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16.1.14

Bernie Ecclestone é afastado da diretoria da F1

Bernie Ecclestone não faz mais parte do quadro de diretores da F1. A CVC, acionista majoritária do Mundial, divulgou um comunicado no início da tarde desta quinta-feira (16) informando que afastou o britânico do comando da categoria, mas vai deixá-lo tocar os negócios, observando-o.
 
“O conselho acredita que é do interesse do esporte e dos negócios da F1 que o Sr. Ecclestone continue a comandar os negócios no dia-a-dia, mas sujeito a um maior monitoramento e controle”, disse a acionista em uma nota.
 
O anuncio do afastamento de Ecclestone do quadro de diretores chega poucas horas após a promotoria de Munique, na Alemanha, confirmar que Bernie será julgado no caso da acusação de suborno na venda das ações da F1.
 
Resta saber quem vai ficar no seu lugar. E como vai ficar as coisas.

28.8.12

Ecclestone se casa com brasileira em cerimônia secreta na Suíça

Noivo da brasileira Fabiana Flosi desde abril, Bernie Ecclestone se casou em uma cerimônia secreta na Suíça há duas semanas. Nenhuma das filhas do dirigente compareceu ao local

De acordo com o noticiário do jornal inglês ‘Daily Mail’, Bernie Ecclestone se casou com a brasileira Fabiana Flosi em uma cerimônia secreta em seu chalé, na Suíça, avaliado em £ 23 milhões (pouco mais de R$ 75 milhões), há duas semanas. Aos 81 anos, o principal dirigente da F1 se casou pela terceira vez.

Os dois se conheceram no GP do Brasil e começaram a namorar em 2009, apesar da diferença de 46 anos de idade entre os dois. Noivos desde abril, o casal vem causando uma imensa crise familiar desde então, quando ele deu um anel de £ 100 mil (mais de R$ 320 mil) para ela.

As filhas de Ecclestone, Tamara e Petra, não foram à cerimônia em protesto e apoio a mãe, a ex-modelo Slavica Armani, que é dona de parte dos direitos da F1, adquiridos logo após o divórcio com o presidente da FOM.

A primeira aparição pública do casal, agora com compromisso firmado, deve ser no GP da Bélgica, neste final de semana, e que marca a volta dos pilotos após quase um mês sem atividades.

27.6.12

Justiça alemã a caça de Bernie

A justiça alemã finalizou o processo de 18 meses envolvendo Gerhard Gribkowsky e o caso de suborno que o ex-banqueiro alemão recebeu de Bernie Ecclestone. O ex-funcionário do banco BayernLB foi condenado a quase nove anos de prisão.

Na última semana, visando uma redução da pena que poderia chegar até 14 anos de reclusão, Gribkowsky, após 18 meses preso, confessou que recebeu US$ 10 milhões (mais de R$ 20 milhões em valores atuais) dos quase US$ 50 milhões (mais de R$ 100 milhões) prometidos por Ecclestone durante as negociações da venda dos direitos da F1. E o dirigente será o próximo alvo da justiça alemã

20.6.12

La é como cá: Tio Berni pagando propina

Em entrevista com a agência de notícias alemã ‘DAPD’, o ex-banqueiro, Gerhard Gribkowsky, admitiu que recebeu dinheiro do presidente da Formula One Management (FOM), Bernie Ecclestone, para comprar as ações comerciais da F1. Gribkowsky ainda informou que o suborno partiu do próprio Ecclestone, que o pagou US$ 50 milhões, aproximadamente R$ 101 milhões.

“Todas as acusações são verdadeiras. Recebi US$ 50 milhões do próprio Ecclestone, que preferiu me pagar para evitar problemas com as autoridades fiscais do Reino Unido”, afirmou o ex-banqueiro, que foi preso em flagrante pela Receita Federal Britânica.

Ecclestone deverá prestar esclarecimentos sobre a acusação de subornar o ex-banqueiro britânico para comprar ações da F1. Segundo a agência de notícias alemã, as investigações já estavam em estados avançados a mais de cinco meses. Gribkowsky deverá responder judicialmente por crimes fiscais. Já o presidente da FOM deverá ser interrogado pelas autoridades britânicas ainda neste mês. Lá é como cá...

21.11.11

Bernie Ecclestone afirmou que consideraria a possibilidade de vender ações da F1

Bernie Ecclestone afirmou que consideraria a possibilidade de vender ações da F1 no mercado de Cingapura ou de Hong Kong. Atualmente, a maior parte dos papeis da categoria são de propriedade da CVC, um fundo privado que adquiriu o esporte em 2006 por US$ 1.7 bilhão.

Mesmo a CVC afastando rumores de que teria interesse em comercializar suas ações, Bernie destaca que vender a categoria não é o caminho certo.

“Se eu quisesse me desfazer da empresa hoje, eu colocaria no mercado de Cingapura ou de Hong Kong”, disse o dirigente ao jornal britânico ‘The Telegraph’.

Ainda, o dirigente afirmou que vender ações no mercado asiático também seria o melhor caminho para a CVC. “Seria melhor vender as ações da categoria em Cingapura do que vendê-la”, defendeu.

No entanto, não é a primeira vez que Ecclestone fala em negociar as ações da categoria. Nos anos 90 o britânico afirmou que venderia os papeis na Bolsa de Valores de Londres, mas o negócio falhou após uma investigação anti-concorrência feita por uma comissão europeia.

Fonte: Grande Prêmio

4.8.11

La como cá: Briatore envolvido em outro escandalo

Um dia depois de o diário alemão ‘Sueddeutsche Zeitung’ noticiar que Flavio Briatore ajudou Bernie Ecclestone a angariar recursos para pagar o banqueiro Gerhard Gribkowsky para que este avaliasse as ações da F1 abaixo do preço de mercado, o mandatário da F1 confirmou que realmente o italiano investiu dinheiro na negociação, mas minimizou o ocorrido. A venda dos direitos comerciais do banco alemão BayernLB para a CVC, em 2006, foi sacramentada com parte do dinheiro — oriundo de Briatore — pago fora do Reino Unido, como quis Gribkowsky.

No entanto, Bernie descartou veementemente que Briatore tem envolvimento direto no caso de esquema de propina envolvendo o dirigente máximo da F1 e o banqueiro alemão.

“De nenhuma maneira ou forma Briatore está envolvido nisso. Ele fez um pagamento para mim, mas apenas porque eu o consultei depois que este homem, Gribkowsky, ameaçou criar problemas para mim e disse que não queria dinheiro pago diretamente no Reino Unido”, justificou, durante entrevista ao diário britânico ‘Daily Mail’.

“Briatore fez um favor a mim, e antes que eu fosse intimado sobre isso, falei com o promotor alemão sobre isso. É por isso que seu nome apareceu”, emendou o octogenário.

Ecclestone descartou que o polêmico caso envolvendo seu nome possa deixá-lo de fora da F1 no futuro. “O fim? Claro que não. Estarei fazendo o que eu faço de melhor por algum tempo ainda, fazendo vários negócios para manter várias pessoas felizes e bem de vida na F1. Alguns podem não querer que eu continue, mas eu adoro o que eu faço. É por isso que eu vou ser julgado”, finalizou.

27.4.11

Bernie Ecclestone cogita vender parte do seu clube de futebol

Bernie Ecclestone afirmou nesta quarta-feira que, se algum interessado pagar £ 100 milhões, pode vender suas ações no Queens Park Rangers, clube de futebol que deve subir para a 1ª Divisão inglesa

24.4.11

Bernie Ecclestone afirma que pode deixar a F1

O presidente da FOM, Bernie Ecclestone, afirmou que pode deixar a F1 caso o grupo de Rupert Murdoch assuma o controle da categoria.

“Eu estou velho o suficiente para conseguir uma pensão, então não tenho que arranjar um emprego. Tenho de ter certeza de que essas pessoas [que cabarem de assumir a F1] são pessoas com as quais eu gostaria de trabalhar e se elas querem trabalhar comigo”, declarou Ecclestone ao jornal ‘Sunday Times’.


9.1.11

Bernie Ecclestone nega envolvimento com Gerhard Gribkowsky,em esquema de suborno

Bernie Ecclestone negou veementemente que tenha pago € 50 milhões de suborno a Gerhard Gribkowsky, preso na última semana por corrupção na compra das ações da F1 pelo grupo CVC, em 2006. O presidente da FOM admitiu conhecer Gerhard, mas disse não ter conhecimento do pagamento ilegal a ele.

Gribkowsky trabalhou para o banco BayernLB, que tinha 48% das ações da SLEC Holdings — empresa que, antes do CVC, controlava as receitas provenientes dos direitos comerciais da F1. A instituição financeira da qual era funcionário intermediou a venda das ações da F1 para o CVC. Segundo o ministério público alemão, Gribkowsky, responsável pela avaliação dos valores da negociação, recebeu € 50 mi para não fazê-la apropriadamente.

O ex-banqueiro é acusado de corrupção, fraude fiscal e descumprimento de obrigações. Perguntado se teve envolvimento com o suborno, Ecclestone negou. "O que os jornais alemães especulam ou os promotores suspeitam é falso. É absolutamente nonsense. Não tenho nada a ver com estes pagamentos", falou, em entrevista ao jornal alemão 'Bild'.
"Eu não sei nem por que razão eu daria dinheiro a ele", continuou Bernie. "Eu não sei como ele conseguiu esse dinheiro. Como membro do conselho de administração da Delta Topco [empresa que comanda o Formula One Group], ele recebeu apenas um pequeno salário. Eu sei porque eu era o diretor-executivo", emendou.

Ecclestone, assim, negou ter contas em paraísos fiscais vinculadas ao dinheiro de Gribkowsky. "Você deveria perguntar aos bancos envolvidos quem pode ter feito o pagamento. E, se a CVC diz que não tem nada a ver com o pagamento, você pode ter absoluta certeza de que eles estão falando a verdade", falou, antes de ameaçar processar os veículos jornalísticos que sustentarem o seu envolvimento com a transação ilegal.
Fonte: grande premio

20.12.10

Entrevista: Ron Dennis

“Bernie efetivamente roubou a F1 de nós [os times]. Ele usou do benefício comercial para persuadir os times a aceitarem um contrato que os eliminava ao lhe darem os direitos que antes existiam”,

O chefe da FOM fez da F1 o próprio negócio quando, na década de 1970, passou a vender os direitos de imagem da categoria para as televisões. Desde o Pacto de Concórdia, assinado em 1997, as equipes recebem um pagamento em troca da venda dos direitos. Além disso, as empresas de Ecclestone também atuam na administração, na negociação e na logística dos GPs da F1.

Bernie, por sua vez, descartou as acusações. “Isso acontece quando as coisas começam a parecer boas. Eu investi o dinheiro e começou a dar resultado, então eles [as equipes] pensaram que talvez devessem ter feito isso”, explicou.

fonte: grande premio

26.11.10

Tal lá tal cá

Bernie Ecclestone foi vítima de um assalto quando voltava para seu apartamento, em Londres. De acordo com o tablóide inglês 'The Sun', o dono dos direitos comerciais da F1, que estava junto de sua nova namorada, a brasileira Fabiana Flosi, de 31 anos, sofreu um ferimento na cabeça e escoriações em uma das mãos após uma emboscada de quatro assaltantes às 22h30 locais, que levaram relógios e joias utilizados pelo casal.

Flosi assistiu a toda abordagem sem poder fazer nada e viu as agressões sofridas por Bernie que, de acordo com o tablóide, recebeu socos e chutes dos agressores. O dirigente foi imediatamente levado para o hospital após a chegada da polícia ao local, quando os meliantes já haviam fugido com os pertences do magnata. Dentre as peças roubadas, Ecclestone entregou uma quantia de £ 200 mil, cerca de R$ 540 mil.

Bernie foi diagnosticado com “um pequeno machucado” e, horas depois, foi liberado do hospital.

A quadrilha é procurada pela polícia local. Acredita-se que o grupo é responsável por uma série de assaltos a ricos e famosos na Inglaterra. Uma fonte da polícia disse que Bernie era o alvo dos bandidos, e que não foi um roubo ao acaso. “Há poucas dúvidas de que esse assalto foi feito por [eles saberem] quem é Bernie Ecclestone. Os assaltantes foram insensíveis e mostraram pouco respeito pelas vítimas. Eles precisam ser presos”, comentou ao ‘The Sun’
fonte:grande premio

14.7.10

Entrevista: Ron Dennis & Bernie Ecclestone,

Em conversa - Bernie Ecclestone e Ron Dennis Um deles é o maestro que trocou a modernização de gestão de uma equipe para gerenciar corridas de Fórmula Um . O outro levou a McLaren a 162 vitórias, oito campeonatos de construtores e 12 títulos driver. Ambos têm sido luminárias paddock da F1 por décadas e não seria o que é hoje se não fosse por eles. De aliados aos combatentes e de uma rivalidade saudável para uma amizade firme, Formula One Group CEO Bernie Ecclestone eo presidente executivo do Grupo McLaren Automotive e da McLaren, Ron Dennis tem muitas histórias para contar. Eles compartilham alguns nesta entrevista candid ...

Q : Bernie , Ron , você é a Fórmula lendas e nos conhecemos há muito tempo . Você consegue se lembrar do dia - no escuro e distante passado - quando se encontraram pela primeira vez?
Ron Dennis : Eu estava trabalhando para Cooper na Fórmula dois no final da década de 1960 . Eu vi Bernie jogar um jogo de tabuleiro com o nosso motorista Jochen Rindt , no calor de uma semana corrida!
Bernie Ecclestone : Jeepers ! Nada mudou desde então ... Eu ainda jogo de hoje.

Q : Ron , você sempre pensa em Bernie como um ídolo , um herói da sua juventude?
RD : Não. Como ele poderia ser? Ele só tinha uma coisa em sua mente, que era fazer dinheiro. Meus heróis eram condutores . De certa forma eles eram gladiadores para mim e, infelizmente, muitos perderam a vida naqueles dias. Para citar uma , seria Jim Clark. Ele foi um verdadeiro herói para mim. Eu vi ele em um evento em Goodwood. Ele competiu em três categorias em um dia - e estava sempre no limite. Ele era especial - a sua aura, seu talento, sua maneira de dirigir.
BE: Muito verdadeiro.

Q : Ron , você nunca quer que a corrida mesmo?
RD : Nunca. Eu percebi muito rapidamente que era um hábito perigoso .

Q: Vamos voltar para Jochen Rindt . Em setembro será o 40 º aniversário de seu acidente fatal em Monza . O que você lembra dele?
RD : Uma vez eu nunca vou esquecer foi no Grande Prêmio da Alemanha - Estou descobrindo em 1967 - no Nurburgring. Nós tínhamos criado o carro no grid e tempo foi passando rapidamente. Havia apenas alguns minutos para o início - e que estava faltando? Nosso Jochen driver. Fui enviado para buscá-lo. Eu me lembro que quando Jochen tinha um passaporte austríaco, ele era um nativo alemão. Descobri -o na parte de trás da garagem, um cigarro no canto direito da boca , e ele não mostrou nenhuma intenção de mudar-se para o grid. Com frieza incrível , ele disse: ' Eles podem fazer muitas coisas, mas uma coisa eles não vão fazer é iniciar o Grande Prêmio da Alemanha sem mim ! " um pouco arrogante , mas de uma forma impressionante também.
BE: Sim, aqueles eram dias turbulentos . Hoje temos tudo programado para a segunda divisão . É um processo completamente diferente. Naqueles dias, a corrida começou , quando todo mundo estava pronto. No México, uma vez iniciado duas horas de atraso ...
RD : Lembro-me disso. Os motoristas não queria iniciar porque os fãs estavam sentados e em pé muito próximo da pista . Quero dizer que eles estavam nas esquinas , na frente dos obstáculos . Mas quando eles começaram a jogar garrafas de todos nós sentimos que era provavelmente melhor para começar ... Então na verdade a organização de hoje difere muito - graças ao Bernie !
BE: Come fora dela - o meu organismo começa depois da corrida , quando eu recolher o saco de dinheiro!

Q : Alguém já sido relutantes em pagar?
BE: Tivemos pequenos problemas em Espanha por um tempo. Bang foi o dinheiro uma vez. No final, temos de volta.

Q : Será que você realmente levar o dinheiro fora em um saco ? Estamos aqui a falar de milhões de pessoas, certo?
RD : Claro que sim! Por exemplo, após o Grand Prix E.U. em Watkins Glen , Bernie foi ao banco local na manhã de segunda-feira para embolsar a grana. No México, ele atravessou toda a cidade com o saco de dinheiro e depositada no cofre do hotel . É inacreditável hoje em dia. Hoje tudo é totalmente diferente. É simplesmente um tempo diferente. Nem melhor , nem pior - apenas diferente.
BE: Lembre-se de Mônaco? As equipes tiveram sua garagem em um parque de estacionamento mofo ...
RD : Ah, sim, e os mecânicos tiveram que conduzir os carros descem a colina até os boxes ...
BE: As equipes que não existia naqueles dias não têm idéia de como era naquela época. Eles não têm idéia de como bom que eles têm agora.

Q : Ron , o quão difícil foi há dois anos, para deixar as corridas de Fórmula Um?
RD : Não é difícil. Eu dirigi a apresentação F1 na fábrica naquela manhã e no caminho eu cheguei à conclusão de que agora seria o momento perfeito para sair. Foi muito espontâneo e eu surpreendido toda a equipe. Eu queria ser capaz de se concentrar totalmente na construção de nossos carros desportivos. Isso me dá satisfação imensa , e eu queria dedicar mais tempo à minha vida privada . Isso foi possível porque eu sabia que Martin Whitmarsh , com quem tenho trabalhado juntos durante 21 anos, seria o sucessor perfeito para mim na Fórmula equipe. Ficou claro que ele daria Bernie mesmo tempo duro como eu fiz.

Q : O que você quer dizer que foram os seus maiores sucessos de Fórmula Um ?
RD : Vamos responder a essa questão a partir da perspectiva do outro. Bernie Ecclestone tinha duas vidas de negócios. Como chefe da equipe , havia apenas uma coisa em sua mente - para vencer. Ele era um piloto real então. Quando ele encerrar sua carreira de equipe para se concentrar no negócio de Fórmula Um, ele ainda queria nada mais do que ganhar - ele queria ganhar em fazer mais dinheiro. Mais do que ninguém ! Foi o seu substituto para a acção na pista. Continuo a achar estranho que ele vendeu parte de seus negócios , sem nunca abrir mão do controle . Quando você pensa em como é difícil vender o seu carro, mas ainda mantém a chave de ignição . Foi brilhante .

Q : Mas Ron, você não fez algo semelhante quando vendeu parte da McLaren para a Mercedes? Você também nunca abriu mão do controle e sempre tinha a última palavra ...
RD : Não é bem a mesma coisa. Mercedes investiu na empresa e tinha apenas um objetivo - vencer. Isso significa que se a McLaren venceu , Mercedes ganhou bem .
BE: O que sempre me impressionou com Ron era que ele estava duro, mas justo . Você pode confiar em sua palavra. Você não precisa assinar contratos.

Q : E o Ron descobriu Lewis Hamilton , a quem descreveu um tempo atrás, como um "verdadeiro dom " para a Fórmula Um ...
BE: Lewis Hamilton descoberto? Eu acho que ele foi apenas sorte.
RD : Foi uma sorte muito longe de ser. Fazia parte do nosso sistema. Durante muito tempo, temos apoiado os jovens talentos na McLaren e Lewis foi um deles. No momento em que apoiamos um piloto de kart jovens com talento inacreditável. Ele é desconhecido até o momento , mas ele vai fazer o seu caminho até como Lewis fez. Bernie e eu temos uma coisa em comum - nós queremos sempre o melhor para as nossas empresas - e deixamos uma parte de nossa vida privada por ele.

Q : Ron , alguns dos maiores nomes da história da Fórmula ter levado para você, incluindo Ayrton Senna, Alain Prost , Niki Lauda , Mika Hakkinen , Lewis Hamilton e Fernando Alonso . Como você lidou com eles, especialmente porque muitos eram companheiros de equipe em algum momento?
RD : Isso depende das circunstâncias. Todos eles tinham personagens muito diferentes e isso é um fator que torna muito difícil fazer qualquer julgamento . Quando eu comecei como dono de equipe que eu era mais jovem que o meu motorista , Graham Hill , então ele me mostrou as cordas. Com Lauda, Senna e Prost tinha uma espécie de relação de camaradagem - foi novamente relacionado idade . Com Hamilton e Alonso foi mais um empate paternal. Prost e Senna eram completamente diferentes em suas origens e caráter. Eles entreolharam desconfiado e não confiam uns nos outros . Eu deixei a rivalidade faixa acontecer.

Q: Qual era o problema entre Hamilton e Alonso ?
RD : Foi muito simples - Alonso não espera Hamilton ser tão competitivos em seu primeiro ano . Ele me disse no início que era minha decisão de assinar um novato como Hamilton, mas que poderia me custar o campeonato de construtores . Fernando estava calculando tudo, mas não que Lewis poderia desafiá-lo. Isso o afetou de forma maciça.

Q: O que você acha da rivalidade driver da Red Bull , que culminou em sua queda em Istambul?
RD : Só que cada promotor , incluindo a Red Bull, deve estar feliz com isso. Durante semanas, eles foram na mídia. Obviamente, nada melhor do que vende " más notícias ". Estou certo Bernie ?
BE: Claro que sim!
fonte: formula1.com

14.1.10

Bernie quer criar atalhos nas pistas

Em entrevista Bernie defendeu uma ideia exotica. Criar atalhos nas pistas vejam so

"Acredito que seria muito fácil ter uma área em cada circuito onde você poderia ganhar um pouco de tempo para que você possa ultrapassar – um atalho, caso prefira –, em que o piloto poderia utilizar por cinco vezes durante a corrida. Isso impediria que eles ficassem presos atrás de alguém.

É bom para a televisão, bom para os comentaristas de TV, que poderiam falar sobre alguém que tem três [atalhos] restando e outra pessoa que tem mais dois, o que vai acontecer, e assim por diante.

A outra coisa que costumo ressaltar como um louco para as pessoas é que os freios na atualidade são tão eficientes que – vou dizer isso, e provavelmente está errado – eu poderia frear tão tarde como qualquer um caso eu veja as marcas de frenagem.

Nos anos 70 e 80, todas as ultrapassagens eram feitas nas freadas, ao entrar nas curvas. Isso não existe mais.

Na década de 70, seja lá quem estivesse entre os seis primeiros na metade [da corrida], você poderia garantir que apenas três deles continuariam lá até o fim da prova. Agora todos os seis ficam por lá. Você não consegue fazê-los parar mais", lamentou Ecclestone

19.7.09

Schumacher e Bernie Ecclestone veem luta de boxe



Essa cena aconteceu um pouco antes da corrida da Alemanha quando Schumacher, acompanhado de seu empresario, e Bernie Ecclestone acompanharam a luta de box entreo campeão mundial de boxe na categoria médio, o alemão Felix Sturm, que defende seu título diante do armênio Khoren Gevor