 1 está valendo mais do que qualquer coisa, infelizmente.
P: Um piloto sem patrocínio, mesmo que talentoso, tem espaço na Fórmula 1 hoje em dia?
Razia: Não. Não tem espaço nenhum, em nenhuma equipe. Até o Alonso levou o Santander para a Ferrari. O talento conta muito, porque para chegar nas categorias superiores ou para conseguir bons resultados, você precisa treinar e se empenhar ao máximo, mas hoje em dia o dinheiro na Fórmula 1 está valendo mais do que qualquer coisa, infelizmente.
P: Sua meta é a de chegar quando a piloto titular na Fórmula 1?
Razia: Meu desejo era estar em 2010, depois 2011, agora é 2012 (risos).
P: A preferência será dada para a Team Lotus?
Razia: Seria ótimo ficar na Team Lotus, porque o pessoal é muito ligado, é uma equipe que te abraça. Estou muito bem ali dentro e gostaria de correr para eles. São muito acessíveis.
P: Como é se dividir entre pilotar na GP2 e ser piloto reserva da Fórmula 1?
Razia: Exige muito empenho. Nos finais de semana que tem as duas é bastante corrido, porque tenho de participar das reuniões da Team Lotus para acompanhar o que eles estão fazendo e também fazer meu trabalho na GP2, que é correr. O tempo é curto, e quando estou em casa as atividades são divididas entre academia e a equipe, com simulador, engenharia, esse tipo de coisa. Você se empenha tanto no fim de semana que, quando está em casa, quer relaxar um pouco também. A gente viaja bastante, são 19 corridas no ano, e você tem de manter seu físico sempre em dia.
P: Qual é a importância da preparação física?
Razia: É o que mais pesa. Isso inclui a alimentação também. É importante, se você está bem fisicamente, psicologicamente você também fica mais motivado, e você vai estar mais lúcido durante a corrida, sua concentração vai durar por mais tempo.
P: Qual é o papel da GP2 no processo de transição de um piloto para a Fórmula 1? É uma etapa a ser vencida ou é lá onde o piloto aprende e se molda?
Razia: Você está sempre aprendendo. Acho que até hoje o Barrichello aprende (risos). A GP2 forma muitos pilotos para a Fórmula 1, mas não necessariamente é a única. Tem outras categorias que levam direto para lá. É uma categoria que virou muito vitrine, porque está junto da Fórmula 1, e porque o carro é competitivo. A gente fica só a 2s das equipes mais lentas da Fórmula 1. É uma das melhores categorias para você se formar e obter o maior número possível de informação e técnica. Mas é muito cara. Só quem tem condições pode participar.
P: Qual das duas categorias hoje exige mais de você?
Razia: Com certeza a GP2. É uma categoria muito difícil, muito competitiva. A gente tem só meia hora de treino antes da classificação. Essa parte é importante, porque a gente tem que conseguir o máximo possível de informação do carro e dos pneus para a equipe entender o que está acontecendo no final de semana. E, quando chega a classificação, você tem de botar tudo junto naquela meia hora. São 26 carros e é diferente da Fórmula 1, que tem Q1, Q2 e Q3. A gente pega muito tráfego. É muito difícil achar uma volta, mas é assim para todo mundo. Realmente na GP2 me empenho mais, mas quando fiz a sexta-feira na F1 (na China) também foi bastante intenso.
P: Já está definido onde serão seus outros três testes da temporada?
Razia: A gente pode escolher. Depois de Monza, vamos escolher. Mas São Paulo já está certo.
P: É você que vai escolher?
Razia: Eu e a equipe. Por exemplo, no Canadá foi melhor não porque a pista é muito suja, rugosa, então era importante que os pilotos se acostumassem a ela. Se eu tirasse tempo dos pilotos, ia prejudicar o fim de semana deles.
P: Como foi o retorno da equipe depois do teste na China?
Razia: Minha sessão foi complicada, porque saí para fazer a volta de instalação, voltei e saí de novo, fiz quatro voltas e o carro quebrou. Então, não tive oportunidade de andar muito no carro. Depois, falei da minha parte, o que aconteceu, e eles mostraram a minha comparação com o Kovalainen. Tinha sido grande a diferença, porque tinha feito quatro voltas e ele tinha feito 30. Ali vi onde estava perdendo e tudo o mais, mas obviamente todo mundo sabia que faltava tempo no carro.
P: Qual foi sua sensação após o treino?
Razia: Foi um pouco frustrante. Gostaria de ter feito um trabalho melhor e não tive oportunidade, não tive tempo no carro e também só depois que foi explicado que a suspensão quebrou. A equipe não queria falar muito que a suspensão quebrou, porque é aquela questão: se não foi erro meu, foi erro da equipe. Eu falei “gente, vocês têm que falar que a suspensão quebrou, não foi culpa minha”. E eles não queriam divulgar a informação de que quebrou, porque é ruim para a equipe quando a peça quebra. Eles disseram que foi uma falha na suspensão e ponto. É difícil.
P: Como você avalia o impacto do KERS, da asa móvel e dos pneus com alto desgaste na temporada?
Razia: Eu acho que o KERS é muito positivo, até pelo papo de desenvolvimento de carros de rua. Recuperação de energia é uma das coisas em que a Fórmula 1 deveria investir mais. Com os pneus, acho que agora a Pirelli trouxe dois compostos para Canadá e Mônaco que foram positivos (macios e supermacios). Acho que essa é a fórmula que eles deviam seguir para os outros tipos de compostos, porque os outros tornaram as corridas muito artificiais. A gente viu o Alonso liderando dez voltas em Barcelona e depois de 50 voltas virando retardatário, em quinto. Então ficou bem artificial. Alguns carros conseguiram trabalhar com pneus, outros não. Então acho que foi positivo os pneus Pirelli, com certeza foi uma coisa positiva, mas é uma situação muito difícil para as equipes. Para o público é legal, mas para as equipes exige muito empenho. Quanto à asa móvel, acho que foi uma medida que eles tinham que tomar para acabar com pressões por ultrapassagem, mas agora todo mundo fala que é muito fácil ultrapassar. É difícil agradar a todos. Acho que foi uma decisão que eles tomaram pela pressão do público e até das equipes, para poder ultrapassar, e que está funcionando.
P: Particularmente, você acha que as ultrapassagens ficaram muito fáceis?
Razia: Acho que algumas vezes fica muito fácil. Mas torna a corrida mais interessante. Se você está sendo ultrapassado é ruim, mas, se você está ultrapassando, pensa “agora minha corrida vai melhorar”.
P: O que achou do desempenho de Lewis Hamilton em Mônaco e no Canadá?
Razia: Acho ele é um grande piloto, foi campeão mundial. A McLaren neste ano é a única que pode bater a Red Bull. Em algumas vezes ele forçou, como em Mônaco, e no Canadá infelizmente não pôde voltar para a corrida. Mas não acho que isso tenha a ver com a fase dele, é o seu jeito normal, e quando você está um pouco mais atrás e tem de ultrapassar, acontece de bater, e aconteceu casualmente de serem duas vezes seguidas. Mas, se você for ver anteriormente, isso não estava acontecendo. Ele foi o único que ganhou do Vettel antes do Canadá. Acho que na próxima corrida ele virá forte.
P: Você gosta da postura agressiva dele na pista?
Razia: Dentro do limite das regras, gosto. Eu acho que é a melhor coisa. O ataque é a melhor defesa.
P: Na polêmica envolvendo Felipe Massa e Narain Karthikeyan no GP do Canadá, você vê algum culpado?
Razia: Karthikeyan errou a curva, passou reto na grama e, quando voltou para a pista, estava tentando controlar o carro dele e o Massa estava vindo. Talvez o Karthikeyan não tenha visto o Massa vindo. O Massa teve de sair do trilho seco e foi pro molhado. E no molhado o pneu slick patina muito. Na hora que ele foi desviar, bateu. Foi uma situação difícil para os dois pilotos, e é difícil pra mim também julgar quem está certo e quem está errado. Mas acho que nessas situações você tem de tomar cuidado com um carro mais lento na pista, mas o carro mais lento também tem que abrir espaço para quem está chegando.
P: Como você vê a relação do público brasileiro com os pilotos? Acha que a carência de títulos depois do Senna atrapalha?
Razia: Acho que foi muito ruim o que aconteceu com o Massa em 2008, quando ele não ganhou o campeonato. Ele devia ter ganhado aquele campeonato. Seria um novo campeão brasileiro. Eu sinto pelo Massa, porque ele merecia ter ganhado naquele ano. Mas ainda vai chegar outro piloto que vai ter a oportunidade e vai conseguir. Demorou muito para um alemão conseguir um título, aí chegou o Schumacher, fez aquilo tudo e você vê agora a quantidade de alemães na Fórmula 1. São fases. A gente vai ter que segurar a onda e tentar, tentar, tentar até conseguir.
P: Felipe Massa e Rubens Barrichello são bons modelos para sua geração?
Razia: São sim. Pilotos extremamente profissionais. O Massa, comparando com o Alonso, que é considerado o melhor piloto por muitos, está sempre andando junto. Os dois pilotos que a gente tem são excepcionais. A gente tem também outros pilotos crescendo, sendo preparados para entrar na Fórmula 1.
P: Como é o seu relacionamento pessoal com eles?
Razia: O Rubinho é ótimo. O Massa também é gente boa, a gente conversa quando temos um tempo mais livre. A gente fala sobre todo tipo de assunto, não só sobre Fórmula 1, até porque eles devem estar de saco cheio de falar só sobre F1.
P: Dos pilotos de hoje, tem algum mais talentoso no geral?
Razia: Mais talentoso eu diria que não, mas mais preparado. E a experiência conta muito hoje em dia. O Alonso começou na Fórmula 1 em 2001. O Schumacher começou em 1991. Essa experiência conta muito. É difícil comparar um piloto que chegou agora com esses. Mas acho o Alonso um piloto muito bem preparado. Massa é um baita piloto também. Ele está sendo subestimado, mas também é muito bom. E tem Vettel, Hamilton, Schumacher, Rosberg. O grid está cheio de pilotos top, que se tiverem um carro bom na mão vão ser campeões.
P: E qual sua opinião sobre os titulares da Team Lotus, Jarno Trulli e Heikki Kovalainen?
Razia: O Kovalainen está melhor do que o Trulli este ano. Os pneus se adaptaram melhor ao estilo dele. A gente teve uma pré-temporada muito ruim, com pouco treino, e inclusive o Trulli teve uma pré-temporada muito menor, o que prejudicou ele também. Neste início de temporada o carro teve alguns probleminhas também, agora que o carro está bom. O Trulli demorou para pegar o carro, mas agora ele está mais confortável com a aerodinâmica, com os freios e também com os pneus. Mas o Trulli no ano passado foi muito melhor que o Kovalainen também.
P: A relação pessoal com eles é boa? E com o restante da equipe?
Razia: Eu me identifico mais com o Trulli, até porque falo italiano, morei na Itália, então a gente se fala bem mais do que com o Kovalainen. Mas em termos de tratamento, a equipe trata todo mundo como se fosse empregado, estão ali para trabalhar, é aquela relação trabalhista, sem nenhum tipo de entrosamento.
P: A Team Lotus disputa neste momento um campeonato particular, abaixo das equipes médias, mas já acima das pequenas. Você acha que é um bom momento para estar na equipe?
Razia: Sim. A equipe está com vontade de crescer. Eles fecharam dois novos patrocínios, inclusive para produzir o KERS, e estão juntando parceiros em todos os campos. O Tony Fernandes é uma pessoa muito inteligente e que gosta muito do que faz, que se relaciona com a equipe, e que quer que a equipe cresça. Conversa sempre com os pilotos, é uma pessoa ótima pro time. E as pessoas que estão envolvidas também são ótimas, têm um histórico muito bom. Estão cobrindo as lacunas que faltavam para a equipe ter um carro competitivo. Fecharam parceria com o túnel de vento da Williams agora. É difícil você chegar e em dois anos vencer corridas. E é difícil construir um carro com pouco dinheiro. É difícil para o Adrian Newey (projetista da Red Bull) pegar 40 milhões e fazer um carro que ganhe corridas. Estão procurando alguém que, com bom custo benefício, consiga fazer um carro bom.
p: Neste ano ainda dá pra tirar mais desempenho do carro?
Razia: Com certeza. A gente vai ter mais atualizações antes de Monza, e se dali a gente tiver um bom rendimento para fazer pontos, vamos continuar desenvolvendo. Se não, vamos parar e começar a pensar em 2012.
p: É possível que a Team Lotus passe a se classificar para o Q2 com frequência?
Razia: A gente chegou uma vez, que foi em Barcelona. Mas todo mundo está melhorando, todo mundo investe. Em Barcelona a gente estava no Q2, em Mônaco ficamos a três décimos, e no Canadá a meio segundo. Como não atualizamos, perdemos meio segundo. É difícil acompanhar o ritmo da F1.
28.4.11
Team Lotus compras Caterham Cars. Quem são?
Em cerimônia realizada em Duxford, na Inglaterra, na quarta-feira passada, a Lotus anunciou a compra da Caterham, montadora de carros esportivos de rua.
Após anunciar a compra da montadora de carros esportivos Caterham, Tony Fernandes negou que vai usar o nome de sua nova marca caso perca os direitos de uso do nome Team Lotus em processo em tramitação na Corte de Londres
Após anunciar a compra da montadora de carros esportivos Caterham, Tony Fernandes negou que vai usar o nome de sua nova marca caso perca os direitos de uso do nome Team Lotus em processo em tramitação na Corte de Londres
25.1.11
Novo carro da Lotus será lancado na net
O TL11, carro da Lotus para a segunda temporada sob comando da 1Malaysia na F1, será lançado por meio de uma revista online no dia 31, às 3h de Brasília
O objetivo da equipe é divulgar o carro em um horário acessível ao público malaio, próximo à hora do almoço. O lançamento será por uma revista online intitulada Team Lotus Notes. Os interessados em acompanhar o lançamento devem se cadastrar no site do time.
A equipe decidiu não participar do primeiro dia de testes coletivos no circuito Ricardo Tormo, em Valência. Heikki Kovalainen foi escolhido para estrear o carro na quarta-feira (2), dando o lugar para Jarno Trulli no dia seguinte.
Na sexta-feira (4), quando as equipes já tiverem ido embora do autódromo, a Lotus vai fazer um teste privado, a fim de coletar imagens para peças publicitárias.
fonte:grande premio
3.1.11
10.12.10
LotusxLotus
Una de las máximas incuestionables de la fórmula 1 es esa que dicta que todo aquello que sea susceptible de enmarañarse lo hará al extremo y se alargará tanto como sea posible. El día de ayer será recordado como la fecha en que se inició la batalla legal entre dos escuderías con el mismo nombre: Lotus. Habrá que ver cómo termina el contencioso, pero, hoy por hoy, existen dos equipos que, con algún que otro matiz, se llaman igual.El punto de partida del embrollo es el comunicado emitido ayer por Renault en el que anunció la venta del paquete accionarial que le quedaba de la división de F-1 de la marca a la compañía Genii Capital, propiedad de Gerard López, un empresario luxemburgués de padres españoles que ya era el dueño del 70% del equipo. En esa misma nota, el grupo inversor también reveló un acuerdo de colaboración con Lotus. Además de detallar varios parámetros de la alianza, como que los monoplazas seguirán propulsados por Renault e irán decorados con los colores negro y dorado, la pintura del famoso John Player Special, la nota también destaca que, a partir de 2011 y hasta 2017, cuando vence el contrato, la estructura pasará a llamarse Lotus Renault GP.
El lío está servido porque desde la pasada temporada existe en el Mundial una escudería con el nombre de Lotus F-1 Racing, con Jarno Trulli y Heikki Kovalainen como pilotos. Pertenece a una asociación formada por el Gobierno de Malasia y un consorcio de empresas, entre las que se encuentra Proton, compañía automovilística del Gobierno de ese mismo país y que en 1996 adquirió la mayoría accionarial de Lotus. El año pasado, Tony Fernandes, fundador de Lotus F-1 Racing, pactó directamente con David Hunt, que en 1995 compró lo que quedaba del viejo equipo Lotus, poder usar ese nombre. Los fuertes lazos comerciales que actualmente vinculan a Proton con Renault pondrán a prueba el trato entre Fernandes y Hunt, hermano del campeón del mundo de 1976.
"Estamos encantados de poder anunciar que en 2011 correremos con el nombre Lotus Renault GP", dice López en la nota. "Es excitante empezar una nueva era con el equipo y haber alcanzado esta alianza", añade el empresario. Dany Bahar, director del Grupo Lotus, también se ha felicitado por el trato. "No hay mejor plataforma para la comunicación automovilística que la F-1. Estamos al tanto de que ha habido mucha controversia sobre el uso de nuestro nombre. Pero estoy contento de poder clarificar de una vez por todas nuestra posición. Somos Lotus y estamos de vuelta", comenta Bahar en clara alusión a Fernandes."Nos han hecho un favor. Nunca me he sentido mejor acerca de nuestro futuro y el del Team Lotus. Parece que han intentado reventarnos nuestra idea del negro y el dorado", ha dejado Fernandes colgado en su Twitter. Ante un follón de tal magnitud, cualquier plataforma es buena para enredarlo todo un poco más.
fonte: el pais
11.11.10
Lotus preta novamente
Em 2011, Lotus terá dourado e preto como nos anos de Fittipaldi e Senna
Em meio a uma polêmica sobre a permissão ou não de utilizar o nome da equipe de Colin Chapman para o ano que vem, a equipe Lotus de F1 anunciou a intenção de manter sua imagem vinculada à versão original do time, criada nos anos 1950. O diretor-executivo dos malaios, Riad Asmat, anunciou que, no ano que vem, o carro da escuderia terá as cores preta e dourada, como em modelos históricos e vitoriosos.
As novas-velhas cores do carro da Lotus vão tornar ainda mais fortes a ligação histórica da equipe com a família Senna, uma vez que o time de Tony Fernandes já fechou contrato com Bruno Senna para o ano que vem.
"Quando lançamos nosso carro de 2010, foi unânime o elogio para a nossa decisão de trazer a pintura verde e amarela para o grid da F1 contemporânea. Sei que o retorno à pista do lendário preto-e-dourado vai ser recebido com um apoio universal ainda maior", disse Asmat.
A primeira vez em que tal combinação de cores apareceu na Lotus foi em 1972, no modelo com que Emerson Fittipaldi ganhou o primeiro de seus dois títulos na categoria. Em 1980, a equipe chegou a adotar o vermelho e o prata, mas voltou às vitoriosas cores em 1981, permanecendo com elas até 1986, já com Ayrton Senna comandando o carro.
Em meio a uma polêmica sobre a permissão ou não de utilizar o nome da equipe de Colin Chapman para o ano que vem, a equipe Lotus de F1 anunciou a intenção de manter sua imagem vinculada à versão original do time, criada nos anos 1950. O diretor-executivo dos malaios, Riad Asmat, anunciou que, no ano que vem, o carro da escuderia terá as cores preta e dourada, como em modelos históricos e vitoriosos.
As novas-velhas cores do carro da Lotus vão tornar ainda mais fortes a ligação histórica da equipe com a família Senna, uma vez que o time de Tony Fernandes já fechou contrato com Bruno Senna para o ano que vem.
"Quando lançamos nosso carro de 2010, foi unânime o elogio para a nossa decisão de trazer a pintura verde e amarela para o grid da F1 contemporânea. Sei que o retorno à pista do lendário preto-e-dourado vai ser recebido com um apoio universal ainda maior", disse Asmat.
A primeira vez em que tal combinação de cores apareceu na Lotus foi em 1972, no modelo com que Emerson Fittipaldi ganhou o primeiro de seus dois títulos na categoria. Em 1980, a equipe chegou a adotar o vermelho e o prata, mas voltou às vitoriosas cores em 1981, permanecendo com elas até 1986, já com Ayrton Senna comandando o carro.
29.10.10
B.Senna negocia com a Lotus
Prestes a encerrar sua primeira temporada na F1, Bruno Senna pode viver em 2011 um horizonte completamente diferente de sua estreia na categoria. Segundo o site 'Globoesporte.com', o brasileiro de 27 anos negocia uma vaga na Lotus para o ano que vem, substituindo provavelmente o experiente italiano Jarno Trulli, cuja carreira se aproxima do final. O Grande Prêmio confirma a informação e acrescenta que o paulista possui "outras opções" para o próximo campeonato, segundo fontes próximas.
Pela reportagem, Bruno depende de patrocínio para reeditar a parceria Lotus-Senna, vivida pelo seu tio Ayrton entre os anos de 1985 a 1987. Caso se transfira para a equipe malaia, o brasileiro terá um carro com perspectivas reais para evolução de sua carreira como piloto no ano que vem, uma vez que o time deve contar com o fornecimento dos motores Renault, bem como o suporte da Red Bull para câmbio e sistema hidráulico, considerado o ponto fraco da escuderia de Tony Fernandes neste ano.
Pela reportagem, Bruno depende de patrocínio para reeditar a parceria Lotus-Senna, vivida pelo seu tio Ayrton entre os anos de 1985 a 1987. Caso se transfira para a equipe malaia, o brasileiro terá um carro com perspectivas reais para evolução de sua carreira como piloto no ano que vem, uma vez que o time deve contar com o fornecimento dos motores Renault, bem como o suporte da Red Bull para câmbio e sistema hidráulico, considerado o ponto fraco da escuderia de Tony Fernandes neste ano.
Até o momento, Senna disputou 16 das 17 corridas no ano, tendo ficado de fora do GP da Inglaterra, prova em que cedeu seu cockpit a Sakon Yamamoto. A bordo da equipe espanhola, às voltas com problemas financeiros crônicos, o brasileiro faturou seu melhor resultado exatamente na última etapa do Mundial, o GP da Coreia do Sul. Na ocasião, Bruno cruzou a linha de chegada em Yeongam na 14ª colocação.
Fonte:grande premio
23.7.10
26.6.10
29.1.10
O lotus marca o seu lancamento
A Lotus confirmou nesta sexta-feira (29) o local em que vai lançar seu carro para a temporada de 2010 no dia 12 de fevereiro — a data já havia sido confirmada anteriormente. O bólido do time malaio, que vai estrear na F1 neste ano e levar o nome Lotus de volta à categoria após 16 anos, será mostrado no Royal Horticultural Hall, no centro de Londres.
A Lotus terá como seus pilotos em 2010 a dupla Jarno Trulli e Heikki Kovalainen.
A Lotus terá como seus pilotos em 2010 a dupla Jarno Trulli e Heikki Kovalainen.
fonte:grande premio
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