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Formula 1 Countdown
30.11.10
29.11.10
28.11.10
E com voces os alemaes campeos da ROC
Corrida de meia duzia de campeos onde a maioria nem das as carras, mas mesmo assim uma dupla de campeoes de merece. Os dois pilotam bem.
Finale del ano ferrari 2010
Solamiente una cosita... eles poderia falar italiano, espanhol porq ue o inglezinho ruim de enterder... Oh ceus!!!!
27.11.10
Feranndo Alonso recebe premio de jornal espanhol
Fernando Alonso ha recibido esta noche en la Ciudad de las Artes de Valencia el MARCA Leyenda de manos del director del diario más leído en España, Eduardo Inda. En la edición de este domingo, los lectores de MARCA encontrarán una extensa entrevista en exclusiva, la primera desde que acabó el Mundial como subcampeón.
El piloto asturiano, de 29 años, recogió tal distinción en un acto que sirvió para homenajear la dilatada trayectoria del mejor piloto del mundo. Alonso se convierte en el cuarto miembro de la saga Ferrari en lograr el MARCA Leyenda tras Niki Lauda, Michael Schumacher y Luca di Montezemolo. No se pierda con su diario MARCA las 12 páginas del especial sobre Fernando Alonso
Fonte: Marca
Não sei se a versao nacional do jornal espanhol vai publicar... cenas para o proximo capitulo
El piloto asturiano, de 29 años, recogió tal distinción en un acto que sirvió para homenajear la dilatada trayectoria del mejor piloto del mundo. Alonso se convierte en el cuarto miembro de la saga Ferrari en lograr el MARCA Leyenda tras Niki Lauda, Michael Schumacher y Luca di Montezemolo. No se pierda con su diario MARCA las 12 páginas del especial sobre Fernando Alonso
Fonte: Marca
Não sei se a versao nacional do jornal espanhol vai publicar... cenas para o proximo capitulo
Chefe de equipe dá ultimato a Massa: "Próximo ano será fundamental"
Stefano Domenicali deu um ultimato para Felipe Massa. O chefe da equipe italiana disse ao jornal italiano ‘Corriere della Sera’ que o brasileiro precisa mostrar serviço em 2011, pois essa é a melhor forma de ele provar que pode continuar na equipe.
“Todo piloto sabe que, se ele não tiver resultados, é o primeiro a sofrer as consequências. Felipe tem de enfrentar a próxima temporada sabendo que ela será fundamental para ele como piloto e como membro da Ferrari", disse o dirigente.
Massa não vem conquistando bons resultados na Ferrari nos últimos anos. Após a perda do título na última curva de Interlagos em 2008, o brasileiro não venceu mais na F1. Em 2009, quando fazia uma temporada discreta, sofreu um grave acidente em Hungaroring ao ser acertado na cabeça por uma mola que se soltou do carro de Rubens Barrichello. Massa ficou algum tempo internado e perdeu o restante daquela temporada.
Em 2010, o brasileiro foi ofuscado pelo seu companheiro de equipe, o espanhol Fernando Alonso. Quando ia vencer, em Hockenheim, recebeu ordens da Ferrari e deixou Alonso passar e vencer.
Massa, que tem contrato com a escuderia até o final de 2012, marcou 144 pontos, ficando com a sexta colocação no Mundial. Já Alonso, que brigou pelo título até a última etapa, em Abu Dhabi, ficou com a segunda colocação, vencendo cinco corridas e marcando 252 pontos, 108 a mais que Massa.
“Todo piloto sabe que, se ele não tiver resultados, é o primeiro a sofrer as consequências. Felipe tem de enfrentar a próxima temporada sabendo que ela será fundamental para ele como piloto e como membro da Ferrari", disse o dirigente.
Massa não vem conquistando bons resultados na Ferrari nos últimos anos. Após a perda do título na última curva de Interlagos em 2008, o brasileiro não venceu mais na F1. Em 2009, quando fazia uma temporada discreta, sofreu um grave acidente em Hungaroring ao ser acertado na cabeça por uma mola que se soltou do carro de Rubens Barrichello. Massa ficou algum tempo internado e perdeu o restante daquela temporada.
Em 2010, o brasileiro foi ofuscado pelo seu companheiro de equipe, o espanhol Fernando Alonso. Quando ia vencer, em Hockenheim, recebeu ordens da Ferrari e deixou Alonso passar e vencer.
Massa, que tem contrato com a escuderia até o final de 2012, marcou 144 pontos, ficando com a sexta colocação no Mundial. Já Alonso, que brigou pelo título até a última etapa, em Abu Dhabi, ficou com a segunda colocação, vencendo cinco corridas e marcando 252 pontos, 108 a mais que Massa.
26.11.10
Tal lá tal cá
Bernie Ecclestone foi vítima de um assalto quando voltava para seu apartamento, em Londres. De acordo com o tablóide inglês 'The Sun', o dono dos direitos comerciais da F1, que estava junto de sua nova namorada, a brasileira Fabiana Flosi, de 31 anos, sofreu um ferimento na cabeça e escoriações em uma das mãos após uma emboscada de quatro assaltantes às 22h30 locais, que levaram relógios e joias utilizados pelo casal.
Flosi assistiu a toda abordagem sem poder fazer nada e viu as agressões sofridas por Bernie que, de acordo com o tablóide, recebeu socos e chutes dos agressores. O dirigente foi imediatamente levado para o hospital após a chegada da polícia ao local, quando os meliantes já haviam fugido com os pertences do magnata. Dentre as peças roubadas, Ecclestone entregou uma quantia de £ 200 mil, cerca de R$ 540 mil.
Bernie foi diagnosticado com “um pequeno machucado” e, horas depois, foi liberado do hospital.
A quadrilha é procurada pela polícia local. Acredita-se que o grupo é responsável por uma série de assaltos a ricos e famosos na Inglaterra. Uma fonte da polícia disse que Bernie era o alvo dos bandidos, e que não foi um roubo ao acaso. “Há poucas dúvidas de que esse assalto foi feito por [eles saberem] quem é Bernie Ecclestone. Os assaltantes foram insensíveis e mostraram pouco respeito pelas vítimas. Eles precisam ser presos”, comentou ao ‘The Sun’
fonte:grande premio
Flosi assistiu a toda abordagem sem poder fazer nada e viu as agressões sofridas por Bernie que, de acordo com o tablóide, recebeu socos e chutes dos agressores. O dirigente foi imediatamente levado para o hospital após a chegada da polícia ao local, quando os meliantes já haviam fugido com os pertences do magnata. Dentre as peças roubadas, Ecclestone entregou uma quantia de £ 200 mil, cerca de R$ 540 mil.
Bernie foi diagnosticado com “um pequeno machucado” e, horas depois, foi liberado do hospital.
A quadrilha é procurada pela polícia local. Acredita-se que o grupo é responsável por uma série de assaltos a ricos e famosos na Inglaterra. Uma fonte da polícia disse que Bernie era o alvo dos bandidos, e que não foi um roubo ao acaso. “Há poucas dúvidas de que esse assalto foi feito por [eles saberem] quem é Bernie Ecclestone. Os assaltantes foram insensíveis e mostraram pouco respeito pelas vítimas. Eles precisam ser presos”, comentou ao ‘The Sun’
fonte:grande premio
25.11.10
Trulli visita Lotus e já pensa em 2011
Apesar de nenhuma confirmação oficial por parte da equipe, a dupla de pilotos da Lotus deve continuar a mesma em 2011. Quem corre mais riscos é Jarno Trulli, mas o italiano parece certo para seguir mais um ano no time.
"Alguns resultados foram abaixo do esperado, mas sempre tentei extrair o máximo do carro. Visitarei a fábrica da equipe nos próximos dias para começar a preparação de 2011", disse à BBC Radio Norfolk.
Durante os últimos GPs da temporada de 2010, no Brasil e em Abu Dhabi, cresceu a especulação de que Bruno Senna já estaria acertado com o time para o próximo campeonato.
Uma boa pedida: GT1
Com ingressos custando a partir de módicos R$ 5, os fãs da velocidade poderão ter a oportunidade de assistir a penúltima etapa do Mundial de GT1, que pela primeira vez na história da categoria, terá uma prova no Brasil, neste fim de semana, em Interlagos.
A corrida pode definir o campeão da temporada. A dupla da Vitaphone Maserati, formada por Andrea Bertolini e Michael Bartels, pode deixar São Paulo com o título. O GT1 terá a participação dos brasileiros Ricardo Zonta, Enrique Bernoldi e Xandinho Negrão, além de outros pilotos com passagem pela F1 e pela GP2.
Além do GT1, o fim de semana em Interlagos terá na pista os carros do GT Brasil, e também as motos que disputam o Superbike Series. Os ingressos custam a partir de R$ 5, para arquibancada, em regime de meia-entrada.
A arquibancada comum vale R$ 10. Já a visitação aos boxes, no domingo (28), dia das corridas, custa R$ 35. O setor denominado Club Itaipava GT Brasil, com área coberta e que dá direito a visitação aos boxes em horário programado pela organização, será vendido a R$ 50. Já o Camarote Vip vale R$ 150 e serve como entrada para os shows de Paulo Ricardo e da banda Tihuana.
Todos os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria do autódromo. No sábado (27), as entradas podem ser adquiridas entre 8h e 16h. No domingo, as bilheterias de Interlagos ficam abertas entre 8h e 14h. Além de Interlagos, os ingressos podem ser comprados nas revendas oficiais da Pirelli na Grande São Paulo e também no site Oba Oba.
Até esta sexta-feira (25), a CET [Companhia de Engenharia de Tráfego da Cidade de São Paulo] não divulgou programação de bloqueio de trânsito nas cercanias de Interlagos.
A transmissão televisiva ficará por conta da RedeTV!. A emissora vai exibir a penúltima etapa do Mundial de GT1 a partir das 14h45 do domingo. O Grande Prêmio também estará presente e vai cobrir de forma completa e ‘in loco’ todo o fim de semana de competições em Interlagos.
Confira a programação completa do fim de semana, sempre pelo horário de Brasília:
Sexta-Feira:
08h55 – 09h50 1º Treino Livre, Superbike Series
10h00 – 10h45 1º Treino Livre, GT Brasil
10h55 – 12h15 Treino Livre, Mundial GT1
12h25 – 13h20 2º Treino Livre, Superbike Series
13h30 – 14h15 2º Treino Livre, GT Brasil
14h25 – 15h20 3º Treino Livre, Superbike Series
15h30 – 16h50 Pré-Classificação - Mundial GT1
17h00 – 17h45 3º Treino Livre, GT Brasil
Sábado:
08h00 – 08h45 4º Treino Livre, GT Brasil
09h00 – 10h00 Classificação, Mundial GT1
10h10 – 10h55 1º Treino Classificatório, Superbike Series
11h05 – 11h50 2º Treino Classificatório, Superbike Series
12h00 – 12h45 1º Treino Classificatório, GT Brasil
13h00 – 13h45 2º Treino Classificatório, GT Brasil
14h30 – 15h30 Corrida Classificatória, Mundial GT1
15h40 – 16h25 3º Treino Classificatório, Superbike Series
17h05 – 17h55 1ª Corrida, GT Brasil
18h15 – 18h30 Super Pole, SuperbikeSeries
Domingo:
08h20 – 08h35 Warm Up, Superbike Series
08h50 – 09h05 Warm Up, GT Brasil
09h20 – 09h50 Warm Up, Mundial GT1
10h22 – 10h52 Corrida, Superbike Series
13h03 – 13h53 2ª Corrida, GT Brasil
15h00 – 16h00 Corrida Principal, Mundial GT1
Todos os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria do autódromo. No sábado (27), as entradas podem ser adquiridas entre 8h e 16h. No domingo, as bilheterias de Interlagos ficam abertas entre 8h e 14h. Além de Interlagos, os ingressos podem ser comprados nas revendas oficiais da Pirelli na Grande São Paulo e também no site Oba Oba.
Até esta sexta-feira (25), a CET [Companhia de Engenharia de Tráfego da Cidade de São Paulo] não divulgou programação de bloqueio de trânsito nas cercanias de Interlagos.
A transmissão televisiva ficará por conta da RedeTV!. A emissora vai exibir a penúltima etapa do Mundial de GT1 a partir das 14h45 do domingo. O Grande Prêmio também estará presente e vai cobrir de forma completa e ‘in loco’ todo o fim de semana de competições em Interlagos.
Confira a programação completa do fim de semana, sempre pelo horário de Brasília:
Sexta-Feira:
08h55 – 09h50 1º Treino Livre, Superbike Series
10h00 – 10h45 1º Treino Livre, GT Brasil
10h55 – 12h15 Treino Livre, Mundial GT1
12h25 – 13h20 2º Treino Livre, Superbike Series
13h30 – 14h15 2º Treino Livre, GT Brasil
14h25 – 15h20 3º Treino Livre, Superbike Series
15h30 – 16h50 Pré-Classificação - Mundial GT1
17h00 – 17h45 3º Treino Livre, GT Brasil
Sábado:
08h00 – 08h45 4º Treino Livre, GT Brasil
09h00 – 10h00 Classificação, Mundial GT1
10h10 – 10h55 1º Treino Classificatório, Superbike Series
11h05 – 11h50 2º Treino Classificatório, Superbike Series
12h00 – 12h45 1º Treino Classificatório, GT Brasil
13h00 – 13h45 2º Treino Classificatório, GT Brasil
14h30 – 15h30 Corrida Classificatória, Mundial GT1
15h40 – 16h25 3º Treino Classificatório, Superbike Series
17h05 – 17h55 1ª Corrida, GT Brasil
18h15 – 18h30 Super Pole, SuperbikeSeries
Domingo:
08h20 – 08h35 Warm Up, Superbike Series
08h50 – 09h05 Warm Up, GT Brasil
09h20 – 09h50 Warm Up, Mundial GT1
10h22 – 10h52 Corrida, Superbike Series
13h03 – 13h53 2ª Corrida, GT Brasil
15h00 – 16h00 Corrida Principal, Mundial GT1
23.11.10
22.11.10
21.11.10
Entrevista Fernando Alonso
'Na Fórmula 1 não há amigos'
Fã de Ayrton Senna, o espanhol Fernando Alonso tem um só objetivo: vencer. E diz que não tem medo de morrer na pista, como seu ídolo
"Considero amigos apenas algumas poucas pessoas do tempo de colégio. Na Fórmula 1, o Felipe seguramente é um dos melhores"
Ganhar, ganhar, ganhar. É só nisso que o espanhol bicampeão do mundo Fernando Alonso pensa. “Não é fácil ver alguém que não seja você comemorando a vitória no domingo.” Calmo, às vezes até sorrindo, sempre atento às perguntas, o piloto número 1 da Ferrari conversou com o site de VEJA às vésperas do GP Brasil, no reservado da Ferrari no paddock de Interlagos, quando ainda tinha muitas chances de faturar mais um título – o terceiro – e mais uma vez no Brasil. Disse que a experiência o acalmava num momento-chave do campeonato e não pensava em recordes, mas apenas em vitórias. Sem querer parecer bom moço, não titubeou ao falar das difíceis relações dentro da Fórmula 1: “Amigos? Apenas alguns do tempo de colégio.”
Em 2001, quando entrou na Fórmula 1, imaginou que seria possível conquistar duas vezes o mundial?
Não, quando se começa em uma equipe pequena, com poucas possibilidades, é praticamente impossível de acontecer. Para ganhar um campeonato é necessário um conjunto de coisas: a melhor equipe, o melhor carro e, claro, muita sorte. Por isso, vencer dois campeonatos já era algo impensável.
Há diferenças entre os títulos?
O primeiro é uma surpresa, é algo para viver com muita intensidade, porque não sabemos se vai se repetir. É o máximo como piloto profissional. Daí, no ano seguinte você não quer perder, se torna muito competitivo. No primeiro título, o nível de stress é maior quando se aproxima da decisão. Agora, estou mais acostumado.
E agora o que falta?
Não tenho nenhum objetivo traçado. Cada ano que começa quero vencer corridas e ser campeão. Não tenho nenhum objetivo, tampouco algum número na cabeça. Mas tomara que venham muitos campeonatos. Não é legal chegar no domingo e ver outra pessoa no pódio comemorando.
Você tem medo de morrer na pista?
Não quando estou no carro. Medo da morte todo mundo tem em algum momento, todos queremos viver muitos anos e com muita saúde, mas é algo que não planejamos. Tem de aproveitar todos os dias e viver muito feliz.
Quais lembranças tem de Ayrton Senna?
Quando ele estava ganhando, a Fórmula 1 não era tão importante na Espanha, as corridas não eram exibidas na TV. Mas sempre foi o nome que mais ouvi. Lembro quando tinha 7, 8 anos, ele era sempre o favorito. Na minha cabeça ficou que ele é o melhor piloto de todos os tempos.
Quais são as diferenças da Fórmula 1 daquele tempo e da atual?
Hoje os carros são mais limitados, mais ou menos todos iguais. Os tempos são muito parecidos.
No filme, Senna diz que “competimos para vencer; se não se arriscar na pista, então não é mais um piloto de corrida”. Você concorda?
Sim, ainda que a Fórmula 1 tenha mudado nesse sentido. Com as poucas oportunidades de ultrapassagem que temos, não se pode deixar de aproveitá-las. Tem de correr risco para se sentir um piloto. Mesmo assim, todos os movimentos são calculados, senão pode haver uma tragédia.
O que deixaria as corridas mais interessantes?
Menos aerodinâmica e mais ultrapassagens.
Por que a sua geração é diferente da dos pilotos dos anos 1980 e 1990?
O esporte se profissionalizou muito. Agora, os pilotos são muito mais jovens e é necessário ter um bom comportamento dentro e fora das pistas, além 100% preparado fisicamente. Antigamente víamos até pilotos fumando antes das corridas. Perdeu-se um pouco do fator humano, tudo parece mais robotizado, além da influência dos patrocinadores, os pilotos têm de trabalhar a imagem.
A tecnologia ajudou nessa robotização?
Sim. Hoje é preciso considerar todos os computadores, simulações e estratégias. Estamos muito limitados nos treinos e agora estão proibidos os testes durante a temporada. E só teremos 15 dias para treinar em fevereiro. Cabe às equipes ter bons equipamentos para ajustar os carros, simular trocas de marcha. Isso também contribui para perder um pouco do espetáculo.
O que aconteceria se durante a corrida não tivesse comunicação por rádio? Não seria mais interessante?
Não tinha pensado nisso, teríamos de tomar mais decisões. Até seria mais interessante, mas também bastante difícil. Cerca de 70% das instruções que nos passam dos boxes é para acertar os parâmetros do carro. Sem essas informações, os carros quebrariam porque dentro do cockpit não temos essas informações.
O resultado da equipe é mais importante que os resultados individuais?
Acredito que o individual do piloto ainda seja mais importante. Por exemplo, ninguém lembra quem foi o campeão de construtores de 1998 (McLaren), mas do piloto campeão naquele ano sim (o finlandês Mika Hakkinen, da McLaren). Por isso os pilotos tentam fazer o máximo para contribuir com o resultado de equipes, mas no final todos sabem que o resultado dos pilotos terá maior repercussão.
O que você tem a dizer sobre a estratégia adotada na Alemanha (quando Felipe Massa desacelerou propositalmente para que Alonso tomasse a liderança da prova)?
Cada um vê essa questão de um jeito. Respeito opiniões. Acredito no que a equipe tenta buscar. Para a Ferrari é importante um carro vermelho ganhar corridas e ganhar o campeonato. Na Alemanha, para a equipe, a melhor possibilidade era essa. É uma decisão da equipe que nos paga no final do mês e não uma opinião nossa. (O assessor de imprensa da Ferrari Luca Colajanni interrompe e diz que “a equipe não deu ordem nenhuma porque é proibido, o Felipe é quem calculou o que deveria fazer, e para garantir um bom resultado para a Ferrari tomou uma decisão própria”.)
Mas esse jogo de equipes não muda diretamente o resultado da prova?
Há opiniões para tudo, tem gente que pensa que o resultado foi mudado, tem gente que pensa que não adiantaria porque eu iria passar de qualquer maneira, cinco, seis voltas mais tarde, porque vinha mais rápido.
Quem é seu melhor amigo na Fórmula 1?
É difícil fazer uma amizade profunda com as pessoas que são seus rivais, não? Com as pessoas de sua equipe é mais fácil fazer amizades, com seus engenheiros, com seu agente, fisioterapeuta. Com aquelas pessoas com as quais você passa mais tempo.
Ganha-se mais amigos ou inimigos?
Certamente amigos. Mas também muitos inimigos e fãs. No final, o que interessa são seus amigos de sempre, os amigos da escola, a família.
Sua relação com o Felipe parece bem melhor que a que teve com Hamilton na McLaren.
Sim, é. Aprendemos a lidar com isso, pois passamos muito tempo juntos, indo a eventos, nos treinamentos, na fábrica. Depende de caráter, da personalidade de cada um. Com Hamilton certamente a relação era um pouco mais difícil, pois não compartilhávamos os mesmos valores. Com o Felipe é muito mais fácil, somos latinos, falamos italiano, por isso temos uma boa comunicação.
Considera o Felipe um amigo?
Considero amigos apenas algumas poucas pessoas do tempo de colégio. Na Fórmula 1, o Felipe seguramente é um dos melhores
fonte: abril.com
Fã de Ayrton Senna, o espanhol Fernando Alonso tem um só objetivo: vencer. E diz que não tem medo de morrer na pista, como seu ídolo
"Considero amigos apenas algumas poucas pessoas do tempo de colégio. Na Fórmula 1, o Felipe seguramente é um dos melhores"
Ganhar, ganhar, ganhar. É só nisso que o espanhol bicampeão do mundo Fernando Alonso pensa. “Não é fácil ver alguém que não seja você comemorando a vitória no domingo.” Calmo, às vezes até sorrindo, sempre atento às perguntas, o piloto número 1 da Ferrari conversou com o site de VEJA às vésperas do GP Brasil, no reservado da Ferrari no paddock de Interlagos, quando ainda tinha muitas chances de faturar mais um título – o terceiro – e mais uma vez no Brasil. Disse que a experiência o acalmava num momento-chave do campeonato e não pensava em recordes, mas apenas em vitórias. Sem querer parecer bom moço, não titubeou ao falar das difíceis relações dentro da Fórmula 1: “Amigos? Apenas alguns do tempo de colégio.”
Em 2001, quando entrou na Fórmula 1, imaginou que seria possível conquistar duas vezes o mundial?
Não, quando se começa em uma equipe pequena, com poucas possibilidades, é praticamente impossível de acontecer. Para ganhar um campeonato é necessário um conjunto de coisas: a melhor equipe, o melhor carro e, claro, muita sorte. Por isso, vencer dois campeonatos já era algo impensável.
Há diferenças entre os títulos?
O primeiro é uma surpresa, é algo para viver com muita intensidade, porque não sabemos se vai se repetir. É o máximo como piloto profissional. Daí, no ano seguinte você não quer perder, se torna muito competitivo. No primeiro título, o nível de stress é maior quando se aproxima da decisão. Agora, estou mais acostumado.
E agora o que falta?
Não tenho nenhum objetivo traçado. Cada ano que começa quero vencer corridas e ser campeão. Não tenho nenhum objetivo, tampouco algum número na cabeça. Mas tomara que venham muitos campeonatos. Não é legal chegar no domingo e ver outra pessoa no pódio comemorando.
Você tem medo de morrer na pista?
Não quando estou no carro. Medo da morte todo mundo tem em algum momento, todos queremos viver muitos anos e com muita saúde, mas é algo que não planejamos. Tem de aproveitar todos os dias e viver muito feliz.
Quais lembranças tem de Ayrton Senna?
Quando ele estava ganhando, a Fórmula 1 não era tão importante na Espanha, as corridas não eram exibidas na TV. Mas sempre foi o nome que mais ouvi. Lembro quando tinha 7, 8 anos, ele era sempre o favorito. Na minha cabeça ficou que ele é o melhor piloto de todos os tempos.
Quais são as diferenças da Fórmula 1 daquele tempo e da atual?
Hoje os carros são mais limitados, mais ou menos todos iguais. Os tempos são muito parecidos.
No filme, Senna diz que “competimos para vencer; se não se arriscar na pista, então não é mais um piloto de corrida”. Você concorda?
Sim, ainda que a Fórmula 1 tenha mudado nesse sentido. Com as poucas oportunidades de ultrapassagem que temos, não se pode deixar de aproveitá-las. Tem de correr risco para se sentir um piloto. Mesmo assim, todos os movimentos são calculados, senão pode haver uma tragédia.
O que deixaria as corridas mais interessantes?
Menos aerodinâmica e mais ultrapassagens.
Por que a sua geração é diferente da dos pilotos dos anos 1980 e 1990?
O esporte se profissionalizou muito. Agora, os pilotos são muito mais jovens e é necessário ter um bom comportamento dentro e fora das pistas, além 100% preparado fisicamente. Antigamente víamos até pilotos fumando antes das corridas. Perdeu-se um pouco do fator humano, tudo parece mais robotizado, além da influência dos patrocinadores, os pilotos têm de trabalhar a imagem.
A tecnologia ajudou nessa robotização?
Sim. Hoje é preciso considerar todos os computadores, simulações e estratégias. Estamos muito limitados nos treinos e agora estão proibidos os testes durante a temporada. E só teremos 15 dias para treinar em fevereiro. Cabe às equipes ter bons equipamentos para ajustar os carros, simular trocas de marcha. Isso também contribui para perder um pouco do espetáculo.
O que aconteceria se durante a corrida não tivesse comunicação por rádio? Não seria mais interessante?
Não tinha pensado nisso, teríamos de tomar mais decisões. Até seria mais interessante, mas também bastante difícil. Cerca de 70% das instruções que nos passam dos boxes é para acertar os parâmetros do carro. Sem essas informações, os carros quebrariam porque dentro do cockpit não temos essas informações.
O resultado da equipe é mais importante que os resultados individuais?
Acredito que o individual do piloto ainda seja mais importante. Por exemplo, ninguém lembra quem foi o campeão de construtores de 1998 (McLaren), mas do piloto campeão naquele ano sim (o finlandês Mika Hakkinen, da McLaren). Por isso os pilotos tentam fazer o máximo para contribuir com o resultado de equipes, mas no final todos sabem que o resultado dos pilotos terá maior repercussão.
O que você tem a dizer sobre a estratégia adotada na Alemanha (quando Felipe Massa desacelerou propositalmente para que Alonso tomasse a liderança da prova)?
Cada um vê essa questão de um jeito. Respeito opiniões. Acredito no que a equipe tenta buscar. Para a Ferrari é importante um carro vermelho ganhar corridas e ganhar o campeonato. Na Alemanha, para a equipe, a melhor possibilidade era essa. É uma decisão da equipe que nos paga no final do mês e não uma opinião nossa. (O assessor de imprensa da Ferrari Luca Colajanni interrompe e diz que “a equipe não deu ordem nenhuma porque é proibido, o Felipe é quem calculou o que deveria fazer, e para garantir um bom resultado para a Ferrari tomou uma decisão própria”.)
Mas esse jogo de equipes não muda diretamente o resultado da prova?
Há opiniões para tudo, tem gente que pensa que o resultado foi mudado, tem gente que pensa que não adiantaria porque eu iria passar de qualquer maneira, cinco, seis voltas mais tarde, porque vinha mais rápido.
Quem é seu melhor amigo na Fórmula 1?
É difícil fazer uma amizade profunda com as pessoas que são seus rivais, não? Com as pessoas de sua equipe é mais fácil fazer amizades, com seus engenheiros, com seu agente, fisioterapeuta. Com aquelas pessoas com as quais você passa mais tempo.
Ganha-se mais amigos ou inimigos?
Certamente amigos. Mas também muitos inimigos e fãs. No final, o que interessa são seus amigos de sempre, os amigos da escola, a família.
Sua relação com o Felipe parece bem melhor que a que teve com Hamilton na McLaren.
Sim, é. Aprendemos a lidar com isso, pois passamos muito tempo juntos, indo a eventos, nos treinamentos, na fábrica. Depende de caráter, da personalidade de cada um. Com Hamilton certamente a relação era um pouco mais difícil, pois não compartilhávamos os mesmos valores. Com o Felipe é muito mais fácil, somos latinos, falamos italiano, por isso temos uma boa comunicação.
Considera o Felipe um amigo?
Considero amigos apenas algumas poucas pessoas do tempo de colégio. Na Fórmula 1, o Felipe seguramente é um dos melhores
fonte: abril.com
19.11.10
18.11.10
17.11.10
16.11.10
Confira os participantes dos testes de jovens pilotos
Dois dias após o fim da temporada, a F-1 já volta a movimentar seus carros nesta semana com os testes de jovens pilotos.
Confira quem pilotará para cada um dos times durante esta terça e quarta-feira no circuito de Abu Dhabi:
Red Bull
Daniel Ricciardo, 21 (AUS) - Campeão da F-3 inglesa de 2009 e vice-campeão da F-Renault 3.5 em 2010
McLaren
Oliver Turvey, 23 (ING) - Sexto colocado do campeonato da GP2 em 2010
Gary Paffett, 29 (ING) - Campeão do DTM de 2005 e terceiro colocado em 2010
Ferrari
Jules Bianchi, 21 (FRA) - Campeão europeu de F-3 em 2009 e terceiro colocado da GP2 em 2010
Mercedes
Sam Bird, 23 (ING) - Quinto colocado na GP2 em 2010
Williams
Dean Stoneman, 20 (ING) - Campeão da F-2 em 2010
Pastor Maldonado, 25 (VEN) - Campeãoda GP2 em 2010
Renault
Mikhail Aleshin, 23 (RUS) - Campeão da World Series em 2010
Jérôme d'Ambrosio, 24 (BEL) - 12º colocado na GP2 em 2010
Force India
Paul di Resta, 24 (ESC) - Vice-campeão do DTM em 2010
Yelmer Buurman, 23 (HOL) - Vencedor de três provas na Superleague em 2010 pelo Milan
Antonio Félix da Costa, 19 (POR) - Campeão da F-Renault 2.0 em 2009 e quatro corridas pela GP3 em 2010
Sauber
Sergio Pérez, 20 (MEX)- Vice-campeão da GP2 em 2010
Esteban Gutiérrez, 19 (MEX) - Campeão da GP3 em 2010
Toro Rosso
Jean-Eric Vergne, 20 (FRA) - Campeão da F-3 inglesa em 2010
Lotus
Rodolfo González, 24 (VEN)- 21º colocado na GP2 em 2010
Vladimir Arabadzhiev, 30 (BUL) - 29º colocado na GP2 em 2010
Virgin
Rio Haryanto, 17 (IDN) - Quinto colocado na GP3 em 2010
Jérôme d'Ambrosio, 24 (BEL) - 12º colocado na GP2 em 2010
Luiz Razia, 21 (BRA) - 11º colocado na GP2 em 2010
Hispania
Pastor Maldonado, 25 (VEN) - Campeão da GP2 em 2010
Josef Král,20 (TCH) - 24º colocado na GP2 em 2010
Davide Valsecchi, 23 (ITA) - Oitavo colocado na GP2 em 2010
Fonte: Tázio
Confira quem pilotará para cada um dos times durante esta terça e quarta-feira no circuito de Abu Dhabi:
Red Bull
Daniel Ricciardo, 21 (AUS) - Campeão da F-3 inglesa de 2009 e vice-campeão da F-Renault 3.5 em 2010
McLaren
Oliver Turvey, 23 (ING) - Sexto colocado do campeonato da GP2 em 2010
Gary Paffett, 29 (ING) - Campeão do DTM de 2005 e terceiro colocado em 2010
Ferrari
Jules Bianchi, 21 (FRA) - Campeão europeu de F-3 em 2009 e terceiro colocado da GP2 em 2010
Mercedes
Sam Bird, 23 (ING) - Quinto colocado na GP2 em 2010
Williams
Dean Stoneman, 20 (ING) - Campeão da F-2 em 2010
Pastor Maldonado, 25 (VEN) - Campeãoda GP2 em 2010
Renault
Mikhail Aleshin, 23 (RUS) - Campeão da World Series em 2010
Jérôme d'Ambrosio, 24 (BEL) - 12º colocado na GP2 em 2010
Force India
Paul di Resta, 24 (ESC) - Vice-campeão do DTM em 2010
Yelmer Buurman, 23 (HOL) - Vencedor de três provas na Superleague em 2010 pelo Milan
Antonio Félix da Costa, 19 (POR) - Campeão da F-Renault 2.0 em 2009 e quatro corridas pela GP3 em 2010
Sauber
Sergio Pérez, 20 (MEX)- Vice-campeão da GP2 em 2010
Esteban Gutiérrez, 19 (MEX) - Campeão da GP3 em 2010
Toro Rosso
Jean-Eric Vergne, 20 (FRA) - Campeão da F-3 inglesa em 2010
Lotus
Rodolfo González, 24 (VEN)- 21º colocado na GP2 em 2010
Vladimir Arabadzhiev, 30 (BUL) - 29º colocado na GP2 em 2010
Virgin
Rio Haryanto, 17 (IDN) - Quinto colocado na GP3 em 2010
Jérôme d'Ambrosio, 24 (BEL) - 12º colocado na GP2 em 2010
Luiz Razia, 21 (BRA) - 11º colocado na GP2 em 2010
Hispania
Pastor Maldonado, 25 (VEN) - Campeão da GP2 em 2010
Josef Král,20 (TCH) - 24º colocado na GP2 em 2010
Davide Valsecchi, 23 (ITA) - Oitavo colocado na GP2 em 2010
Fonte: Tázio
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