Mostrando postagens com marcador Ayrton Senna. Mostrar todas as postagens
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1.5.14

Uma Imagem

Hoje faz 20 anos. Faz tempo. Parece ontem. Tem 21 anos que acompanho diariamente o automobilismo, respiro, vivo automobilismo. Lembro dele correr. Apesar da idade minha não ter ainda nem dois dígitos..... bom bonita a imagem do evento da Ferrari hoje em Imola...Tem mais fotos aqui nesse site se quiserem ver.... é só clicar aqui

11.1.14

Felipe Massa corre com os amigos no Desafio das Estrelas de Kart

Esse final de semana será dos amigos de Felipe Massa. Desafio das estrelas, no Beto Carreiro World em Penha, Santa Cantarina. E será a base de forte calor.

Após dilúvio na madrugada, Penha vive sábado de calor escaldante. Os termômetros superam os 30ºC na tarde deste sábado (11), horas antes da pré-final da edição de 2014 da prova organizada por Felipe Massa. Há, contudo, previsão de chuva, de acordo com informações do site ‘Climatempo’ para hoje novamente a noite.

em com isso a primeira bateria do Desafio das Estrelas está marcada para 21h45 e define posições de largada para final de domingo corre o risco de ser embaixo de agua. O que pode significar a interrupção do evento. Já que refrescar nem o vento, quente, ajuda.

A programação do Desafio das Estrelas tem início às 16h, com a realização do segundo treino livre, cuja duração é de 40 minutos. A classificação está marcada para as 18h, ao passo que a bateria pré-final terá largada às 21h45.
 
Ao contrário do que acontecia nos últimos anos, a primeira corrida do fim de semana não contará pontos para a definição do campeão. Seu resultado somente determinará as posições de largada para a bateria final, como acontece em alguns dos mais importantes campeonatos de kart. O campeão será o piloto que vencer a prova de domingo, 11h.
 
Estarão presentes vários pilotos brasileiros com passagem pela F1, como Rubens Barrichello, Bruno Senna, Sébastien Buemi, Felipe Massa. Jules Bianchi havia confirmado a participação mais quinta-feira desmarcou alegando motivos pessoais. Ayrton Senna será homenageado no evento, em virtude da comemoração pelos 20 anos do acidente fatal de Imola.
 
E Internado em estado grave desde o dia 29 de dezembro, Michael Schumacher será também homenageado. Muitos dos pilotos correm com um adesivo escrito 'Schumi'.
 
Uma outra coisa que chamava atenção hoje era um jovem suíço, que fuçava e até passava a impressão de estar bastante acostumado com a atividade o carro de Sébastien Buemi. Quem bate o olho percebe a semelhança. Não se trata de nenhuma coincidência: o suíço está contando com a ajuda do irmão mais novo, Laurent, que faz um ‘bico’ enquanto fugido do rigoroso inverno europeu no calor do verão brasileiro e dando graças a Deus por estar no infernal calor.
 
Irmão mais novo do ex-piloto de F1, Laurent, 22, praticamente não parou de trabalhar na tarde de sexta-feira. Junto de um mecânico da organização e do próprio irmão, apertava e soltava parafusos, testava algo aqui e ali, prendia o lastro nas estruturas do chassi e ajudava o primogênito da família a se acomodar no banco do kart 117. E como ocorre em várias famílias de pilotos: um corre, outro conserta.

1.1.14

O fim de uma fonte

Quando li a noticia a primeira reação foi a do Putz!!! Nunca gostei do site, com raras exceções lia uma ou outra matéria. Não concordava com a opinião e multas das vezes não gostava do tipo de redação, achava chata, com trecho irrelevantes e tal. Todavia conheço muita gente que tinha o site Tazio como leitura diária obrigatória. E via nele uma fonte de impressa voltada para o automobilismo. Uma fonte na internet, uma fonte rápida, correta e gratuita de comunicação.
 
Por sorte da minha vida tenho internet desde muito nova, cresci mexendo em sistemas DOS. Sou com muito orgulho do tempo que para acessar a grande rede de computadores era necessário sair de casa ir de penetra num laboratório acessar computadores que eram do tamanho de armários. lembro muito de brincar com cartões perfurados errados( para que não sabe o que é de uma olhada na net). Sou da época que nem portal do MSN tinha. A primeira vez que acessei a internet ela mas parecia uma Intranet do que internet. Para quem não sabe estamos falando de coisa de 21 anos a trás. Pouco tempo, para essa jovem senhora que fez com que uma pessoa no interior da europa pudesse desejar um feliz ano novo a uma numa cidade da américa do sul a exatos 12horas de voo de distancia.
 
Mas porque estou falando isso? Porque muitos de vocês, acredito eu, não sabem como é não ter um site especializado, independente, uma fonte de noticias própria e próxima a vocês. Por isso quando sites como o tazio encerram as suas atividades fico muito triste. Espero que Flavio Gomes e a equipe do grande premio tenha uma longa vida. Pois só nos resta a eles no Brasil.

A tempos foi publicado um texto no tazio resolvi reproduzir. Uma forma de homenagem. Fala sobre pilotos e os seus relacionamentos amorosos. Uma boa matéria que não veremos mais.

Corinna, Schumacher e Frentzen: triângulo azedou a amizade
 
Pois bem. Segundo Frentzen, o namoro acabou porque Corinna “sempre o relegava ao último plano, dando mais importância à aparência e a fazer compras no shopping.” Verdade ou dor de cotovelo?
Após o término, a jovem resolveu passar uma temporada na Alemanha com um amiga e aí encontrou quem? Schumacher, esbanjando todo o charme de seu queixo pontiagudo e de sua indumentária extravagante.
 
Os dois ficaram juntos, a coisa entre eles se tornou bastante séria e, a partir daí, embora todas as partes neguem, a relação entre ele e Frentzen azedou de vez.

 

Nelson Piquet, Catherine e Ayrton Senna

Aqui não há exatamente um triângulo amoroso, mas Catherine Valentim foi pivô de um caso constrangedor envolvendo dois monstros do automobilismo brasileiro e a imprensa do país. Em 1987, ano de seu terceiro título, o então piloto da Williams desfilava pimpante com a bela belga pelo paddock da F1.
Quando a conquista foi confirmada e a temporada terminou, algum repórter resolveu perguntar a Ayrton Senna, de mudança para a McLaren, por que ele, tão afeito à mídia, andava sumido das páginas de jornal. Para cutucar o rival, Ayrton respondeu que seria para “dar mais espaço a Piquet, que afinal tinha sido campeão e precisava dos holofotes”.
 
Em 87, Piquet era casado com a belga Catherine, que teve antes um romance com um de seus maiores rivais, Ayrton Senna .A declaração vazou de boca em boca até chegar a Nelson que, com toda sua classe peculiar, pediu para que os jornalistas se preocupassem em questionar o motivo de Senna não gostar de mulheres.
 
A imprensa, cumprindo mais uma vez seu “papel”, foi atrás do ainda jovem ídolo para repercutir novamente a troca de gentilezas. A partir daí, há duas versões para o que se seguiu: uns dizem que a frase saiu da boca do próprio Ayrton, enquanto Maurício Gugelmin (um dos sennistas mais fanáticos entre a classe dos pilotos) jura que quem externou a situação foi sua esposa, no que Senna teria tentado colocar panos quentes e até “proteger” a imagem de Catherine.
 
Seja como for, o fato é que alguém sugeriu ao repórter que perguntasse de volta a Piquet se a mulher dele concordava com o fato de Senna não apreciar o sexo feminino, numa clara insinuação ao romance que Ayrton e Catherine teriam vivido anos antes. A relação entre os dois gênios, que já era bastante conturbada, virava ali uma das richas mais ferrenhas do automobilismo mundial.
 

John Watson e as viúvas

O título desta historinha é bem canalha. Sugere alguém no estilo do senhor Omar, aquele corretor funerário da série Todo Mundo Odeia o Chris, que se aproveita da sensibilidade das viúvas para conseguir satisfazer as próprias necessidades sexuais.
 
Na verdade, não é o caso de John Watson, que, se é fato que se envolveu com duas viúvas de pilotos falecidos, também o é que ele passou por muitos dramas e provou que não queria apenas se aproveitar das fraquezas das moças.
 
Primeiro, o vice-campeão de 1982 teve um breve relacionamento com a musa finlandesa Nina Rindt, casada com Jochen, e esteve presente quando Nina sofreu um rompimento de uma artéria e ficou entre a vida e a morte, em meados dos anos 70, ajudando em sua recuperação.
Anos depois, o norte-irlandês iniciou um namoro com Barbro, viúva de Ronnie Peterson, que durou cerca de cinco anos. Apesar do relacionamento duradouro, John jamais conseguiu acalentar a dor da sueca pela perda de seu marido. Barbro sofria de fortes crises de depressão e veio a se suicidar em 1987.

Watson foi o responsável por cuidar da filha de Ronnie e Barbro nos dias seguintes, até levá-la aos avós. O nome da menina? Nina, que foi dado em homenagem à senhora Rindt, muito amiga do casal na época.

 

Alain Prost, Jacques Laffite e Bernadette

No documentário A Era dos Campeões, Nelson Piquet faz uma definição bastante incisiva sobre Alain Prost. “Como ele é aparentemente muito feio, ele fica amigo do cara para roubar a mulher do cara”. Se isso é proposital ou não, difícil saber, mas o tetracampeão se envolveu em um escândalo com o então amigo e sócio Jacques Laffite, ao iniciar um caso com Bernadette Cottin, esposa do colega e que deixou o marido para viver com o dono do nariz mais sensual da França.
 
Prost, por sua vez, jamais se separou de sua esposa, Anne-Marie. E assim nosso garanhão foi aguentando as duas ao mesmo tempo e até chegou a ter uma filha com Bernadette, Victoria, atualmente com 13 anos
 
Giovanna Amati e a Síndrome de Estocolmo
 
Não fosse pelo fato de ter sido a última mulher a ser piloto oficial de F1, Giovanna Amati jamais seria lembrada por pessoas que não fossem fãs mais fervorosas dos chamados “pilotos rejeitados”. Agora, a vida amorosa da moça tem um quê de tragicomédia. A mais bizarra de suas histórias aconteceu antes mesmo de ela optar pela carreira automobilística.
 
Filha de um empresário milionário, dono de uma rede de salas de cinemas na Itália, a jovem foi sequestrada por uma quadrilha formada por três homens (paradoxal, não?) quando saía de uma sessão de cinema com dois amigos, no dia 12 de outubro de 1978.
 
Giovanna Amati se apaixonou e manteve um caso com o cara que a sequestrou. Com apenas 15 anos, Amati ficou presa por nada menos que 75 dias em cativeiro, em meio a uma longa negociação que envolveu o pagamento de 800 mil liras pela sua libertação, valor equivalente a quase 1 milhão de dólares na época.
 
Um de seus raptores era o francês Jean Daniel Nieto, um cara já acima dos 30 anos e pai de família, porém com boa aparência e bom trato. Como Nieto foi quem melhor se deu com Amati enquanto a moça estava presa, a patricinha sofreu do que se chama Síndrome de Estocolmo, quando a vítima se sensibiliza e cria sentimentos de empatia pelo sequestrador.
 
No caso de Giovanna, tal sentimento foi elevado a alguma outra potência e, depois de libertada, ela entrou em contato com Jean Daniel para voltar a encontrá-lo. Tinha início ali um caso entre uma jovem riquinha e um cara que a manteve enclausurada por dois meses e meio!
 
A pobrezinha chegou a se debulhar em lágrimas quando o francês foi encontrado pela polícia e preso, tentando até intervir pela sua libertação. Mas o tempo passou, a paixão arrefeceu e Nieto fugiu da cadeia, sumindo do mapa até ser reencontrado e levado novamente a cárcere em abril de 2010. Será que Amati ainda faz visitas íntimas escondidas ao bandidão?
 
Não seria nada surpreendente para alguém que, depois, se envolveria com Niki Lauda e Flavio Briatore, usando o último como uma espécie de “padrinho” para galgar uma vaguinha na Brabham em 1992

O original esta aqui para quem quizer

27.7.13

Um Ayrton de Luz

putz... vamos la....É de arrepiar!!!!!! os Engenheiros da Honda Revivem o andar/correr de Ayrton Senna nas Pistas... tudo de com luz e som... bonito de ver esse novo comercial da Honda

1.5.13

Um dia triste, a 19 anos




19 anos sem ele...
Há exatos 19 anos o Brasil inteiro chorou no feriado do Dia do Trabalhador, passavam das 09h40 quando aquela cena de uma Willians branca e azul, passava voando a 300km/h direto na curva
Tamburello no circuito de Ímola na Itália, naquele fatídico domingo... Morria ali um piloto especial, uma pessoa especial, diferente do restante. O Ayrton era diferente. Não era santo, era humano, mas uma pessoa diferente...verdadeiramente...

Tricampeão mundial de Fórmula 1, 41 vitórias em Grandes Prêmios, 65 pole-positions, um dos maiores fenômenos de todos os tempos no automobilismo, estava morto...

12.9.12

Morre um grande homem, Dr. Sid Watkins

Uma notícia que não gostaria de dar: morre um grande homem,o neurocirurgião inglês Sid Watkins, nesta quarta-feira aos 84 anos. A informação foi divulgada à tarde, por veículos como o site GP Update.net e a rádio BBC5, mas a causa da morte não foi oficialmente anunciada.

Watkins foi o chefe da equipe médica da Fórmula 1 entre 1978 e 2005, atuando como delegado da equipe médica e de segurança da FIA, realizando o primeiro atendimento em caso de acidentes. Watkins começou sua carreira no automobilismo na década de 60, quando Bernie Ecclestone oferecido o trabalho. Nascido em Liverpool, Watkins era um amigo próximo de Ayrton Senna, cuja vida ele tentou salvar, quando o brasileiro sofreu ferimentos fatais em Imola em 1994. Esteve na categoria entre diversas funções por cerca de quatro décadas, atuando na modernização das condições de segurança da F1 e salvando diversas vidas.

Infelizmente, Sid não pode evitar algumas mortes de pilotos como Gilles Villeneuve, Ricardo Palleti, Ronnie Peterson, Roland Ratzemberger e Ayrton Senna, mas muitas outras vidas foram salvas graças a ele, pois graças a ele a segurnaça nas pistas aumento e muito. O britânico ainda foi o primeiro a socorrer Ayrton Senna no acidente do brasileiro no Grande Prêmio de San Marino de 1994, na última batida fatal da Fórmula 1 desde então.

Watkins foi responsável por evitar tragédias em acidentes  e por salvar a vida de muitos pilotos como Didier Pironi (Hockenheim em 1982), Martin Donnelly (Espanha 1990),  Erik Comas (Bélgica 1992), Gerhard Berger (Imola 1989), que quase morreu queimado, Mika Hakkinen (Adelaide em 1995) e Luciano Burti (Spa 2001)  e muitos outros. 

Laureado com o Prêmio Mario Andretti em 1996 e com a Excelentíssima Ordem do Império Britânico em 2002, até o fim de 2011, Watkins atuava como presidente do FIA Institute. Ele deixa seis filhos, além da viúva. O automobilismo e a medicina esportiva está de luto. Perdão: o mundo perde um grande homem...

21.6.12

Alonso um que faz a difereça

Esta vai para quem acredita que o piloto não faz diferença na Fórmula 1: a revista americana Forbes divulgou nessa terça-feira a lista dos 100 esportistas mais bem pagos do mundo. Entre os pilotos, Fernando Alonso lidera o levantamento, com salário anual de nada menos que US$ 29 milhões, ou cerca de R$ 59 milhões, mais US$ 3 milhões (R$ 6 milhões) de ganhos em publicidade. São mais de R$ 5,4 milhões por mês. Isso sem contar 13º, participação nos lucros, vale transporte, ticket alimentação e peru de fim de ano.( mesmo que seja como aquele de Abu dhabi...)

Acho que não precisa dizer porque o espanhol ganha tão bem. Alonso ganha tanto por um fator muito simples: ele resolve, faz a diferença. Basta ver a diferença da tabela de pontos entre o bicampeão do mundo e Felipe Massa. Enquanto o espanhol é o vice-líder do campeonato, com 86 pontos, o brasileiro é o 14º, com somente 11 pontinhos, para usar uma expressão elegante e não repetitiva.

Mesmo descontando o fato de que Massa está atravessando uma péssima fase, é um fato que realista que, mesmo em sua melhor forma, Felipe não foi capaz de oferecer ao time italiano serviços tão eficientes quanto o funcionário mais bem remunerado de Maranello. Nem no seu melhor ano de 2007, por exemplo quando chegou na ultima corrida quase campeão e saiu vice. Não que o asturiano seja um fenômeno, o melhor da história, mas o rapaz 'carrancudo' de Oviedo faz a diferença.

Para ganhar um campeonato um piloto sozinho não faz, mas ele corresponde a uns 20%/30% do conjunto.Porque por mas que tenha a telemetria e todos os avanços tecnológicos de hoje em dia, o piloto ainda faz, sim, muita diferença. De nada adianta ter um orçamento de centenas de milhões de euros por ano e não investir na peça humana', que comanda o carro na pista e passa dados para um batalhão de gente de uma forma humana diferente da 'maquina'.

Alonso dizem é um piloto do tipo que faz todo o time trabalhar para ele, assim como Schumy, Prost entre tantos outros foram no passado. Antes que alguns de vocês acharem que sou fã de Alonso e por isso esse elogio vamos deixar claro que não. Como dizia uma certa pessoa 'tenho admiração por trabalho não ídolos'. O trabalho do asturiano é bom. Ele não é perfeito, é um ser humano. 

Não gosto de falar de pessoas que não conheço pessoalmente. E não conheço ele. Afinal tenho medo de falar coisas influinciado por terceiros. Porem posso falar que Alonso não me parece uma pessoa má, fechada sim. Uma pessoa que trabalha duro desde criança, que largou 'a escola' para correr. Imagina se nada desse certo? Foi uma aposta alta, para o espanhol. Talvez esse carácter moldado dessa forma tenha feito dele uma pessoa dura. Não fria. Não vou negar ate que com a ideia de ter uma conta no Facebook e etc, o espanhol passou a ser mais acessível, como tudo mundo já viu, falou e etc. Ele se tornou mais humano simplesmente, com isso. Acessível e visível a todos . Por muito tempo não importava oque falassem dele, bem ou mau o espanhol fechado pouco falava a seu respeito. Mas ate os pilotos de Formula 1 veem que cometem erros e (podem) corrigi-os, afinal são humanos e erram mas não são burros ( pelo menos em sua maioria) e permanecer no erro é questão de burrice. Foi por isso que ele, pessoalmente, mantem as contas. E lê.

Outra jogada de gênio foi as tas 'amigas' (onde pede fotos de meninas que já bateram fotos com ele), com isso acabou as fotos de supostas 'namoradas' que caiam na rede e geravam problemas (dizem as más línguas contribuiram ate para o fim do casamento dele). Resolveu um problema que atinge 99,99 % dos pilotos...falsas namoradas e afins...

Sempre achei a vida de um piloto de ponta muito complicada, eles ganham muito dinheiro, mas tem muitos problemas como falta de liberdade, gente falsa em volta, uma agenda louca, entre tantas coisas.  Porem eles são felizes. E bastante. E uma troca justa... caso de cada um. Questão de habito, talvez.

Foi assim também en todas as eras e sempre será. Na era Schumacher, quando a Ferrari também desembolsava valores semelhantes para ter os serviços do alemão. E todos falavam o mesmo do Schumy (com ou sem rasão) O mesmo acontecia na época em que Ayrton Senna ganhava tudo na McLaren. São exemplos de pilotos que fazem a diferença e que, mesmo custando US$ 30 milhões por ano ou mais.

A segunda posição entre os mais bem-pagos-pilotos de Fórmula 1 é ocupada por Lewis Hamilton, outro capaz de tirar aqueles dois décimos de segundo por volta que levam um carro da terceira para a primeira posição em uma corrida. De acordo com a Forbes, Hamilton leva US$ 25 milhões (R$ 50 mihões) por ano de salário e US$ 3 milhões (R$ 6 milhões) de publicidade, totalizando R$ 56 milhões. E Hamilton ainda não está feliz na McLaren? O que Lulu quer? Aumentar o salário? OU melhor tratamento? Sei lá...Hamilton lidera o campeonato, com 88 pontos é um dos que faz a diferença... Jenson Button, seu companheiro de equipe, é apenas o oitavo colocado na tabela, com 45 tentos e ganha menos.

Em seguida vem Michael Schumacher, com US$ 20 milhões (R$ 40 milhões) de salário e US$ 10 milhões (R$ 20 milhões) de publicidade. E a lista da Forbes para por aí no que diz respeito aos pilotos de carros.
Para ter ideia de quanto ganham os outros, é preciso recorrer a outro levantamento, um pouco menos preciso, publicado pela francesa Business Book GP 2012. Pelo estudo, Alonso leva 30 milhões de euros anuais, ou R$ 77 milhões. A suposta falta de credibilidade do Business Book surgiu depois dos protestos da Ferrari e de Alonso, que consideraram os números absurdos, mas na falat de coisa melhor serve como comparação. 

A publicação francesa ainda diz que Button, o terceiro mais bem pago da Fórmula 1, ganha € 16 milhões (R$ 41 milhões). O inglês seria seguido por Sebastian Vettel, Mark Webber, Nico Rosberg e Felipe Massa, todos com salário anual de € 10 milhões (R$ 26 millhões).

Bruno Senna, um dos mais "mal pagos", levaria, de acordo com os franceses, US$ 250 mil (R$ 500 mil) anuais. Charles Pic, o pobre da turma e lanterna da lista, embolsa US$ 150 mil (R$ 300 mil) anuais.
Vale lembrar que pilotos como Senna e Pic levam investimentos milionários para as equipes ou seja, na prática "pagam para correr". E Schumacher, só pelo marketing, já vale o que ganha.

Na F 1, até ser pobre é bom.

7.6.12

Um tal de Fullerton


Quem viu o filme 'Senna' sabe do que estou falando. Ayrton deu uma declaração certa vez dizendo que o seu maior adiversario foi um sujeito chamado Fullerton,pois bem a curiosidade me fez ver que era esse homem e por onde anda ele hoje em dia.

Em 1993 quando Prost anunciou sua aposentadoria, durante o GP da Austrália, o Mark Fogerty questionou Senna: "Quem é ou foi o driver que você tem a maior satisfação de corrida contra o ... passado ou presente?" perguntou Fogerty, claramente caminhando para uma linha no rival que em breve será à partida de Senna francês. "Fullerton, Terry Fullerton," devolvido Senna."Eu vim para a Europa pela primeira vez, para competir fora do Brasil. Meu colega de equipe foi um tal de Fullerton, Terry Fullerton. Ele era muito experiente e eu gostava muito de conduzir junto dele porque ele era rápido, ele foi coerente. Ele era para mim um piloto muito completo. E foi condução pura , corridas de verdade. E o tenho como uma memória muito boa ".

Terry Fullerton foi o piloto Senna classificou-se acima de todos os outros. Mas quem foi ele:

Terry Fullerton, que nasceu no oeste de Londres, queria perseguir o sonho de ser um piloto de formula 1,Porem um tragedia veria a abalar a sua familia: o eu irmão, Alec morreu em um acidente de motociclismo em Mallory Park , em 1964. Tendo testemunhado o sofrimento de sua família passou com a perda da família, ele abandonou a sua ambição para poupar sua família de mais uma possivel perda, contudo continuou a correr nos karts de corrida.

Em 1967, descentes de irlandeses, Fullerton, apos não ser selecionado para a equipe britânica para competir no Campeonato do Mundo de Karting, optou por correr sob uma licença irlandesa porem não obteve grande resultados nos anos seguintes. Em 1971, Fullerton começaram a competir sob a sua própria nacionalidade. Seus esforços em breve recompensada quando ele se tornou o primeiro britânico em 1973 para conquistar o título. Em 1978, ao dirigir para a equipe italiana DAP fábrica, ele se tornou companheiro de equipa de um jovem Ayrton Senna em sua primeira visita à Europa. Os dois pilotos correram uns contra os outros no ano seguinte, e seu encontro final do campeonato mundial ocorreu em 1980, em Nivelles-Baulers , na Bélgica. Fullerton venceu a primeira corrida, mas abandonou com falha de motor na segunda e na corrida final. Ele terminou em terceiro atrás de Senna no seu último ano de kart, depois que Senna mudou para carros de corrida. O par foi considerado pelo seu chefe de equipe, Angelo Parrilla, como o melhor do mundo.

Além do campeonato mundial, Fullerton venceu o Campeonato de Karting British Junior, entre 1966 e 1968. Ele também ganhou os campeonatos britânicos de Kart oito vezes.  Ele apenas correu karts ao longo de sua carreira, como ele viu suficientemente fortes incentivos financeiros e de prestígio para que ele continuasse no esporte , perdurou no mesmo ate a sua aposentadoria correndo todo o mundo.
Em 1984. Fullerton se aposentou e montou a sua própria equipe de Kart, e desde então trabalha administrando carreiras de pilotos: Na  Indy com Justin Wilson  e com o piloto da Force Índia  de F1 Paul Di Resta .
Anthony Davidson, ex-F1, Dan Wheldon , da Indy,  Allan McNish vencedor da 24 Horas de Le Mans e vencedor e ex-piloto de F1 estam entre aqueles que ele ensinou -. os dois últimos ele considerava seus melhores alunos.

Fullerton atualmente vive em Costessey , Norwich com sua esposa e sua filha.  


30.5.12

Ayrton e uma gaucha

Nesse tempo de que todos estão falando de Xuxa achei esse video na net dela com o Senna. Esse é da época...

30.1.12