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Formula 1 Countdown
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28.12.09
Ele merece!!!
Depois de tudo passado esse ano ele merece... nasce no EUA a primeira filha de Castroneves, fruto da sua relação coma sua namorada a Colombiana Adriana Henao. Mae e Filha passam bem.
24.5.09
Parabens Helio

A vida é uma coisa engraçada. Muitas das coisas acontecem sem um motivo aparente e so percebemos o real motivo das coisas quando acabam. Foi assim que Helio deve estar se sentindo nesse domingo. Até outro dia lutava e sofria para se manter livre, eis que meses depois, neste domingo, obteve o máximo da glória, e pela terceira vez, confirmando o favoritismo, venceu as 500 Milhas de Indianápolis. Parabens. Essa vitoria deve ter um gosto muito melhor do que as outras três.
Abaixo uma narrativa da corrida feita pelo querido Victor martins do grande premio:
Helio aproveitou-se da briga entre Dan Wheldon e Danica Patrick no fim da prova para desgarrar e sobrar no oval de 2,5 milhas, subindo os alambrados do circuito pela terceira vez. É a coroação de um piloto que precisou vencer uma batalha judicial das mais ferozes até outro dia.
Townsend Bell foi a surpresa da corrida, levando a KV ao quarto lugar. Will Power, que chegou em determinado momento a ser a ameaça de Helio, ficou em quinto, numa corrida marcada por um gravíssimo acidente entre os brasileiros Vitor Meira e Raphael Matos.
A corrida começou após uma largada falsa, por conta da pressa de Helio, e durou uns dez segundos em bandeira verde. Porque Mario Moraes e Marco Andretti, dois dos pilotos mais jovens do grid, acharam-se logo na saída da primeira curva. Proporções devidas, a cena foi semelhante ao toque de Bia Figueiredo na sexta, pela corrida da Indy Lights. Como a piloto brasileira, o compatriota não viu e não foi avisado pelo spotter de que Marco estava na linha de cima. Moraes, tido como o azarão da Indy 500, arrastou-se no muro.Marco era a desolação pura; a voz e o desabafo nem precisavam denunciar; Moraes, o nervosismo.
A repórter da ESPN chegou e perguntou a Mario sobre o acidente. "Eu sei que o [número] 26 me acertou. O que ele disse? O que ele disse?", respondeu, querendo saber sobre o desafeto daquele momento. A jornalista contou que Marco foi na base do "não tenho ideia".
"Ele me acertou. Estava na minha linha. Não sei de onde ele veio", disse, gaguejando, nervoso e em passos largos. "Onde você vai agora?", ela continuou, e ele respondeu: "Vou perguntar para ele", em tom ameaçador.E segundos depois, os dois, em seus respectivos boxes. Marco, desolado, olhando para o nada. E Mario, de óculos, escondendo o choro.A relargada veio, e com ela a ascensão de Dario Franchitti à ponta da prova. Que demorou até a volta 19.
No intervalo, outra bandeira amarela, causada pela batida de Ryan Hunter-Reay na curva 4 — e o impacto jogou o norte-americano da Vision do outro lado, no muro interno, e posteriormente aos pits — e a primeira parada coletiva nestes.No primeiro quarto de prova, ficou visível que seis carros se destacavam dos demais naquelas condições: as Ganassi, as Penske, Tony Kanaan e Graham Rahal. Que deixou o grupo reduzido a cinco ao encher o muro no mesmo lugar de Hunter-Reay.
Foi passar o retardatário John Andretti entre as curvas 3 e 4, usou a linha externa demais e restou-lhe a lamentação.A segunda janela de pit-stops, ainda em amarela, manteve Briscoe em primeiro e pôs Dixon à frente de Franchitti, Kanaan e Castroneves, nesta ordem. Só que o ressurgir da verde viu um Briscoe lentíssimo. "Não sei o que aconteceu. Perdi toda a aderência", logo o australiano falou para a equipe via rádio.
Dixou pulou à ponta, enquanto Ryan voltava aos boxes. Problemas nos pneus.Por conta das estratégias em banho-maria, com poucas ultrapassagens, as atenções começaram a se voltar para os "excluídos" do grupo da ponta. No caso, Raphael Matos. Sétimo no início da prova, beneficiou-se com o abandono de Rahal e com o contratempo de Briscoe e superou Castroneves para ficar na quarta colocação com o carro da Luczo Dragon.
Pouca coisa mudou até o terceiro acidente do dia: Davey Hamilton deu no zicado muro da curva 4.Terceira parada programada, e os mecânicos de Franchitti foram mais rápidos que os do companheiro Dixon. O escocês voltava à liderança, e nada de novo surgiu entre o "novo grupo dos 5", que passava a contar em definitivo com Matos. Mas bastou o pano verde aparecer para que Dixon recomandasse as ações, por recomendação da Ganassi.
Antes que as 500 Milhas chegassem à metade, eis que o destino aprontava mais uma com Kanaan. Após mexer no botão do volante para um pequeno ajuste, sob controle absoluto do carro, eis que algo se quebrou na parte traseira. Tony foi jogado imediatamente ao muro já perto do fim da reta oposta. O impacto ainda o jogou na entrada da curva 3. Kanaan nada sofreu.
Na verdade, Kanaan sofre com Indianápolis.Então brotou um momento de companheirismo explícito. Via rádio, na volta seguinte à batida, Danica Patrick soltou: "Meu Deus, como é que o Tony está? Está tudo bem, está tudo bem?", e a equipe acalmava a piloto, então na sexta posição. Foi a deixa para a quarta parada nos pits.
A dupla Dixon-Franchitti seguiu na frente, passando a comboiar Will Power, o até então apagado terceiro carro da Penske. E ainda a prova seguia uma procissão estratégica e calma interessante, mas por vezes monótona. Nem mesmo Briscoe apresentava uma evolução das mais expressivas. Na volta 131, por exemplo, quando a quinta amarela do domingo apareceu por conta do medroso Nelson Philippe — raspou no muro da 4 —, Ryan ainda era 16º.Explicando o medroso Philippe: o francês admitiu por duas vezes que contorna com certo receio as curvas do circuito de Indianápolis.Enfim, os pilotos voltaram aos pits, e Dixon permaneceu em primeiro. Só que a Ganassi derrubou Franchitti. A mangueira ficou presa, e o escocês foi para oitavo.
Problemas também afetaram Vitor Meira, cujo carro viu-se flamejante após o etanol espirrar. O brasileiro jogou o volante e ameaçou sair; a equipe jogou água, o fogo se foi, o volante retornou a seu posto de origem, Meira voltou à corrida, e o público o ovacionou.
Nisso tudo, Castroneves pulou para segundo, com Power em terceiro. Power, então fixo entre os primeiros, caiu para quarto e Paul Tracy, que até hoje tem entalada na garganta a "derrota" aqui em 2002, surgia na disputa.Matos, que vinha tão bem, despencava para o 20º lugar.As ações foram retomadas na volta 142, que já começava a delinear o que seria realmente da Indy 500.
Por isso Castroneves partiu para cima de Franchitti e superou de pronto. Pouco mais atrás, Dan Wheldon e Townsend Bell puseram as manguinhas de seus carros de fora e subiram ao top-5. Briscoe, então, já se via em oitavo. E até um espantoso Mike Conway brotava, em décimo.Power passou Dixon no giro 156 e fez a Penske, finalmente, ter dobradinha. E Will começou a virar constantemente mais rápido que Helio, encostando no brasileiro e o ameaçando.
Quando uma possível briga pela ponta já levantava o público nas arquibancadas, eis que Justin Wilson, 20º, escapou na entrada da curva 1, rodou e bateu levemente no muro, mas o suficiente para minar suas chances.Boxes abertos. A Penske trabalhou bem com Helio, devolvendo-o à ponta. Pessimamente com Power, no caso o mecânico da roda traseira direita, que voltou em sexto. E brilhantemente com Briscoe, que renascia na luta pela vitória, catapultado para a segunda colocação.O top-5 continha, ainda, Wheldon, a ascendente Danica, e o bravo Bell. Dixon? Só em sétimo. Franchitti? Pior, nono.
A Ganassi era carta fora.As táticas passaram a girar em torno da necessidade de se fazer uma parada extra no fim da prova. Briscoe, certamente, sim — então a Penske não teria sido tão brilhante, assim; só pôs menos combustível; Danica perguntava à equipe se estava OK, e a AGR pedia que poupasse o etanol. As conversas pararam quando um fortíssimo acidente surgiu na volta 174. Envolveu dois brasileiros: Meira e Matos.Na reta principal, Meira vinha com a trajetória interna e emparelhado com Matos na briga pela 17ª colocação.
Raphael não aliviou no contorno da tangência e provocou o choque roda com roda. Vitor foi parar violentamente no muro a ponto do carro ficar em 90º, com o assoalho na parede, arrastando-se pela curva 1.
Matos, da Luczo Dragon, foi retirado do carro e precisou de amparo para ser levado à ambulância. Andando, acenou à plateia. Com Vitor a coisa foi mais difícil. Houve demora para que o brasiliense da Foyt fosse removido. Meira não ficou desacordado, mas reclamou de muitas dores nas costas aos fiscais. Foi levado ao Hospital Metodista para exames.
Faltando 20 passagens para o fim, ainda em bandeira amarela, a Penske chamou Briscoe para não correr riscos. Aí, matou as chances de seu piloto. Wheldon passou ao segundo posto, trazendo Danica e a torcida do povo americano.
Na relargada, Danica tentou passar Wheldon por fora, não conseguiu, ambos perderam tempo e, ali, qualquer oportunidade de algo melhor. Porque Helio abriu tanto que não teve nem graça o fim. Foi só observar pelo espelho os adversários de longe. Para então cair em prantos, finalmente, por uma razão mais do que especial e ótima. Para comemorar a vitória da vida
17.4.09
Helio Inocente!!!
Castroneves e Katiucia foram processados por seis crimes fiscais envolvendo evasão fiscal entre 1999 e 2004, além de um sétimo crime, relacionado à conspiração fraudulenta contra os EUA. A base da questão estava nos US$ 5 milhões do acordo de licença com a Penske que Helio deveria receber.
O dinheiro seria destinado a uma conta numa empresa panamenha chamada Seven, aberta ainda quando Emerson Fittipaldi era empresário do piloto. Só que assim que verificou que a Penske teria de pagar 30% de impostos sobre o montante, o advogado Miller instruiu a equipe a não fazer o depósito. Que só seria feito em 2005 na conta de uma segunda empresa, igualmente offshore, a Fintage, com base na Holanda.
O processo aberto pela promotoria da Flórida deu-se por Helio não ter pagado os impostos deste salário nos seis anos. A defesa alegou que as taxas não foram devidamente pagas justamente porque o dinheiro não foi para Helio, mas, sim, para seu pai, homônimo.
Os jurados haviam prometido pela manhã, em comunicado oficial, que deveriam anunciar os vereditos de todos os crimes ainda hoje. Seguiu-se à nota uma série de pedidos: dos próprios jurados, que queriam transcrições dos advogados datadas do início do julgamento, e dos advogados de defesa, que queriam o anúncio dos vereditos parciais.
A tudo o juiz Donald Graham negou, e sua postura, desde então, parecia sempre alinhada aos desejos da promotoria do Tribunal da Flórida, indicando que dificilmente escapariam das penas.Só que os 12 jurados, sete mulheres e cinco homens, livraram os irmãos da culpa por não terem pagado os impostos do tal acordo de licença.
O anúncio foi feito às 14h locais (15h em Brasília). Faltava o crime de conspiração fiscal. Mas por o júri não ter chegado a uma unanimidade, o juiz Graham optou por anular a queixa.
Castroneves é um dos pilotos brasileiros de maior sucesso na América depois de Emerson Fittipaldi — um dos pivôs deste processo. Foi duas vezes vencedor das 500 Milhas de Indianápolis, é atualmente vice-campeão da Indy e ganhou fama em todo EUA por conta de sua vitória no programa "Dancing with the Stars", da ABC, há dois anos.Mas por conta do processo, originado no fim do ano passado, a vida de Helio ficou às avessas. A Penske teve de substituí-lo pelo australiano Will Power, e Castroneves já perdeu a primeira etapa do campeonato, disputada há duas semanas em São Petersburgo, também na Flórida. É bem possível que Helio viaje para Long Beach para ao menos acompanhar a segunda corrida, nas ruas da Califórnia. A Penske, tem preparado um carro, com o número 12, para Helio correr já neste fim de semana.
(Fonte:grande premio)
Essa é a noticia final. Agora é só sentar no acrro e mostrar serviço... no melhor estilo velho oeste moderno!!!!
13.4.09
Caso Helio Castroneves

Em entrevista ao repórter Celso Miranda, da Rádio Bandeirantes, Castro Neves afirmou:
"Na segunda-feira estaremos de volta nessa corrida da minha vida. Realmente não esperava que essas seis semanas fossem durar tanto. É uma pressão muito grande. Infelizmente não está sob meu controle. São palavras que não consigo decifrar, entender. Só espero que a justiça seja feita", disse.
"São leis das quais nunca tive ideia. É difícil quando você está naquela corte e os promotores acusam você de que você que fez tudo. Isso realmente é complicado, chato de escutar."
"Ninguém gosta de tomar porrada e não poder nem expressar o que sente. Sou muito emotivo. Para segurar tudo isso, é muito difícil. Mais um fim de semana, e não consegui segurar minha emoção. Não é pelo fato de não estar confiante. Infelizmente está fora do meu controle. Estou bem fraco nesse sentido. Os fãs têm sido muito carinhosos. Vamos lá, mais dois dias."
Castro Neves, sua irmã e seu advogado podem ter de cumprir até 35 anos de prisão cada um se forem considerados culpados por crimes entre 1999 e 2004 nos Estados Unidos. O piloto é acusado de ter deixado de pagar US$ 2,3 milhões em impostos. A sua senteça que era para sair hoje foi adiada para amanha.
(Fonte:Tazio)
2.3.09
Hélio castroneves:julgamento
O julgamento de Hélio castroneves esta em andamento, na Corte Federal de Miami, na Florida (EUA). O juiz responsável pelo caso é Donald Graham que hoje abriu o processo para a fase de escolher o jurados.Especula-se que sejam convocados pela defesa, entre outros, os pilotos Tommy Kanam, Juan P. Montoya, Adrian Fernandez (ALMS) e Jimmie Johnson (NASCAR).
O resultado do julagamento pode demorar semanas e se condenado Hélio pode pegar ate 35 anos de cadeia. Na sua defesa estão nomes importatntes do jurídico como: Alan R. Miller, assessor jurídico do piloto e um dos envolvidos no caso, é ninguém menos do que Robert Bennett , que representou o presidente Bill Clinton no caso de assédio sexual movido por Paula Jones. Bom a agora vamos aguardar...
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