29.8.10

Hamilton ganha mais uma

Ele não largou mal. Largou péssimo, num péssimo começo e perdeu seis posições, caindo para 7º. E Webber deve que ver Hamilton assumir a liderança, seguido por Kubica e Button. Rubens Barrichello, que partia de 7º, foi espremido na primeira curva e caiu para 9º. Ainda na primeira volta, o circuito de Spa mostrou a suas características e no chove e não chove começou a chover forte e vários pilotos perderam o controle na chicane final e se tocaram. O pior toque ficou por conta de Barrichello, que acertou a traseira do carro de Fernando Alonso e foi obrigado a abandonar o seu GP de número 300 com a frente de seu carro bem danificada.

A entrada do Safety Car troce segurança para a corrida. Apostando na continuidade da chuva alguns competidores conseguiram entrar nos pits e colocar pneus intermediários. Foi o caso de Alonso, que, após ser abalroado por Barrichello, pôde dirigir-se ao pit lane e realizar a troca.

A relargada foi dada na quarta volta, já sem chuva e com a pista secando a aposta se mostrou equivocada e fez com que duas a tres voltas depois os mesmos pilotos tivesse que retornar aos boxes para trocar mais uma vezes o seus pneus. Hamilton continuou na liderança, seguido por Button. Vettel pulou, logo na primeira curva, para a 3ª posição, superando Kubica numa bonita ultrapassagem seguidos por Webber na o 5º colocação.

No 11º volta, Nico Rosberg e Vitaly Petrov estavam brigando pela 9ª colocação, quando Rosberg saiu um pouco da pista e foi pressionado por Michael Schumacher, que conseguiu fazer a ultrapassagem. No fim da curva, porém, Nico tocou na traseira do heptacampeão e teve o seu bico quebrado.

Com as mudanças de posições causadas pelas confusões das primeiras voltas, a corrida ficou marcada, até a metade, foi muitas disputas em pista. Alonso destacava-se pela sua boa prova de recuperação. Vettel pressionava Button pela 2ª colocação, mas não conseguia fazer a ultrapassagem.

Na 17ª volta, Vettel pressionou Button no setor final da pista. Tentou colocar por dentro, o inglês fechou a porta, tentou por fora, perdeu o controle de seu carro e acertou o radiador do inglês que deve que parar imediatamente, além do bico do seu próprio carro. O alemão afoito retornou à pista apenas na 12ª posição. Na 20ª volta,recebeu uma punição pelo incidente com Button e teve de pagar um drive-through.


Melhor para Kubica, que, na manobra, assumiu a 2ª colocação, seguido por Mark Webber, Felipe Massa e Adrian Sutil, os cinco primeiros.

Dos primeiros, o primeiro a parar para fazer seu pit stop foi Sutil, na 22ª volta, exatamente na metade da corrida. Webber foi o próximo, na volta seguinte. Kubica e Massa entraram juntos suas paradas no 24º volta. O polonês, num bom trabalho da num bom trabalho da Renault, voltou à pista logo à frente de Webber, recebendo uma forte pressão do australiano. O líder Hamilton, por fim, entrou nos boxes na volta seguinte, retornando à pista em 1º.

O dia não era mesmo de Vettel. Na 27ª volta , o alemão tentava se recuperar na prova, mas teve o pneu traseiro esquerdo furado quando tentava ultrapassar o Liuzzi, ainda no primeiro trecho da pista, rodando praticamente todo o circuito com o carro avariado. Conseguiu chegar aos boxes para trocar o composto, mas retornou à pista apenas na 19ª posição.

Por volta do 30º giro, Hamilton iniciou uma sequência de melhores voltas. Com isso, conseguiu abrir uma vantagem tranquila em relação a Kubica. Na 32ª passagem, por exemplo, a diferença chegou a 12s9.

Quando a prova chegou à sua 34ª volta, a chuva voltou a cair. Foi o suficiente para alguns competidores, como Sébastien Vettel e Timo Glock, entrarem nos boxes para colocarem pneus intermediários. Como a maioria dos pilotos não quis arriscar trocar os compostos, deram uma volta com slicks. E quase na pista sabão que o lider Hamilton ficou na caixa de brita. E como a chuva não acalmou tão rapidamente, o pit lane ficou movimentado, com todo mundo realizando as suas trocas de pneus. Os quatro primeiros, porém, continuaram na pista por uma volta e tiveram muita dificuldade de chegar até os boxes. Depois de todo mundo realizar as suas paradas, os cinco primeiros eram os seguintes: Hamilton, Kubica, Webber, Massa e Sutil.

Quem se deu muito bem foi Michael Schumacher, que ainda não havia mudado de compostos e teria de fazer uma parada obrigatória para isso. Como o time colocou pneus intermediários em seu Mercedes GP, o alemão apareceu em 6º.

Nas voltas seguintes, a chuva apertou muito. Isso foi suficiente para Alonso perder o controle de seu Ferrari e bater, com o carro ficando atravessado no traçado. O espanol saiu correndo do seu carro e restando apenas cinco voltas para o fim, entrou na pista o Safety Car.

A relargada foi autorizada restando apenas três voltas para o fim. A maior disputa por posição, naquele momento, foi pela 6ª posição, entre Schumacher e Rosberg, com o alemão mais jovem levando a melhor na chicane Les Combes.

Confira o resultado do GP da Bélgica de Fórmula 1:

1. Lewis Hamilton (McLaren) 1h29min4s268
2. Mark Webber (Red Bull) +1s571
3. Robert Kubica (Renault) +3s493
4. Felipe Massa (Ferrari) +8s264
5. Adrian Sutil (Force India) +9s094
6. Nico Rosberg (Mercedes GP) +12s359
7. Michael Schumacher (Mercedes GP) +15s548
8. Kamui Kobayashi (Sauber) +16s678
9. Vitaly Petrov (Renault) +23s851
10. Jaime Alguersuari (Toro Rosso) +29s457
11. Vitantonio Liuzzi (Force India) +34s831
12. Pedro de la Rosa (Sauber) +36s019
13. Sébastien Buemi (Toro Rosso) +39s895
14. Nico Hülkenberg (Williams) +1 volta
15. Sebastian Vettel (Red Bull) +1 volta
16. Heikki Kövalainen (Lotus) +1 volta
17. Lucas Di Grassi (Virgin) +1 volta
18. Timo Glock (Virgin) +1 volta
19. Jarno Trulli (Lotus) +1 volta
20. Sakon Yamamoto (Hispania) +2 voltas

Não completaram:

Fernando Alonso (Ferrari
Jenson Button (McLaren
Bruno Senna (Hispania)
Rubens Barrichello (Williams)

Volta mais rápida: Hamilton, com 1min49s068

A pergunta que voce adoraria fazer?

28.8.10

Uma marca historica

No fim de semana de seu 300º GP na Fórmula 1, Rubens Barrichello recebeu uma importante homenagem: foi eleito o novo presidente da Associação dos Pilotos (GPDA). O brasileiro da Williams substitui o alemão Nick Heidfeld, que deixou o cargo de reserva na Mercedes para fazer os testes com os novos pneus Pirelli para 2011.

Heidfeld, de 33 anos, teve de deixar o cargo. Por isso, a GPDA teve de fazer uma eleição antes da corrida em Spa-Francorchamps, na Bélgica.
Na reunião, Rubens Barrichello, de 38 anos, piloto mais experiente da Fórmula 1, foi eleito pelos companheiros como o representante perante à Associação das Equipes (Fota) e a Federação Internacional de Automobilismo (FIA).
O piloto da Williams trabalhará aos lados dos diretores Sebastian Vettel (Red Bull) e Felipe Massa (Ferrari).

O grid de largada para o GP da Belgica ficou assim

1. Mark Webber (AUS/Red Bull Renault): 1min45s778
2. Lewis Hamilton (GBR/McLaren Mercedes): 1min45s863
3. Robert Kubica (POL/Renault): 1min46s100
4. Sebastian Vettel (ALE/Red Bull Renault): 1min46s127
5. Jenson Button (GBR/McLaren Mercedes): 1min46s206
6. Felipe Massa (BRA/Ferrari): 1min46s314
7. Rubens Barrichello (BRA/Williams Cosworth): 1min46s602
8. Adrian Sutil (ALE/Force India Mercedes): 1min46s659
9. Nico Hulkenberg (ALE/Williams Cosworth): 1min47s053
10. Fernando Alonso (ALE/Ferrari): 1min47s441
11. Jaime Alguersuari (ESP/Toro Rosso Ferrari): 1mins48s267
12. Vitantonio Liuzzi (ITA/Force India Mercedes): 1min48s680
13. Sebastien Buemi (Toro Rosso Ferrari): 1min49s209
14. Heikki Kovalainen (FIN/Lotus Cosworth): 1min50s980
15. Timo Glock (ALE/Virgin Cosworth): 1min52s049
16. Nico Rosberg (ALE/Mercedes GP): 1min47s885*
17. Jarno Trulli (ITA/Lotus Cosworth): 2min01s491
18. Kamui Kobayashi (JAP/Sauber Ferrari): 2min02s284
19. Bruno Senna (BRA/Hispania Cosworth): 2min03s612
20. Sakon Yamamoto (JAP/Hispania Cosworth): 2min03s941
21. Michael Schumacher (ALE/Mercedes GP): 1min47s874**
22. Pedro de la Rosa (ESP/Sauber Ferrari): 2min05s294
23. Lucas di Grassi (BRA/Virgin Cosworth): 2min18s754
24. Vitaly Petrov (RUS/Renault): sem tempo
* Foi punido e perdeu cinco posições no grid
** Foi punido e perdeu dez posições no grid

Entrevista: Fernando Alonso

"Es un circuito muy especial para cualquier piloto y todos queremos ganar en el circuito de casa, en Mónaco, en Monza, en Spa..., circuitos con mucha tradición y mucha historia. Todavía no he tenido la oportunidad de ganar aquí y ojalá pueda ser este año y, si no, en un futuro, porque es un trofeo importante para tener en casa. Con la buena racha que tiene Ferrari aquí en Spa, a ver si se puede repetir".

"De los circuitos de casa, Mónaco, Monza, Suzuka, es Spa el único que se resiste y a ver si puede ser este año".

"por su longitud, siete kilómetros". "Te ofrece la posibilidad de tener muchas curvas, intentar sacar el tiempo en muchas curvas cuando pones el neumático nuevo y son todas especiales, en bajada, en subida, así como las sensaciones que tienes conduciendo, el cuerpo que se mueve para los lados, que tienes una compresión en la famosa curva de Eau Rouge, son sensaciones únicas para este circuito y lo hace muy divertido de pilotar".

"Ha ido relativamente bien. Sabemos que ha habido carreras en las que no éramos competitivos. Estábamos luchando con Mercedes y con Renault en algunas ocasiones y se ve en el campeonato de constructores que hay dos equipos luchando por la victoria y nosotros estamos a setenta y pico puntos"

"Sabemos las dificultades que hemos tenido hasta ahora y sabemos que tenemos que mejorar. En las siete carreras que faltan empieza un campeonato nuevo, un esprint, y tenemos que hacerlo mejor que los demás. El que lo haga mejor en las siete será campeón".

Para Alonso la clave para conseguir el mundial es "gestionar las carreras perfectas. No podemos tener problemas con la estrategia o cometer errores; tenemos que tener suerte en carreras como la de este fin de semana, en las que hay que tomar decisiones rápidas con la lluvia y hay que tener ese pelín de suerte para acertar".

"Hay que ser mas rápidos que nuestros rivales para evolucionar el coche y también hay que gestionar el estrés o la presión del mundial mejor que los demás, y esperemos que esa sea nuestra ventaja".

"Ferrari está muy acostumbrada a ganar y no creo que se pongan demasiado nerviosos si se llega a las últimas carreras apretadas y tanto Hamilton como Button como yo, que ya tenemos algún mundial conseguido, creo que vamos a afrontar este final de campeonato mas tranquilos que los dos pilotos de Red Bull".

"Traemos piezas aerodinámicas nuevas, sobre todo en la parte trasera, y en el simulador probamos también alguna evolución futura para próximas carreras, pero todas se concentran en esa parte trasera y todas son en torno al difusor".

26.8.10

Uma volta de arrepiar

A dura realidade do vida de piloto

Dura realidade dos pilotos que sofrem com a falta de patrocinio dos pilotos em inicio de carreira mais um relato.

No GP da Europa da GP2 desse ano, Alberto Valério piloto da categoria passou por uma situação ao mesmo tempo perigosa e curiosa: a Coloni esqueceu um cavalete preso na traseira de seu carro. O objeto só se soltou após algumas curvas e atingiu o câmera da transmissão oficial da categoria. O brasileiro o aontecimento coincidiu com a perda de um patrocínio que levava à equipe. De proposito? Nao... o proprio piloto relata com detalhes o ocorrido.
"Ocorreu uma situação engraçada: eu tinha um patrocínio no início da temporada. Pequeno, mas tinha. Eu cheguei na equipe e montei o pessoal para trabalhar comigo: eu escolhi meu engenheiro, telemetrista e mecânicos. Tava tudo certo. Mas, a partir da corrida de Valência, que não entrava mais o meu patrocínio, toda a galera que eu tinha escolhido saiu do meu carro".

"Começou a ficar cavalete grudado no meu carro no boxe... Isso me deixou bem chateado. E o outro carro de Arabadzhiev não saiu do lugar dele: 24º no grid", falou o piloto.

"Desde a Hungria que eu sabia que não continuaria na Coloni", revelou Valério.
Coisas da vida...

24.8.10

Nigel Mansell como comissário do GP da Bélgica

Nigel Mansell foi anunciado nesta terça-feira (24) pela FIA como comissário do GP da Bélgica, que vai acontecer neste fim de semana em Spa-Francorchamps. O campeão mundial de F1 em 1992 vai trabalhar ao lado de Lars Osterlind, Garry Connelly e Yves Bacquelaine. O britânico já venceu uma prova no circuito pela Williams em 1986.

O ex-piloto voltará a exercer a função no GP da Bélgica após ter ocupado o cargo também em Silverstone, no mês passado. O trabalho de Mansell consiste em transmitir uma perspectiva dos pilotos para decisões que necessitem ser tomadas pelos comissários da prova
fonte: grande premio

Uma bela maquina

Kart. Oque é esse esporte?

O kart é o primeiro e mais importante estágio para o futuro piloto. É lá que a maioria dos bons pilotos se formaram. A seguir iremos apresentar as categorias, os chassis, motores, pneus, regulamentos, além de muitas fotos.


Como em todo esporte profissional ou amador, o kart, é dividido em categorias, de acordo com a idade e experiência de um piloto. São a cadete, Júnior Menor, Júnior Maior (para jovens abaixo de 14 anos), Novatos, Graduados B, Graduados A (categoria TOP para pilotos abaixo de 25 anos), Sênior B e Sênior A (categoria TOP para pilotos acima de 25 anos).
Os principais centros mundiais do kartismo são a Itália, Inglaterra, França, Suíça, Alemanha e Brasil. No Brasil os estados que possuem melhor estrutura e campeonatos mais acirrados são, pela ordem, São Paulo, Rio Grande do Sul, Distrito Federal, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Goiás e Bahia.
Anualmente é disputado o Campeonato Brasileiro de Kart, que é prova do calendário oficial da CNK - entidade máxima do kartismo brasileiro, filiada à CBA (Confederação Brasileira de Automobilismo) e à FIA (Federação Internacional de Automobilismo).
Para se disputar uma prova oficial regulamentada pela CBA/CNK, algumas exigências são requeridas no que diz respeito à extensão e largura da pista (mínima de 8 metros) - chamada de kartódromo, segurança para pilotos e público, cronometragem e pódio. Para se disputar um campeonato oficial, os pilotos devem obrigatoriamente portar a carteira de piloto de kart, expedida pela FIA/CBA. As carteiras da FIA/CBA tem validade internacional e é reconhecida em todo o mundo.


Existem diversos campeonato regionais e no interior, principalmente São Paulo, Distrito Federal, Goiás e Minas Gerais, as chamadas "Corridas de Rua". São disputadas nas ruas das cidades, que são previamente fechadas, organizadas e que fazem muito sucesso, com grande público. São provas muito perigosas em razão da relativa falta de segurança para os pilotos que chegam a atingir 140 km/hora nessas pistas, sem área de escape, e não raro acidentes relativamente graves acontecem. Vários desses campeonatos são oficiais, reconhecidos pelas federações estaduais.


Kart - O principal chassi fabricado no Brasil atualmente é o chassi "Mini", fabricado pela Mecânica Riomar, em São Paulo. Mas existem diversos outros fabricantes no país (Moro é o principal concorrente) e também no exterior, que competem aqui, principalmente provenientes da Itália. O chassi possui diversas regulagens para o acerto para uma determinada pista, "abrindo" ou "fechando" a frente e/ou traseira, "soltando" ou "prendendo" o kart, de modo que diversos acertos podem ser realizados, para se adaptar o chassi à pistas rápidas, lentas, asfalto liso, asfalto grosso, temperatura, chuva, etc. Na verdade isso depende também da sensibilidade de um piloto e da forma específica de cada um pilotar. Na descarga do kart também existem muitos macetes, que combinados com coroa e pinhão, podem modificar enormemente seu rendimento de pista para pista.


Motor - Existem diversas opções de motores, mas os mais utilizados no Brasil atualmente são o PCR, fabricado pela Mecânica Riomar - nacional -, com vários títulos e bom rendimento principalmente em pistas de baixa, que requerem maior torque. Os seus principais concorrentes são os DAP Parilla ou Italsystem (italianos). São motores muito competitivos, principalmente em pistas rápidas. Para um maior rendimento do motor, é de fundamental importância que esteja instalado no kart um bom carburador. Todos são preparados por preparadores profissionais e um motor TOP pode chegar a 45 HP e a 22.000 rotações por minuto.

Em Anápolis - pista mais rápida do Brasil e uma das mais rápidas do mundo -, no Campeonato Brasileiro de Kart, no final da grande reta, os karts chegaram a atingir a espantosa marca de 183 km/hora na categoria Graduados e a 179 km/hora na categoria Sênior (possui 10 quilos a mais). Os principais preparadores do país estão em São Paulo, Minas Gerais e Distrito Federal. Existem diversos outros motores - um bastante utilizado é o "V-4", menos potente - em torno de 22 HPs e muito utilizados em corridas de rua no interior de Minas Gerais e sul do país, além de provas para pilotos iniciantes. O rendimento é bem menor, embora satisfatório.


Pneus - Existem três classes de pneus, que são medidos por tarjas. Os de tarja vermelha, são os de compostos mais duros, com maior durabilidade e bom desempenho, que desgastam menos o piloto. Os de tarja amarela, são de compostos mais macios que os vermelhos e com bem menos durabilidade, entretanto dependendo da pista podem ser de 7 décimos a 1 segundo mais rápidos. São os utilizados na maioria das provas oficiais (campeonatos brasileiros e regionais).

Acima desses existem os pneus de tarja verde, rapidíssimos, super macios e com pouquíssima durabilidade, mais utilizados nas categorias TOP em treinos classificatórios de provas onde o composto é liberado. Chegam a ser 5 décimos mais rápidos que os de tarja amarela. Existem ainda os compostos raiados para chuva. O principal fabricante nacional atualmente está no Rio Grande do Sul (MG Pneus) e dois dos seus principais concorrentes estrangeiros são o Dunlop e Bridgestone (em provas em que são liberados).


Equipamentos de segurança - Qualquer piloto de competição, deve se preocupar em utilizar equipamentos de boa qualidade e deve investir um pouco mais nesse quesito, afinal de contas é a segurança dele que está em jogo. Pilotos já foram salvos de maiores contusões justamente por utilizar equipamentos de alto nível, a grande maioria deles importada. Os básicos são: capacete, luvas, macacão, sapatilhas e protetores de costelas, que são muito exigidas e em muitos casos, podendo trincar ou mesmo quebrar, mesmo sem qualquer acidente. Protetores de pescoço, cotoveleira do lado direito (para evitar que o piloto se queime no motor) e balaclavas (por questões de higiene).


Categorias - De acordo com regulamento desportivo do Regulamento Nacional de Kart, elaborado pela CBA - Confederação Brasileira de Automobilismo, para provas nacionais, regionais, estaduais ou locais, as categorias são:


Piloto Cadete de Kart - PCK - De 8 anos completos até 10 anos incompletos, podendo permanecer na categoria caso complete 10 anos após participar de uma etapa do campeonato;
Piloto Júnior Menor de Kart - PJMK - De 10 anos completos até 12 anos incompletos, podendo permanecer na categoria caso complete 12 anos após participar de uma etapa do campeonato;
Piloto Júnior de Kart - PJK - De 12 anos completos até 14 anos incompletos, podendo permanecer na categoria caso complete 14 anos após participar de uma etapa do campeonato;
Piloto de Kart - PK - Idade mínima de 14 anos completos (Novatos);
Piloto Graduado de Kart "B" - PGK "B" - Promovido das categoria PJK ou PK ou ainda aprovado por escola de pilotagem de kart reconhecida pela CBA, com idade mínima de 14 anos;
Piloto Graduado de Kart "A" - PGK "A" - Promovido da categoria PGK "B";
Piloto Sênior de Kart "B" - PSK "B" - Piloto acima de 25 anos completos;
Piloto Sênior de Kart "A" - PSK "A" - Promovido da categoria PSK "B".


Preparação física - A preparação física é de vital importância, principalmente para pilotos acima de 25 anos (categoria sênior). O kart profissional exige muito do piloto - mais do que qualquer outro esporte e, principalmente no final das corridas, aquele que possui um preparo físico melhor, com certeza terá desempenho superior. Outra preocupação constante dos pilotos é com o peso, pois isso influi diretamente no rendimento do kart, principalmente retomadas de velocidade nas saídas de curvas..

Desse jeito não da


somente um milagre para fazer com que as obras do GP da correia estejam prontas... Seria bom pensar em uma alternativa

23.8.10

Ferrari cogita ir a justiça caso seja punida pela FIA

A Ferrari já tem uma alternativa caso seja punida no Conselho Mundial da FIA, no dia 8 de setembro: a Justiça comum. A escuderia italiana, que vai ao tribunal do automobilismo por conta do jogo de equipe declarado no GP da Alemanha, quando Felipe Massa liberou a passagem de Fernando Alonso para que o espanhol ficasse com a vitória, já se prepara para a possibilidade de ter que apelar. As informações são do jornal italiano “La Gazzetta dello Sport”.

- Se sair de Paris derrotada, a Ferrari pode apelar. E está disposta a levar a causa a um tribunal civil. A equipe usou as semanas de agosto para criar uma linha defensiva. A expectativa é que não só se evite o escândalo de uma sanção adicional como que o caso propicie também uma modificação no regulamento para conseguir que as ordens de equipes sejam lícitas desde que não prejudiquem os outros rivais – afirma o jornal.

Pela ultrapassagem de Alonso a Massa, a Ferrari já foi multada em US$ 100 mil (cerca de R$ 178 mil) por atitude antidesportiva. O resultado da corrida em Hockenheim ainda está subjúdice.

Os comissários consideraram em Hockenheim que a Ferrari infringiu os artigos 39.1, que proíbe ordens de equipe, e 151c, que fala sobre atitudes antidesportivas que sujem a imagem do esporte. Eles começaram a investigar o caso logo após o término da corrida. Stefano Domenicali, chefe da equipe, e Massimo Rivola, diretor, tiveram de ir à torre de controle do autódromo para explicar o incidente e as ordens codificadas na comunicação por rádio durante a corrida. Alonso e Massa também foram chamados.

Uma vitoria para Portugal


A ENSULMECI (empresa da área de execução de projectos de engenharia) em consórcio com a CVF (Construtora Vila Franca) são responsáveis pelo projecto e construção do futuro Kartódromo do Estoril, cujo valor total está estimado em 5.384.172,77€.

O projecto agora adjudicado pela CE - CIRCUITO ESTORIL, S.A., inclui a concepção, projecto e construção do kartódromo e respectivas instalações de apoio, bem como das instalações, pista e demais equipamento do centro de formação, escolas de condução profissional e defensiva e passagem superior entre os dois paddocks.

A pista terá um comprimento 1223 metros e uma largura constante de 8 metros, tendo a recta da meta 150 metros, o que a torna uma das mais longas.

A duração da obra está prevista para 10 meses, incluíndo o edifício da torre de controlo, bancadas, edifício de apoio e o centro de formação e escolas de condução profissional e defensiva.

O kartódromo, bem no seio do complexo do autódromo do Estoril, será vocacionado para a competição ao mais alto nível, bem como para a utilização em geral do público.

A escola de condução defensiva e centro de formação terão pista própria, simuladores para condução diurna e nocturna e todo o tipo de veículos desde ambulâncias a carros de bombeiros, autocarros, veículos de transporte de crianças e idosos, camiões e TIR.

Fonte: ENSULMECI/CVF
Fica a pergunta no ar. Quando sera a nossa vez aqui? Principalmente no Rio de Janeiro?

22.8.10

Piloto: preparação fisica, caso de vida ou morte

O que acontece com um piloto de fórmula-1 durante uma corrida? Quais são as exigências físicas a ele submetidos? O que ele precisa estar preparado para tolerar?

Uma pessoa parada pode sofrer tanto desgaste físico? E por que? Quantas as vezes nos não nos somos pegos perguntando o por que de tanto exercício físico para rapazes que aparentemente não estão sujeitos a nenhum esforço físico? É só que para muitos o conceito de que o exercício físico está associado somente a movimento. O que na realidade não corresponde a uma verdade absoluta. Talvez o melhor exemplo para ilustrar esta afirmação, seja exatamente o do piloto de corrida. Existe um tipo de solicitação física que é o chamado exercício isométrico. Esta é a situação na qual os músculos se contraem vigorosamente sem que haja o deslocamento de nenhum segmento corporal. É o que acontece, por exemplo, quando nós sustentamos algum objeto pesado nas pernas mais sem se mover, como dar o colo a uma criança grande já grande. È o mesmo esforço físico.

A situação do piloto de fórmula-1 dentro do “cockpit” do carro é tipicamente caso. Durante a corrida, o corpo do piloto é submetido à inúmeras situações nas quais se torna necessário contrair vários grupos musculares para manter a postura adequada. As acelerações e desacelerações bruscas e violentas, a enorme força centrífuga que tende a deslocar tudo o seu corpo, seus órgãos internos e principalmente a sua cabeça fazem com que o corpo, os seus músculos, sejam responsáveis por um grande esforço decorrente de manter o posicionamento adequado. Isso durante o tempo todo em cerca de 2 horas contínuas. Haja força para tolerar tudo isso.

Este tipo de esforço físico é muito desgastante pelo fato de que os músculos se intoxicam com os produtos da contração muscular, principalmente o ácido láctico, sem que haja um adequado fluxo sanguíneo para removê-los, pois lembre-se eles estão parados. Esta é a razão de muitas vezes termos observado o piloto sair do carro totalmente “travado” após uma corrida. Cãibras são comuns.

Além do desgaste físico, existe um tamanho “stress” como poucas situações são capazes de promover. Isto provoca uma enorme descarga de adrenalina, e que acompanha um grande aumento dos batimentos cardíacos. Como se sabe, o batimento cardíaco de um piloto de fórmula-1 chega perto de 180 por minuto durante uma prova. O aumento de pressão arterial pode causar um derrame ou um enfarto. Por sorte nunca tivemos esses “ acidentes” na categoria, por imagina se eles ocorrerem a 200 km/h numa curva, morte na certa!

Por essas razões, a preparação física de um piloto de fórmula-1 é tão importante. Os índices de aptidão física dos pilotos de elite, são hoje compatíveis com os dos atletas de mais alto grau de preparação físico. Afinal se um piloto que entrar em fadiga em plena corrida pode sofrer um acidente fatal! E morrer. Nesse casso o vicio em movimento dos rapazes é questao de vida ou morte.

21.8.10

Quanto ganha um piloto de F1.

Muita gente se pergunta quanto ganha um piloto de F1. Existe muita curiosidade e toda uma aura em volta desse assunto, afinal niguem confessa o quanto ganha.

As informações abaixo, guardadas a sete chaves, faz com que conseguimos sempre uma estimativa nunca um valor exato . Mas proporciona um quadro muito próximo da realidade.

Com é a regra para o calculo do salário de um piloto? Primeiramente o salário deles não é fixo. Como regra, a renda de um piloto de F1 vem 70% de salário 30% de bônus com base em pódios, vitórias e posição do campeonato. Aparentemente, a Red Bull é a exceção com 40% de salário e 60% de bônus, o que pode explicar parcialmente porque um piloto deles que não vence parece ganhar mal!

Quando se trata de dinheiro, ao que parece, a equipe se esforça para dar a Sebastian Vettel e Mark Webber tratamento igual - eles tem um salário em torno de € 3.5 milhões cada um e assim podem mais do que dobrar sua renda se mantiverem a atual tendência de resultados nesta temporada. Webber ganhou quatro corridas e lidera o campeonato, enquanto Vettel venceu duas vezes e continua bem perto da disputa pelo título. Mas não parece que dinheiro seja a motivação mais forte para eles. A impressão é que eles estão altamente motivados para vencer corridas e conquistar o título com o carro excepcional que pilotam projetado por um dos magos da categoria Adrian Newey que se auto-classifica de o "último dinossauro" da engenharia por ser de um tempo em que o automobilismo não era tão grande quanto atualmente e um engenheiro tinha que se envolver em diferentes etapas do processo. Ele ganha tão bem quanto os grandes pilotos da categoria .

No final da temporada passada, baseados na regra de diminuição de custos da categoria houve uma redução para diminuir o custo dos salários. As equipes concordaram com o Acordo de Restrição de Custos proposto pela FIA, mas que não inclui os salários dos pilotos ou marketing. De qualquer maneira, elas estavam dispostas a começar um aperto geral nos salários.

Os agentes dos pilotos começaram a compartilhar informações para não serem surpreendidos de calças curtas. Eles e os seus clientes foram forçados a aceitar que os salários fossem reduzidos como parte de um amplo programa de redução de custos, que realmente cortou custos na F1.

Lewis Hamilton teve a sorte de escapar deste aperto, já que seu contrato de cinco anos foi assinado no pico do ciclo econômico no outono de 2007, após sua sensacional temporada de estréia. O valor total de seu contrato é entendido como sendo de € 50 milhões. Ele também tem endossos dos jatos da Bombardier e da empresa de materiais esportivos Reebok, que totalizam cerca de € 3 milhões por ano. Assim, ele poderia ser descrito como “à prova de recessão”.

Outro que ganha muito bem é Fernando Alonso. É muito difícil avaliar o quanto de seu salário é pago pela Ferrari e quanto pelo Santander. As melhores estimativas dos agentes colocam o salário dele entre € 12 e € 15 milhões por temporada, o que faz de Alonso e Hamilton os pilotos mais bem pagos atualmente.

Porem um salário de um piloto não vem unicamente da equipe. Os patrocinadores pessoais também fazer parte fundamental do seu salário, que é pago em regra, por corrida. Alguns recebem por mês como todo ou qualquer funcionário.

Felipe Massa acaba de renovar seu contrato com a Ferrari por mais duas temporadas, a partir de 2011. Seu contrato atual de três anos foi feito – assim como o de Hamilton - no pico econômico de 2007 e é de € 12 milhões por ano e provavelmente houve uma redução do seu salário no novo contrato, tendo que aceitar o novo quadro financeiro.

Jenson Button foi para a McLaren como campeão do mundo saindo da Brawn por diversas razões e inúmeros detalhes, inclusive uma discussão sobre chassis. A McLaren paga a ele € 8 milhões por ano, enquanto na Brawn ele recebeu € 3 milhões no ano passado. Na época da Honda ele ganhava cerca de € 7 a € 8 milhões/ano.

E por mais absurdo que pareça um dos pilotos que mais ganha na F1 é Kimi Raikkonen, mesmo ele não competindo mais na categoria. Seu pacote de demissão da Ferrari é de gênio e provavelmente boa parte disso é pago pelo Santander que troce o piloto espanhol que ocupou o lugar do finlandês. Funciona assim ele receberia ate o fim do contrato € 19 milhões por ano, com uma cláusula que, se ele encontrasse outro emprego ganhando menos, a renda seria compensada até os € 19 milhões pela Ferrari. Ele ganha em torno de € 10 milhões por ano da Citroen no WRC, então a Ferrari paga os € 9 milhões restantes. Nos bons e velhos tempos Raikkonen estava ganhando mais de € 30 milhões por ano da Ferrari. As pessoas imaginam quanto tempo passará até que vejamos esse tipos de salário novamente.

Michael Schumacher tem um salário que é uma incógnita. A Mercedes insiste que ele não ganha as quantias enormes dos tempos de Ferrari, que eram sempre um pouco acima dos € 40 milhões, é possível que seu salário. Sua presença na equipe tem ajudado a atrair a atenção das pessoas e conseqüentemente patrocinadores, por isso é improvável que ele esteja ganhando menos de € 10 milhões por ano.

Mesmo com valores tão altos pagos para os seus pilotos, ainda existem controvérsias de que a Fórmula 1 seja a categoria do automobilismo onde um piloto pode ganhar a maior quantidade de dinheiro. Muitos acreditam que os pilotos de ponta da NASCAR ganham ainda mais do que os campeões da Fórmula 1, devido às enormes premiações pagas na categoria norte-americana. Jeff Gordon, um dos grandes ídolos da NASCAR Sprint Cup series, recebe mais de 25 milhões de dólares anuais e ainda lucra praticamente a mesma quantia com uma infinidade de produtos que levam o seu nome.

Afinal o valor do pescoço dos meninos é bem caro e quanto mais risco mais maior valor. Faz sentido.