visitar kartódromos na Europa, como eu, vê aclara diferença de infraestrutura existente: Kartódromo aqui como lá não estão localizados no meio dos grandes centros e por natureza estão localizados nas proximidades das grandes cidades, assim como uma parcela dos autódromos, todavia na europa existe meios de acesso, com transporte publico a eles. Bem diferente do que vemos nos kartódromo oficiais em sua maioria esmagadora Brasil afora onde estes são localizados em locais remotos, de difícil acesso, e alguns ate perigosos ( próximos a áreas de descarte de corpos e veículos depenados, por exemplo).
O custo de compra e manutenção de um simples Kart aqui é mais ou menos 40% maior que na Europa. Devido a impostos altos, a onde maiorias das peças são importadas, onde desde chassi aos pneus são importados ou tem impostos incidindo a valores surreais.
Bom incentivos .... não me façam rir... nunca vi nesses anos todos alguém da CBA dentro de um kartódromo vendo como estão como estão os pilotos de base nossos, vendo se eles tem equipamentos, vendo se precisam de alguma coisa que seja... todas as vezes que os vejo, e em raros momentos, é para coletar alguma taxa, ou na hora que o 'plim-plim' aparece para dar alguma noticia, coisa que também é rara.
E para os 'teimosos' que continuam a correr... bom tem que arcar com todos os custos ou tentar patrocínio de alguma empresa... onde ambos os casos, sendo pessoas jurídicas ou físicas, também são massacrados por impostos altos, salários baixos, indiferença da impressa de massa, indiferença do publico etc...
E depois disso tudo ainda querem que surjam "Sennas", "Fittipaldes" e "Piquets" em todas as gerações? Tenho uma resposta a esses de repente milagres acontecem e parabéns aos que chegam na F1 ou na Indy porque já são heróis e campeões mesmo sem títulos. E com isso o esporte automotor ao contrario dos países como Alemanha, Itália, Inglaterra etc sobrevive na terra (do 7X1) do futebol...
Hojefaz exatos 30
dias para a abertura do mundial. Não será o primeiro a ser realizado no
Brasil. Porem o primeiro com o mundo globalizado onde as diferenças são largamente difundidas a passos largos da internet. A Copa do mundo é um dos eventos
mais lucrativos do mundo, aguardados e desejados por boa
parte da população mundial. È um evento capaz de lançar aos olhos do mundo um
país que a sedia. Para o bem e para o mau.
Desde a candidatura do Brasil eu fui contra. E infelizmente tudo
que previa acontecer aconteceu e assim minha opinião não foi alterada. Foram prometidas
melhorias na infraestrutura viária, na modalidade urbana, crescimento econômico,
melhorias na telefonia móvel, internet, diminuição da violência urbana,
melhoria nos postos de saúde entre outras coisas. Ou seja seriam como fazer
desse país um local habitável em apenas 7 anos e pouco. Daria certo logico,
pensaram a grande maioria. Bom não aqui. Nada da certo. Falta força de vontade mas oque querem de gente que não sabe amar o sua pátria. Não somos habitados por
japoneses que reconstroem uma ponte caída em 6 meses ou em alemães que reerguem
um pais inteiro no pos guerra, com 1/6 do tamanho, em coisa de anos. Somo s o
BRASIL. Terra de descendentes de : exilados políticos, presos deportados, ladroes
deportados, mercadores de escravo, mercadores de ouro e prata, escravos carregados
a força, de mercadores em geral , de refugiados pelas guerra mundo a fora em
varias datas, de perseguidos pela sua religião, ou seja terra de gente que veio
para cá fugida por algum motivo ou por interesse econômico mercantil, ou seja, simplesmente
‘convidada’e obrigada a vir. Gente de todo o tipo que não vê esse país como sua pátria anão ser na hora de jogar futebol. Um país multicultural,
multi- religioso e sem amor próprio. Onde o que importa não é o coletivo mas
o individualismo. Onde uma pequena minoria que se mantem no poder a quinhentos anos. Uma minoria
que não cresce nem muda que comanda uma massa de gente que em sua boa parte
acha desnecessário educação, afinal é importante ter e não ser. Onde se acha instruído se formando no
terceiro grau e não sabe nem que é Dante e muito menos Platão. Não sabe nem de onde
viemos nem muito menos tem a capacidade de ver onde vamos. Uma massa maleável, facilmente.
Como um barco a vela. Que reclama da falta de infraestrutura, de saneamento básico
mas fica feliz com os U$$ 35,00 por filho que recebem por mês num programa chamado
bolsa família no fim do mês. Mesmo que não seja necessário nenhum esforço para isso. Onde honestidade, educação e instrução são bobagem, onde as crianças desde cedo
aprendem que é esperto quem chega e diz para os avos, com pouco contato, que se
comportou bem o ano inteiro para ganhar presente no natal. Ou ate a ganhar parabéns
da professora porque foi do lado de fora
da escola e jogou o chiclete que mastigava no chão da rua, por que não podia
mastigar dentro do colégio.(dois exemplos que presencie de boca aberta)
Este é a cabeça do brasileiro médio. Infelizmente. Portanto
quando disseram que iriam realizar a copa do mundo aqui pensei: vamos lá ...... milhões
serão gastos acima do necessário para dar ao povo o pão e circo de sempre, como no tempo
dos romanos já fazia, e nada do prometido para a
coletividade será feito.
Infelizmente acertei. A Infraestrutura viária e mobilidade urbana é e continua péssima.
O Brasil é um país de tamanho continental por natureza onde o transito, a
mobilidade de pessoas e cargas, se baseia por terrestre e rodoviária. Não
existe malha ferroviária e hidroviária. Onde os poucos pontos ferroviários existente muitas das vezes ligam de um lugar a outro de forma pontual ou a alugar nenhum e sempre estão mau dimensionados
para a o seu uso. As principais cidades não tem aeroportos condizentes com o
uso, maus localizados, dimensionados ou insuficientes ou inoperantes. Em nenhuma
cidade no país tem o seu metrô ligado diretamente seu ao aeroporto, por exemplo. Existe milhares de linhas de ônibus sobrepostos ( linhas
que tem quase o mesmo trajeto mudando uma rua ou outra com inicio e fim
iguais) . Onde as rodovias municipais, estaduais e federais são horríveis . Onde a malha viária das metrópoles, sobretudo das regiões sul e sudeste, são sobrecarregadas de veículos e buracos na pista. Onde o governo prioriza através de incentivos fiscais a venda de automóveis. Onde o milhares tem carro sem ter condição financeira de tê-lo e mantê-lo . Onde ganha-se de salario mínimo por volta de USS$ 350,00 e uma lata de Coca-Cola custa US$ 2,50 dólares em media. Ou seja o custo de vida é caro, os impostos são caros e os salários são péssimos.
A carga tributaria do país é uma das mais altas do mundo. Onde uma lata de Coca-Cola tem a bagatela 46% de imposto(veja aqui uma tabela do imposto médio dos produtos no país). E o pior é que segundo pesquisa internacional feita com 30 países tem o pior retorno de todos(veja aqui). Paga-se muito para pouco retorno. No ano de 2014 já foi pago entorno de R$ 632 bilhões de moedas locais (veja aqui os dados atualizados).
O sistema de telefonia e internet é lento, caro e de péssima
qualidade. Por exemplo, tenho para uso meu um dos mais rápidos serviços de internet fixa
disponível no mercado e compartilho a mesma caixa e antena com a central da receita federal da
minha cidade e desde que comecei a escrever esse texto já vi meu sinal cair 2
vezes em uma hora. Ou seja se eu fico sem internet a receita federal também. E ai você pensa a o sistema de
internet móvel me salvará: esqueça. É feito por antenas espalhadas nas ruas e não por satélites
como na Europa. E quando as antenas não estão próximas emitindo sinal elas
podem ter sido furtadas. Por sinal nisso o roubo de antenas é comum junto com o roubo de cabos de luz elétrica e de telefonia.
Aqui não se tem ladrões excutam suas tarefas em aglomerados roubando-se uma
carteira, um passaporte, celular etc. A coisa é evoluída. Vem um elemento de
bermudinha e camiseta a luz do dia com uma arma brilhante tipo uma pistola (
com sorte uma faca ou revolve 38) e lhe leva a bolsa ou o carro com tudo dentro.
E você com sorte e se não reagir consegue não levar um tiro na cara. Andar com um
Iphone, uma câmera fotográfica, um notebook, roupas caras, óculos de marca conhecida e cara, carro veloz e carro é pedir para ser roubado. Onde sair com um brinco de ouro na orelha corre o risco de ter a orelha rasgada num puxão do brinco.
Arrastões são comuns, assalto nos semáforos, praia e vias publicas
também. E quando a policia corre atrás e quando consegue prender o criminoso,
corre o risco de ver o seu esforço ir por terra porque o meliante é menor de
idade, nunca teve passagem pela policia (réu primário é solto aqui) ou ate
porque o assaltado não teve disposição de ficar pelo menos 1 hora na delegacia
para cumprir toda a primeira parte da burocracia necessária para prender o ‘meliante’
e ai foi obrigado a solta-lo. Resumo impunidade. A velha cultura do ladrão esperto: Esperto é o ladrão e burro é que anda com coisas caras.
E coitado do que levar um tiro ou passar mau. Os hospitais e
serviços de saúde são péssimos, por falta de medico, preparo dos profissionais
de saúde, da falta de condições de trabalho, de falta de macas, remédio etc.
Aqui visitar um hospital públicos gratuito, em uma grande cidade, é ver gente
espalhada no chão ou em macas pelos corredores. Por exemplo, oque acha de uma
cidade com 500mil habitantes que não tem um hospital de emergência funcionando?
Isso existe aqui.
Bom.... a copa do mundo está aí. A Copa já foi paga. E vai
atrair para o Brasil milhões de turistas, e algo em de R$8 a 9 Bilhões de retorno, um monte
de estádios de futebol (não me pergunte do depois) e um monte de ruas que não
ligam o nada ao lugar nenhum. Uma ou outra obra de infraestrutura vai ser usada no futuro e tudo com um gasto acima do necessário e na casa de R$10 bilhões.
Em resumo o prejuízo está aí. Basta agora pegar a bandeira e
ver a inflação subir junto com o numero de assaltos e homicídios. E desejar boa
sorte aos turistas que vierem ver as lindas paisagens naturais que temos por aqui
( isso é realmente muito bonito) e ver esse povo festeiroe sem educação e
saúde comemorar a Copa torcer pelo Hexacampeonato. Afinal pelo menos vamos ter feriado e assim não vamos precisar trabalhar e estudar.
Bem vindos. Welcome. Bienevenido. Benvenuto a tutti!!!!
Para quem acha que rua é lugar de pedestres, que faixa de transito é enfeite, para que Rua, avenida e estrada é pista de corrida e que existe uma faixa entre os carros 'seletiva' para moto.... vale essa!!!!!
Essa foto do estado que ficou o carro de Paul Walker, o ator de velozes e furiosos, é assustadora. O ator protagonista do longa morreu, na tarde deste sábado (30), aos 40 anos, o ator norte-americano Paul Walker, após um acidente de carro na região norte de Los Angeles, nos EUA.
O ator, estava no banco do passageiro de um Porsche quando o veículo se chocou contra uma arvore e explodiu.
"Carro é sinônimo de liberdade", dizia.
Ele e o motorista estavam no local voltando de um evento de caridade da Reach Out Worldwide, na comunidade de Valência, em Santa Clarita, a cerca de 30 quilômetros ao norte de Hollywood.
O site da organização afirma que o encontro de sábado foi destinado a beneficiar as vítimas do tufão Haiyan, nas Filipinas.
Fica dica: ' não corra mais que seu anjo da quarda seja capaz de voar'. Fica a dica para que corre de mais.
Bom todo ano (que posso) vou ao autódromo de Interlagos. Vou ao GP do Brasil. Todo ano digo que vou abrir a minha mão e comprar o Paddock Club. Todo ano rezo para ter e poder voltar. Todo ao tem um problema. Comida cara e ruim é o de menos. Gente grossa, besta, arrogante, ignorante, folgada e tudos os 'antes' possíveis é que me irritam mais. Já vi corridas fora do Brasil. Além de ser mais em conta que pagar o Paddock Club no Brasil. E é muito melhor. As pessoas gostam de automobilismo e não de um piloto ( de brasileiro de preferencia) para torcer freneticamente. As pessoas respeitam os outros. Com os meus 20anos e pouco de formula 1 já aprendi a driblar esse povo. Saio de perto mesmo. Por isso não gosto dos lugares numerados que agora são obrigatórios. Não gosto mas respeito. Fui educada por um homem que dizia: ' leis nasceram para ser cumpridas, sem não concorda com elas discuta na justiça ou no plenário, mas cumpra-as'. E todo ano fico abismado com a falta de educação de muitos. Já vi muito coisa estranha, bizarra e engraçada.
Desde uns caras que (bizarro) se negaram a levantar dos lugares que não eram deles e sim por uma vovozinha que trazia seu neto para ver o grande premio, mesmo depois da arquibancada quase-inteira entonar o famoso 'levanta' e a policia ficar literalmente olhado.
Já tirei ate pivete com a mão dentro da minha bolsa, que estava tentando pegar minha câmera, digamos, sem o meu consentimento. Dei lesa em muito flanelinha tentado extorquir dinheiro por parar na rua. Corri de cobra d'agua ( no dia que errei a entrada na época de Jacarepaguá)
Já vi muita coisa. Garota se oferecendo para gringo. Arquibancada inteira vaiando e piloto se escondendo no canto do grid. Gurias gritando histéricas por um piloto e a arquibancada 'entonar coro' de apoio junto ( nessa o cara ficou ate rindo). Já me perguntaram com espanto muitas as vezes por uma mulher gosta de carros. Ouvi muita piadinha ( com graça ou sem). Dei lesa em segurança e vi corrida onde não era bem o meu ingresso ( isso na época que a segurança na f1 era outra e eu ainda entrava carregada).
E por ai vai.
É. Ir ao autódromo é sempre uma aventura. Ruim por unas coisas. Mais muito bom sentir o cheiro de borracha queimada no fim da largada, o barulho do motor, ver o ir e vir dos mecânicos e pilotos no grid....
A única pena que tenho é das 'criaturas' que os meus 20 anos e poucos anos de casa aprendi a ver eles se matarem ao longe ( de mim) e a coloca-los nos seus lugares. Esses acho, vou ter que aprender a conviver. Afinal espero ir a outros GP. É vou precisar de mais uns 20 e tantos anos. Não sei se vou conseguir. Vamos lá, né.
As coisas estão doidas... eu de colcha em pleno final de novembro, em pleno Rio de Janeiro e inundação em Riad. Capital da Arábia Saudita. Parecendo a Praça da Bandeira, Tijuca, Rio de Janeiro.... está na hora de inventarem carros anfíbios de verdade.
Em 30 de setembro de 1955, James Dean, o "Golden Boy", como era chamado, morreu aos 24 anos em um acidente automobilístico a bordo de seu Porsche 550, no auge de sua carreira. Mesmo após mais de 50 anos depois de sua partida, James Dean até hoje leva as mulheres ao delírio, astro de filmes famosos como "Rebeldes sem Causa" e ídolo de toda uma geração.
O Porsche 550 de James Dean tratava-se de um dos carros esportivos mais conhecidos da história, com motor de 4 cilindros e 1500 cilindradas, com 100 cavalos de potência.Os fãs se negam a acreditar no desaparecimento do ídolo e dizem que ainda está vivo, mas teria ficado desfigurado depois do acidente.
O que de fato aconteceu após o acidente foram incidentes estranhos com os donos das peças que restaram do carro de Dean. Mortes, acidentes raros e, o mais absurdo de tudo, o Porsche 550, apelidado por Dean de "Little Bastard", simplesmente desapareceu.
Dean iria participar de uma competição e queria ter uma idéia de como o carro se comportaria na hora de enfrentar seu primeiro desafio na estrada. Mas seus amigos já o haviam advertido sobre o perigo que iria correr ao dirigir uma máquina de grande potência.
Acompanhado por um amigo, Dean bateu em um Ford Custom Tudor modelo 1950, que vinha na direção oposta. O acompanhante de Dean quebrou uma perna e sofreu contusões múltiplas e cortes por todo corpo, mas o astro morreu a caminho do hospital. O motorista do outro carro pouco se machucou e declarou que não viu o carro de Dean se aproximando de frente.
Mas a tragédia não acabou com a morte de Dean.Ao redor dos restos desse Porsche tem ocorrido uma série de histórias que sempre levam a mesma questão.
A companhia de seguros vendeu o que restou do carro; foi então que começaram as sucessivas tragédias: George Barkuis, o motorista que dirigia o caminhão que foi buscar o carro "destroçado", morreu quando o Porsche caiu sobre ele no mesmo lugar do acidente.
Um especialista em carros para Hollywood chamado George Barris comprou o carro por US$ 2 500. Quando o carro chegou à garagem de Barris, ele deslizou e caiu sobre um dos mecânicos que o descarregavam, quebrando suas pernas. Com muito medo, Barris começou a separar as partes do carro que poderiam ser revendidas, o que não seria difícil. Barris afirmou que nunca teve boas sensações perto do 550, pelo contrário, mas acreditava que eram apenas superstições.
Mas suas suspeitas se confirmaram em outubro de 1956, quando a pessoa que havia comprado o motor do carro de Dean (Troy Mc Henry, um médico de Beverly Hills) morreu ao usá-lo pela primeira vez em seu carro. Logo depois, outro de seus clientes - William Eschrid, que comprou o câmbio do veículo - bateu o carro violentamente, mesmo assim sobreviveu e contou que seu automóvel simplesmente travou bruscamente sem explicação.
As rodas foram vendidas a um jovem que uma semana depois se envolveu em um acidente devido a um defeito nas rodas que pertenceu ao Porsche de Dean. Em uma corrida internacional, um menino tentou roubar o volante do Porsche de Barris (que antes foi de Dean) e cortou o braço.
Tentando se livrar da má sorte do carro, Barris emprestou para a polícia da Califórnia o que restava da carroceria do 550, para utilizá-la como exemplo da imprudência no trânsito. Antes que as autoridades o levassem, a garagem onde estava guardado pegou fogo e misteriosamente o Porsche de Dean se salvou, ao contrário do resto dos carros estacionados no local que ficaram completamente destruídos com as chamas.
No dia em que o carro foi colocado em uma exposição em Sacramento, caiu o estande e machucou um adolescente. Quando o carro foi transportado para uma exposição próximo da cidade de Salinas, o caminhão patinou na pista e bateu. O motorista morreu.
Em 1958, Barris emprestou a carroceria do Porsche 550 para ser exposta em uma amostra sobre segurança veicular em Miami, Flórida. Quando o carro foi colocado em cima do caminhão para ser levado a Los Angeles desapareceu misteriosamente. Nunca chegou ao seu destino. Até hoje o paradeiro do "Little Bastard" é desconhecido por completo.
A sorte do acompanhante de Dean também não foi a melhor. Em 1981, Wuetherich morreu em um acidente automobilístico na Alemanha, quando dirigia um Honda.
É as vezes parecem que os veículos tem tem almas...
Que nascido ou vivo na década de 80/90 não viu o desenho dos “Os Jetsons”? Uma das marcas registradas, do desenho que se passava no futuro, era George Jetson, o patriarca da família, transformando seu carro-nave em uma maleta ao chegar ao trabalho.
E que o pessoal do grupo de designer húngaro Antro, dedicado ao desenvolvimento de veículos alternativos, resolveu criar a ideia, só em forma de moto. A “Moveo” tem duas rodas e não voa, mas é uma scooter elétrica que se dobra e vira uma mala com rodinhas que pesa 25 kg. A pequena moto tem autonomia de 35 km por recarga e atinge 45 km/h, perfeita para o tráfego das grandes cidades. Para as grande cidades europeias, pequenas e apertadas, é um veículo bem legal.
O Dia dos Namorados ou Dia de São Valentim é uma data especial e comemorativa na qual se celebra a união amorosa entre casais sendo comum a troca de cartões e presentes com simbolismo de mesmo intuito, tais como as tradicionais caixas de bombons. No Brasil, a data é comemorada no dia 12 de junho, véspera do dia de Santo António, também conhecido pela fama de "casamenteiro".
A história do Dia de São Valentim remonta a um obscuro dia de jejum tido em homenagem a São Valentim. A associação com o amor romântico chega depois do final da Idade Média, durante o qual o conceito de amor romântico foi formulado.
O bispo Valentim lutou contra as ordens do imperador Cláudio II, que havia proibido o casamento durante as guerras acreditando que os solteiros eram melhores combatentes.
Além de continuar celebrando casamentos, ele se casou secretamente, apesar da proibição do imperador. A prática foi descoberta e Valentim foi preso e condenado à morte. Enquanto estava preso, muitos jovens lhe enviavam flores e bilhetes dizendo que ainda acreditavam no amor. Enquanto aguardava na prisão o cumprimento da sua sentença, ele se apaixonou pela filha cega de um carcereiro e, milagrosamente, devolveu-lhe a visão. Antes da execução, Valentim escreveu uma mensagem de adeus para ela, na qual assinava como “Seu Namorado” ou “De seu Valentim”.
Considerado mártir pela Igreja Católica, a data de sua morte - 14 de fevereiro - também marca a véspera de lupercais, festas anuais celebradas na Roma antiga em honra de Juno (deusa da mulher e do matrimônio) e de Pan (deus da natureza). Um dos rituais desse festival era a passeata da fertilidade, em que os sacerdotes caminhavam pela cidade batendo em todas as mulheres com correias de couro de cabra para assegurar a fecundidade.
Outra versão diz que no século XVII, ingleses e franceses passaram a celebrar o Dia de São Valentim como a união do Dia dos Namorados. A data foi adotada um século depois nos Estados Unidos, tornando-se o The Valentine's Day. E na Idade Média, dizia-se que o dia 14 de fevereiro era o primeiro dia de acasalamento dos pássaros. Por isso, os namorados da Idade Média usavam esta ocasião para deixar mensagens de amor na soleira da porta do(a) amado(a).
Atualmente, o dia é principalmente associado à troca mútua de recados de amor em forma de objetos simbólicos. Símbolos modernos incluem a silhueta de um coração e a figura de um Cupido com asas. Iniciada no século XIX, a prática de recados manuscritos deu lugar à troca de cartões de felicitação produzidos em massa. Estima-se que, mundo fora, aproximadamente mil milhões (Portugal) (um bilhão no Brasil) de cartões com mensagens românticas são enviados a cada ano, tornando esse dia um dos mais lucrativos do ano. Também se estima que as mulheres comprem aproximadamente 85% de todos os presentes no Brasil.
O dia de São Valentim era até há algumas décadas uma festa comemorada principalmente em países anglo-saxões, mas ao longo do século XX o hábito estendeu-se a muitos outros países.
Por fim consegui... imagens do projeto do novo Autódromo do Rio, que a prefeitura da cidade do Rio de Janeiro pretende construir na região de Deodoro.
A área escolhida pertence ao Exército e fica próxima ao Complexo Esportivo de Deodoro, que foi usado durante o Pan-2007 e no Rio 2016 a área vizinha ao futuro autódromo será o Parque Radical dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016.
O Autódromo de Deodoro, deverá ser capaz de receber competições internacionais. E o objetivo é que não receba apenas competição automobilísticas mas também outras atividades e eventos.
A princípio, a intenção é que seja erguido um espaço poliesportivo dentro do autódromo, como quadras descobertas e um complexo aquático, o que viria beneficiar moradores das comunidades carentes vizinhas ao novo autódromo em mais de 10 bairros. O esboço do projeto conta com uma pista de 4.715,7 metros em seu maior traçado, com 19 curvas, além de um circuito oval. Pela extensão, torna-se uma pista padrão A na classificação da FIA, isto é, teoricamente poderia receber a F1. A área também conta com um kartódromo de 1.344 m que o Rio carece...
A área de Boxes será ampla, com dois andares, sendo um em Mezanino.
O estudo conceitual foi feito pela Federação de Automobilismo do Rio de Janeiro (Faerj) junto com o arquiteto paulista Artur Katchborian, sócio na Biselli + Katchborian Arquitetos. O presidente da entidade fluminense, Djalma Neves, afirma que o esboço começou a ser montado "logo que a desativação do autódromo de Jacarepaguá foi confirmada, no ano passado".
A pista parece boa será como a de Suzuka , com passagem de nível para os carros. Larga e com vários pontos de ultrapassagem promete ser palco de boas disputas.
O novo autódromo terá à sua disposição um estacionamento com capacidade para pelo menos 10 mil veículos, podendo ser espandido para ate 70 mil veículos. A estrutura também contará com áreas destinadas para cursos profissionalizantes, bares e restaurantes.
Se tudo der certo a ideia é trazer para o Rio de Janeiro uma das etapas da Formula 1, e assim, quem sabe o Brasil passaria a ser cede de duas etapas da categoria assim como a Espanha foi durante muitos anos.
Uma coisa legal desse projeto é que ele busca integrar o autódromo no contesto da região tanto a nível da comunidade ao seu entorno, criando escolas de esportes, assim como também com o meio ambiente. Essa é a diferença de um Autódromo parque como esse. A unica questão será como ocorrerá a integração com os meios de trasporte publico que ate agora não foi muito discutida. Alem de que caso queiram realmente receber a F1, terá de ser construído locais de moradia temporária como Hoteis e Flat de auto padrão na região, ou uma via de fácil acesso aos já existentes.
No entanto, a data de início das obras depende da conclusão dos estudos realizados pelo Ministério do Esporte e outros órgãos do governo.
Há uns tempos atrás li um relato da dificuldade de comprar um ingresso para ver um corrida de F1 por causa da difícil crise por qual a Espanha passa. Quando li um texto relembrei coisas antigas (e atuais).
Uma ida ao autódromo é um processo que se inicia a um ano atrás no mínimo. Muitas de vocês que lêem essa texto não vão ter a capacidade de entender. Outros vão dizer tem coisas melhores para se fazer com o dinheiro. Outros vão chamar de fanático. Outros de louco. Mais como sempre digo é questão de ‘prioridades a vida, sempre’. De gosto.
Sempre que acaba um GP em Interlagos digo ate logo, nunca tchau, esse vai ser o ultimo. Eu penso é sim como voltar ano que vem. E todo ano é assim, ano passado não foi diferente... e este ano espero não ser assim como tantos os outros que espero ainda ver... sonho sim em ver o GP dentro do Paddock... um dia terei condição de juntar o suficiente para comprar um ingresso desses( ou quem sabe ganhar em algum lugar ou de alguem, né???hehehe). E dessa forma que comprei tudo em minha vida juntando dinheiro cada dia. Ou quem sabe ser convidado para assistir a uma corrida na área VIP de Mônaco ( sonhar é o que nos matem vivos, certo?) .
Muitos acham que tenho dinheiro que sou ‘trilherdario’ por causa de algumas coisas. Engano aprendi uma regra simples desde tenra idade: vale a pena trabalhar e economizar. Não vou entrar no mérito do certo ou errado, apenas constatar as 'regras do jogo': somos o que vivenciamos e nesse nundo capitalista é necessário ter dinheiro para viver as coisas. Não que o dinheiro seja capaz de comprar 'tudo', mas (infelizmente) ajuda. E na maioria das vezes, o binômino 'felidade x dinheiro' são estranhamente muitos próximas. Em fim cada um tem a 'sua receita' de viver.
O primeiro GP de Formula 1 foi comprado depois de 3 anos juntando. Ganhava o equivalente a U$ 20,00 por semana, ou seja, mais ou menos U$ 80,00 por mês. Um bigmac custava U$4,00, para se ter uma ideia do que era esse dinheiro. Na época de estudante secundarista vivia com meus pais, que ajudavam dando casa, comida e roupa lavada sim, mais era dureza por que esse dinheiro era para comprar comida no colégio, pagar passagem para qualquer lugar( inclusive ir para o colégio) tudo o mais que eu quisesse fazer na sociedade consumista que vivemos. Não tinha extra. Se acabasse já era. Essa educação financeira fez com que eu, querendo muito uma coisa aprendesse o ‘poder de economizar’ dinheiro. Foi dessa forma que compro tudo em minha vida desde o meu primeiro carro à tudo. E agradeço hoje em dia ao meu pai muito por isso. (Como ele cansou de dizer a maior herança que um pai pode dar ao filho é educação)
A quem não sabe o ‘poder de $1,00 tustao’ guardado ai vai um recado: um não faz diferença mesmo mais $1,00 por dia ou por semana, mês ou ano são ate $365,00 por ano!!!
É uma arte muito difícil!
Na época do primeiro GP desenvolvi uma técnica que era a seguinte: Nunca tive uma bicicleta se não ela ajudaria muito, então o jeito era simples, tinha era 5 km por dia de caminhada e economia de passagem de ir e vir para a escola. Acordava mais cedo para isso. Foram uns três anos juntando para ir ao autódromo para a entrada/ hospedagem/ etc.
Quando o correio postal chegou ‘trazendo a encomenda’ foi o dia mais feliz de uns bons tempos...
E quando acabou a corrida rezei para ter possibilidades de ir sempre. Passei um tempo sem ir por causa da necessidade de comprar um carro( que foi feito da mesma forma J ) . Mas agora vou sempre que posso...
Foi dessa forma depois de juntar ‘$$$’ durantes anos que fui a terra da ‘nona’, foi dessa forma que vi a fabrica da Ferrari e é dessa forma que vou ficar muito feliz no próximo novembro.
A máxima do meu ‘velho’ sobre educação fez efeito e posso dizer que com trinta anos o dia mais feliz de minha vida ate então foi quando eu vi a sala de troféu dentro do Museu Ferrari e a Igreja de Modena. A mesma igreja da antiga foto preto e branca' de minha 'nona' que quardo em casa. Fui as lagrimas. (Coisa rara, não vou negar). Como disse: 'esse nundo capitalista é necessário ter dinheiro para viver as coisas.' É uma arte muito difícil do dia a dia... Contudo vale muito a pena passar fome, cede caminhar para realizar e viver um sonho...pelo menos eu acho.
Quem já viajou para o exterior deve ter tido a mesma sensação. Eu tenho uma pergunta que não quer calar: Se o problema nao é impostos porque nao entao não trazer um veiculo da Argentina por exemplo. Ficaria mais barato, certo?
Veja o que um advogado aduaneiro especialista nisso acha:
A alta incidência de tributos e a burocracia dos procedimentos de importação vêm tornando menos vantajosa a opção de comprar um veículo diretamente do exterior. Mas, se o processo pode ser considerado lento, penoso e caro, ainda há quem não abra mão dos modelos únicos, que não fazem parte das ofertas brasileiras. Para esses, a compra como pessoa física segue uma boa opção - principalmente pela possibilidade de evitar o pagamento do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), que incide sobre os importados trazidos para o país via concessionárias.
Segundo o advogado e especialista em Direito Aduaneiro Carlos Eduardo Navarro, é possível escapar da alíquota de 55%. "Existe uma discussão judicial a respeito de incidir ou não o IPI sobre pessoa física. Hoje, é possível conseguir uma liminar que não exija o pagamento do imposto quando o veículo chega ao Brasil. Também há quem não queira arriscar, então paga e, posteriormente, pede restituição do valor. Isso resulta em uma diferença considerável entre comprar como pessoa física ou buscar um modelo em concessionária", explica. Se o sonho de consumo está no exterior, a possibilidade de riscar o IPI da lista de impostos a serem pagos é a grande vantagem da compra como pessoa física.
Financeiramente, segundo Navarro, vale mais buscar um similar produzido por aqui. "Mesmo o custo do veículo estrangeiro sendo menor, o procedimento a tributação acabam fazendo com que o nacional seja mais competitivo", diz. Como exemplo, o advogado aponta o caso de um veículo de luxo. "Os produzidos aqui figuram na faixa de R$ 120 mil a R$ 150 mil. Na Alemanha, custam US$ 35 mil, cerca de R$ 70 mil. Isso é o que você paga para a Alemanha. Mas, com todos os tributos, ele não chega aqui por menos de R$ 200 mil", diz. Os impostos a que o especialista se referem incidem sobre o produto um sobre o outro, como uma cascata, nesta ordem: Imposto de Importação (35%), PIS (2%), Cofins (cerca de 7%) e ICMS, que incide sobre o valor final - contando ainda os gastos de frete e seguro. Entre os países que mais exportam para o Brasil, Navarro aponta Coreia do Sul e Europa. Modelos vindos dos Estados Unidos e América Latina também podem ser importados - para os países vizinhos, membros do Mercosul, não há incidência do Imposto de Importação.
O advogado e especialista em direito internacional e tributário Adler Martins explica que há restrições para que a pessoa física realize esse tipo de transação: não é permitido importar carros com frequência, nem em quantidade que configure operação comercial habitual. Além disso, não é permitida a importação de veículos usados - a não ser que tenha mais de 30 anos e seja considerado modelo de colecionador.
Como importar
O primeiro passo para importar um veículo como pessoa física é obter registro no Siscomex, o sistema informatizado de controle do comércio exterior brasileiro. A habilitação pode ser obtida junto à Receita Federal. Então, o comprador deve solicitar, junto ao fornecedor, uma Pro-forma Invoice, um rascunho da fatura comercial que contém todas as informações técnicas sobre o veículo, como características e preço.
Após os passos iniciais, Martins aponta a necessidade de obter a Licença para Uso da Configuração do Veículo ou Motor (LCVM), emitida pelo Ibama no prazo máximo de 60 dias úteis. O documento é obtido caso o veículo importado atenda aos mesmos limites de emissão de poluentes e níveis de ruído estabelecidos para os veículos nacionais.
Também exige-se a emissão do Certificado de Adequação à Legislação Nacional de Trânsito (CAT), de responsabilidade do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran). "Durante a obtenção desses certificados, pode haver problemas de compatibilidade do veículo com a legislação brasileira. Esses problemas em geral se relacionam à emissão de poluentes ou à ausência de itens de segurança", diz.
Reunidos todos os documentos, é necessário retornar ao Siscomex e inserir todos os dados relacionados ao veículo e às licenças obtidas. Nessa etapa, é preciso soliticar uma Licença de Importação (LI). Martins lembra que, com a LI confeccionada, é preciso fazer a destinação de pneus inservíveis junto ao Ibama, para que a LI seja liberada.
Nessa etapa também se dá o pagamento da importação, realizado por meio da celebração de um contrato de câmbio por instituição autorizada pelo Banco Central. "Recomendo que o importador efetue a compra na modalidade CIF (Custo, seguro e frete), segundo a qual o vendedor contratará seguro e frete da mercadoria", esclarece. Os dados dessa operação devem ser registrados no Sisbacen. O advogado alerta para a importância de que a Licença de importação seja obtida antes de o veículo ser despachado do exterior para o Brasil. "Caso contrário, corre o risco de a mercadoria ter que retornar caso a LI seja negada ou emitida com atraso", explica.
Com a chegada ao Brasil, o veículo é submetido ao processo de desembaraço aduaneiro, quando a mercadoria é avaliada pela Receita Federal. Nesse período, o comprador deve registrar no Siscomex a declaração de importação (DI), além de quitar as tarfias incidentes sobre a importação. "Os impostos (Imposto de Importação - III, IPI, PIS/COFINS IMPORTAÇÃO, ICMS Importação) devem ser pagos à vista, no ato do despacho aduaneiro. Muitos veículos ficam parados na aduana e chegam a ser leiloados porque os importadores se esqueceram que os impostos sobre o veículo às vezes custam o mesmo que o valor do automóvel", alerta o especialista.
Com o registro efetuado, deve-se inserir informações complementares do veículo na BIN (Base Índice Nacional), uma central utilizada como fonte de informação para o sistema de Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavan). "Outra dica útil é que o importador se dirija previamente ao DETRAN de seu estado e verifique as exigências de documentação que serão solicitadas para que o veículo seja emplacado", recomenda.
A carga costuma chegar ao país de navio, em prazo que varia de acordo com o porto em que será realizado o desembaraço aduaneiro "Há portos em que a demanda é muito grande, como o de Santos. Existe uma fila, que deve ser obedecida. Outros tem fluxo mais rápido, como os do nordeste", diz Navarro. Descontando o tempo de trânsito entre um país e outro, o advogado estima um prazo de mais ou menos trinta dias para liberação do veículo.
O Racing festival tem como principal novidade para este ano a entrada do Yamaha Super Bike Experience, que deve entreter o público presente à pista de Londrina (PR) neste final de semana.
O show comandado por Jorge Negretti e Leandro Mello ajudará a animar a plateia que for ao autódromo.
Também teremos a primeira etapa do Trofeo Linea e da R1 GP1000, categoria de motos que compõe o evento.
Os ingressos, gratuitos para este evento devem ser retirados na porta do autódromo e os portões para os dois dias de atividade, serão abertos às 8h do sábado e do domingo.
Uma curiosidade do dia 13 de maio. Hoje alem de ser o segundo domingo de maio, data que por tradição se comemora o dia das Mães no Brasil, hoje é também o dia oficial do “do Automóvel” (também conhecido como Dia do Automóvel e da Estrada de Rodagem) É no Brasil temos um dia para isso!!! Portanto não esqueçam de dar parabéns para os seus carros e comprar presentinhos( hehehehe) . E o mais bizaro disso tudo é que foi criado atravez de “decreto oficial” do governo federal... A data foi criada no ano de 1934, por Getúlio Vargas, que assinou o decreto 24.224.
E antes que alguém se pergunte o por que da data, tem três motivos :
Uma das versões afirma que a data seria uma homenagem a Bertha Benz, esposa de Karl Benz, um dos criadores do primeiro carro para venda do mundo, o Benz Patent-Motorwagen - ou Motorcar que faz aniversário no dia.
Ou a hipótese é a abertura da primeira estrada pavimentado do Brasil. A rodovia que liga a cidade do Rio de Janeiro a Petrópolis, com cerca de 66 quilômetros, foi inaugurada em 13 de maio de 1926. E ate hoje opera como facha de rodagem para subidas de veículos e carretas (onde apenas teria condições de circular os carros da época)
Outra versão, mas louca é de que a data comemoraria a produção do Belcar, tido como o primeiro carro de passeio brasileiro. O modelo da Vemag - Veículos e Máquinas Agrícolas S.A. teria motor 1.0 de dois tempos com bloco da também verde-amarela Sofunge. A unidade número um do automóvel teria saído da linha de produção em 1958, ou seja, 24 anos depois do decreto de Getúlio Vargas.
É se você esqueceu de “alguém” ainda da tempo de ir a garagem....
A mais antiga comemoração dos dias das mães é mitológica. Na
Grécia antiga, a entrada da primavera era festejada em honra de Rhea, a Mãe dos
Deuses.Já os romanos festejavam a chegada da primavera reverenciando Cybele,
considerada para eles a mãe dos deuses. Chamada de Hilária, essa celebração
durava três dias e incluía paradas, jogos e baile de máscaras
O próximo registro está no início do século XVII, quando a Inglaterra começou a
dedicar o quarto domingo da Quaresma às mães das operárias inglesas. Nesse dia,
as trabalhadoras tinham folga para ficar em casa com as mães. Era chamado de
"Mothering Day", fato que deu origem ao "mothering cake",
um bolo para as mães que tornaria o dia ainda mais festivo.
O primeiro Dia das Mães brasileiro foi promovido pela Associação Cristã de
Moços de Porto Alegre, no dia 12 de maio de 1918. Em 1932, o então presidente
Getúlio Vargas oficializou a data no segundo domingo de maio. Em 1947, Dom
Jaime de Barros Câmara, Cardeal-Arcebispo do Rio de Janeiro, determinou que
essa data fizesse parte também no calendário oficial da Igreja Católica.
Dia das Mães pelo mundo
-
2º domingo de fevereiro Noruega
1º domingo de maio: África do Sul, Cabo Verde, Espanha, Hungria, Lituânia,
Moçambique, Portugal.
- 2º domingo de maio: Austrália, Áustria, Brasil, Canadá, China, Colômbia,
Dinamarca, Equador, Estados Unidos, Finlândia, Grécia, Itália, Japão, Nova
Zelândia, Países Baixos, Peru, Suíça, Taiwan, Turquia, Uruguai, Venezuela, Zâmbia
Bélgica, Turquia, Alemanha, Estônia, Grécia, Canadá, Países Baixos, Nova
Zelândia, Formosa e Venezuela
- Último domingo de maio:França, Haiti, República Dominicana, Suécia
-- 2º domingo de outubro Argentina
-- 2º domingo antes do Natal Iugoslávia
Outros países, por sua vez, têm datas fixas para comemorar o Dia da Mães:
- 8 de março: Albânia, Rússia, Sérvia, Montenegro, Bulgária, Romênia
1º dia da primavera Líbano, Palestina, Egito, Jordânia, Síria, Iraque
25 de março Eslovênia
- 7 de abril Armênia
- 21 de março: Egito, Síria, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos
- 10 de maio México, Guatemala, Hong Kong, Malásia, Qatar, Singapura
- 15 de maio Paraguai
- 4º domingo da Quaresma Inglaterra
- 26 de maio: Polônia
- 27 de maio: Bolívia, República Dominicana
- 12 de agosto: Tailândia
- 15 de agosto Bélgica e Costa Rica (Dia de Acención de Maria)
- 19 de agosto Índia
- 8 de dezembro: Panamá
O Imperador Diocleciano a mandou degolá-lo a 23 de abril de
303.
São Jorge é padroeiro dos soldados, armeiros, escoteiros .
No século XIV, foi adotado como santo padroeiro:
da Inglaterra, Aragão, Portugal e região da Catalunha(Espanha), e da cidade de Moscou
São Jorge é padroeiro dos soldados, armeiros, escuteiros
No candomblé e na umbanda, São Jorge é sincretizado como
Ogum (ou Oxossi) e invocado para proteger os fiéis.
Eu andarei vestido e armado,
com as armas de São Jorge.
Para que meus inimigos
tendo pés não me alcancem, tendo mãos não me peguem, tendo olhos não
me vejam, nem pensamentos eles possam ter para me fazerem mal.
Armas de fogo o meu corpo não alcançará
facas e lanças se quebrem sem ao meu
corpo chegar, cordas e correntes se quebrem sem ao meu corpo, amarrar.
São Jorge, cavaleiro corajoso, intrépido e vencedor; abre
os meus caminhos. ajuda-me a conseguir um bom
emprego; fazei com que eu seja bem visto por todos: superiores, colegas e
subordinados.
São Jorge, militar valoroso, que com a vossa lança abatestes
e vencestes o dragão feroz, vinde em meu auxílio, nas tentações do demônio, nos
perigos, nas dificuldades, nas aflições.
Cobri-me com o vosso manto, ocultando-me dos meus inimigos,
dos meus perseguidores.
Protegido por vosso
Manto, andará por todos os caminhos, viajarei por todos os mares, de noite e de
dia, e os meus inimigos não me verão não me ouviram não me acompanharão.
Sob a vossa proteção, não cairei, não derramarei o meu
sangue, não me perderei.
Assim como o Salvador esteve nove meses no seio de Nossa
Senhora, assim eu estarei bem guardado e protegido, sob o vosso manto, tendo
sempre São Jorge a minha frente armado de sua lança e do seu escudo.
Que a paz, o amor e a harmonia estejam
sempre presentes no meu coração, no meu
lar e no meu serviço; vela por mim e pelos meus
, protegendo-nos sempre , abrindo e iluminando os nossos
caminhos , ajudando-nos também a transmitirmos paz,
amor e harmonia a todos que nos cercam.
Faz 20 anos que a Chevrolet/GM parou de produzir um dos modelos mais queridos já produzidos no país. Quem acompanha o blog sabe da paixão por esses carrões
Na na segunda-feira foi muito dia muito triste para muitos "opaleiros", como são chamados os fãs do Chevrolet Opala.
Foi no dia 16 de abril de 1993 que a General Motors do Brasil produziu a última unidade de um de seus modelos mais famosos – e bem-sucedidos – da história da Chevrolet no país. Era o fim de uma era...
Apresentado no Salão do Automóvel de 1969, o Opala rapidamente se tornou referência em luxo sobre rodas no Brasil. Durante os quase quarenta anos de produção ininterrupta, o carro teve inúmeras versões e opções de carroceria cupê (consagrada pela versão esportiva SS), quatro portas (versão luxo) e perua(conhecida como Caravan).
O Opala foi substituído pelo Omega, que não vingou por aqui, jamais conseguiu arrebatar tantos fãs quanto o projeto 100% brasileiro
Uma pequena homenagem : a primeira propaganda do Opala e um projeto de um estudante para uma versão atual da maquina( ia ser o dia mais feliz da vida de muito opaleiros se eles voltassem atrás e recomeçassem a produzi-lo novamente... em fim... basta sonhar...)